quarta-feira, 7 de maio de 2014

Movimento pela Abolição da Classe Política

Caros leitores e amigos,

Está iniciado um movimento novo que se destina a despertar consciências: o Movimento para a Abolição da Classe Política! Provavelmente é utópico, mas convido-vos a colocar um "like" nessa página e a fazerem-se "amigos" (Follow) dessa página do Facebook. Se tiverem sugestões, por favor, enviem-nos...Publicitem nos vossos Blogues e entre os vossos amigos, por favor, se acharem por bem.

No mínimo julgamos ser importante marcar posição. Afirmar o nosso repúdio de um Estado usurpado, corrompido, e que apenas existe para taxar opressivamente quem trabalha, ou quer trabalhar, para alimentar as suas famílias ou engrandecer a nação.

https://www.facebook.com/pages/Movimento-pela-Aboli%C3%A7%C3%A3o-da-Classe-Pol%C3%ADtica/566708723367210

 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Sobre o sorteio das Finanças...

[Corre nas redes sociais. Não consegui confirmar mas não me espantaria. Pois não somos governados por corruptos e incompetentes? E quando reagiremos para salvar a nação? Há que abolir a classe política! AZ]
 
Hoje fui às Finanças para pagar o Imposto de Circulação Automóvel. Sobre este assunto nada de importante. Mas sobre o auto que o Estado quer oferecer ao cidadão, fiquei esclarecido de alguns pormenores amargos!
No que diz respeito ao automóvel topo de gama que as Finanças querem sortear e atribuir ao contribuinte zeloso em ajudar o Estado, fornecendo o seu nº de contribuinte, é bom que fiquem cientes de alguns pormenores:
 
a) - quem tiver o azar de lhe sair este presente envenenado, vai ficar com a vida fiscalizada ao pormenor!
b) - não poderá vender a viatura, nos primeiros 5 anos;
c) - o imposto de circulação automóvel, vulgo "selo anual de circulação", não é inferior a 500 €;
d) - quando quiser vender (ao fim de 5 anos), a mesma já teve 2 proprietários, o Estado e o cidadão quem saiu!
 
Pensem bem quando dão o vosso nº de contribuinte.
 

quinta-feira, 27 de março de 2014

Pedro Passos Coelho, o Cortador

[Parodiando, este poema conta bem a natureza do personagem. Corre nas redes sociais. AZ]
 
Cortador de profissão
 

Chamo-me Passos Coelho
Cortador de profissão
Corto ao jovem, corto ao velho,
Corto salário e pensão

Corto subsídios, reformas
Corto na Saúde e na Educação
Corto regras, leis e normas
E cago na Constituição

Corto ao escorreito e ao torto
Fecho Repartições, Tribunais
Corto bem-estar e conforto,
Corto aos filhos, corto aos pais

Corto ao público e ao privado
Aos independentes e liberais
Mas é aos agentes do Estado
Que gosto de cortar mais

Corto regalias, corto segurança
Corto direitos conquistados
Corto expectativas, esperança
Dias Santos e feriados

Corto ao polícia, ao bombeiro
Ao professor, ao soldado
Corto ao médico, ao enfermeiro
Corto ao desempregado

No corte sou viciado
A cortar sou campeão
Mas na gordura do Estado
Descansem, não corto, não.
Eu corto

a Bem da Nação

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

O que se passa com a colecção Miró?...

 
[Circula nas redes sociais. AZ]
A Coleção Miró, um lote de 85 obras, composto por óleos, guaches e desenhos, foi adquirido pelo Banco Português de Negócios (BPN), gerido por José Oliveira Costa, a um colecionador japonês em 2006.
Em 2007 a leiloeira Christie's avaliou a coleção em 81,2 milhões de euros e, algum tempo depois, a mesma leiloeira avaliou-a em 150 milhões.
Estas avaliações foram feitas quando a coleção pertencia ao BPN, enquanto banco privado.
Em Novembro de 2008, o BPN foi "nacionalizado" -apenas o lixo tóxico- e, depois de todas as aventuras e desventuras que decorreram da sua nacionalização, a Parvalorem -veículo estatal criado para gerir os ativos tóxicos do BPN- através da sua administração, tornou a venda da Coleção Miró uma das suas principais prioridades tendo, no final de 2013, "fechado" o negócio com a Christie's.
A Parvalorem não cumpriu os prazos legais estabelecidos na Lei de Bases do Património Cultural para pedir a devida autorização para a saída das peças para o estrangeiro e, embora com o parecer negativo da Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC), a 21 de Janeiro de 2014, as obras já estavam expostas na leiloeira Christie’s, em Londres.
Agora vem a notícia mais interessante:
Enquanto a Coleção Miró foi propriedade privada, foi avaliada pela Christie's por valores que ultrapassaram os 150 milhões de euros; agora que a mesma coleção é propriedade do Estado Português, a mesma leiloeira avaliou-a em apenas 36 milhões.
Para a palhaçada ser mais engraçada posso acrescentar que as condições da Christie's são estas: a licitação da venda da obra é de 36 milhões, sendo esta a importância a entregar ao Estado Português; tudo o que ultrapassar esse valor será propriedade da leiloeira.
Perceberam a jogada?
Uma providência cautelar "barrou" a concretização do negócio que, além de ilegal é um crime de lesa-pátria; entretanto, a Christie's já fez saber que continua interessada no negócio. Claro... tenho a certeza que sim...
Alguém tem dúvidas sobre a "transparência" destas negociatas?
 

Carta ao governo escrita por Ruy de Carvalho

Senhores Ministros:

Tenho 86 anos, e modéstia à parte, sempre honrei o meu país pela forma

como o representei em todos os palcos, portugueses e estrangeiros, sem

pedir nada em troca senão respeito, consideração, abertura - sobretudo

aos novos talentos - e seriedade na forma como o Estado encara o meu

papel como cidadão e como artista.


Vivi a guerra de 38/45 com o mesmo cinto com que todos os portugueses

apertaram as ilhargas. Sofri a mordaça de um regime que durante 48

anos reprimiu tudo o que era cultura e liberdade de um povo para o

qual sempre tive o maior orgulho em trabalhar. Sofri como todos, os

condicionamentos da descolonização. Vivi o 25 de Abril com uma

esperança renovada, e alegrei-me pela conquista do voto, como se isso

fosse um epítome libertador.


Subi aos palcos centenas, senão milhares de vezes, da forma que melhor

sei, porque para tal muito trabalhei.


Continuei a votar, a despeito das mentiras que os políticos utilizaram

para me afastar do Teatro Nacional. Contudo, voltei a esse teatro pelo

respeito que o meu público me merece, muito embora já coxo pelo

desencanto das políticas culturais de todos os partidos, sem excepção,

porque todos vós sois cúmplices da acrescida miséria com que se tem

pintado o panorama cultural português.


Hoje, para o Fisco, deixei de ser Actor. e comigo, todos os meus

colegas Actores e restantes Artistas destes país - colegas que muito

prezo e gostava de poder defender.


Tudo isto ao fim de setenta anos de carreira! É fascinante.

Francamente, não sei para que servem as comendas, as medalhas e as

Ordens, que de vez em quando me penduram ao peito?


Tenho 86 anos, volto a dizer, para que ninguém esqueça o meu direito a

não ser incomodado pela raiva miudinha de um Ministério das Finanças,

que insiste em afirmar, perante o silêncio do Primeiro-Ministro e os

olhos baixos do Presidente da República, de que eu não sou actor, que

não tenho direito aos benefícios fiscais, que estão consagrados na

lei, e que o meu trabalho não pode ser considerado como propriedade

intelectual.


Tenho pena de ter chegado a esta idade para assistir angustiado à

rapina com que o fisco está a executar o músculo da cultura

portuguesa. Estamos a reduzir tudo a zero. a zeros, dando cobertura a

uma gigantesca transferência dos rendimentos de quem nada tem para os

que têm cada vez mais.


É lamentável e vergonhoso que não haja um único político com

honestidade suficiente para se demarcar desta estúpida cumplicidade

entre a incompetência e a maldade de quem foi eleito com toda a boa

vontade, para conscientemente delapidar a esperança e o arbítrio de

quem, afinal de contas, já nem nas anedotas é o verdadeiro dono de

Portugal: nós todos!


É infame que o Direito e a Jurisprudência Comunitárias sirvam só para

sustentar pontualmente as mentiras e os joguinhos de poder dos

responsáveis governamentais, cujo curriculum, até hoje, tem

manifestamente dado pouca relevância ao contexto da evolução

sociocultural do nosso povo. A cegueira dos senhores do poder

afasta-me do voto, da confiança política, e mais grave ainda, da

vontade de conviver com quem não me respeita e tem de mim a imagem de

mais um velho, de alguém que se pode abusiva e irresponsavelmente

tirar direitos e aumentar deveres.


É lamentável que o senhor Ministro das Finanças, não saiba o que são

Direitos Conexos, e não queiram entender que um actor é sempre autor

das suas interpretações - com diretos conexos, e que um intérprete

e/ou executante não rege a vida dos outros por normas de Exel ou por

ordens "superiores", nem se esconde atrás de discursos catitas ou

tiradas eleitoralistas para justificar o injustificável,

institucionalizando o roubo, a falta de respeito como prática dos

governos, de todos os governos, que, ao invés de procurarem a

cumplicidade dos cidadãos, se servem da frieza tributária para

fragilizar as esperanças e a honestidade de quem trabalha, de quem

verdadeiramente trabalha.


Acima de tudo, Senhores Ministros, o que mais me agride nem é o facto

dos senhores prometerem resolver a coisa, e nada fazer, porque isso já

é característica dos governos: o anunciar medidas e depois voltar

atrás. Também não é o facto de pôr em dúvida a minha honestidade

intelectual, embora isso me magoe de sobremaneira. É sobretudo o nojo

pela forma como os seus serviços se dirigem aos contribuintes,

tratando-nos como criminosos, ou potenciais delinquentes, sem olharem

para trás, com uma arrogância autista que os leva a não verem que há

um tempo para tudo, particularmente para serem educados com quem gera

riqueza neste país, e naquilo que mais me toca em especial, que já é

tempo de serem respeitadores da importância dos artistas, e que devem

sê-lo sem medos e invejas desta nossa capacidade de combinar verdade

cénica com artifício, que é no fundo esse nosso dom de criar, de ser

co-autores, na forma, dos textos que representamos.


Permitam-me do alto dos meus 86 anos deixar-lhes um conselho:

aproveitem e aprendam rapidamente, porque não tem muito tempo já.

Aprendam que quando um povo se sacrifica pelo seu país, essa gente, é

digna do maior respeito. porque quem não consegue respeitar, jamais

será merecedor de respeito!


RUY DE CARVALHO

 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Até nas campanhas de solidariedade o governo rouba...



[circula redes sociais. AZ]

Em Inglaterra, a cadeia de supermercados Waitrose, oferece uma moeda (uma chapa) a cada cliente que faz compras acima dum determinado valor. O cliente, à saída, tem, normalmente, três caixas, cada uma em nome duma instituição social sediada no município, para receber as referidas moedas, de acordo com a opção do cliente. Periódicamente, são contadas as moedas de cada caixa e a empresa entrega em dinheiro, à respectiva instituição, o valor correspondente, donativo esse que, diminui os seus lucros mas, também, tem o devido tratamento em termos de fiscalidade.  Em Portugal, as campanhas de solidariedade custam ao doador uma parte para a instituição, outra parte para o Estado e mais uma boa parte para a empresa que está a “operacionalizar” (?!...) a acção. Um país de espertos... até na ajuda aos mais necessitados. Mas nós ficamos quietos e calados, ou então, estupidificamos porque queremos... 

Muito triste, muito triste, mas é bom saber...
Leiam s.f.f. e repassem.
Programa de luta contra a fome.
Nada é o que parece.
veja:

 

Decorreu num deste fins de semana mais uma ação, louvável, do programa da luta contra a fome mas,....façam o vosso juízo!

A recolha em hipermercados, segundo os telejornais, foi cerca de 2.644 toneladas! Ou seja 2.644.000 Kilos.
Se cada pessoa adquiriu no hipermercado 1 produto para doar e se esse produto custou, digamos, 0.50 € (cinquenta cêntimos), repare que:


2.644.000 kg x 0,50 € dá 1.322.000,00 € (1 milhão, trezentos e vinte e dois mil euros), total pago nas caixas dos hipermercados.


Quanto ganharam???:
- o Estado: 304.000,00 € (23% iva);
- o Hipermercado: 396.600,00 € (margem de lucro de cerca de 30%).
 
Nunca tinha reparado, tal como eu, quem mais engorda com estas campanhas...

Devo dizer que não deixo de louvar a ação da recolha e o meu respeito pelos milhares de voluntários.

MAIS....,

É triste, mas é bom saber...
 
- Porque é que os madeirenses, receberam apenas 2 milhões de euros da solidariedade nacional, quando o que foi doado eram 2 milhões e 880 mil?


Querem saber para onde foi esta "pequena" parcela de 880.000,00 € ?? !!!!!!


A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira, através de chamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa e um assalto à mão-armada.


Pelas televisões a promoção reza assim: Preço da chamada 0,60 € + IVA. São 0,72 € no total.


O que por má-fé não se diz, é que o donativo que deverá chegar (?!!) ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50 €.
Assim oferecemos 0,50 € a quem carece, mas, cobram-nos 0,72 €, mais 0,22 € ou seja 30%.


Quem ficou com esta diferença?


1º - a PT com 0,10 € (17%), isto é, a diferença dos 50 para os 60.


2º - o Estado com 0,12 € (20%), referente ao IVA sobre 0,60 €.


Numa campanha de solidariedade, a aplicação deu uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado, são o retrato da baixa moral a que tudo isto chegou.


A RTP anunciou com imensa satisfação, que o montante doado, atingiu os 2.000.000,00 €.


Esqueceu-se de dizer, que os generosos pagaram mais 44%, ou seja, mais 880.000,00 €, divididos entre a PT (400.000,00 €, para a ajuda dos salários dos administradores) e o Estado (480.000,00 €, para auxílio do reequilíbrio das contas públicas e aos trafulhas, que por lá andam).


A PT, cobra comissão de quase 20%, num acto de solidariedade !!!


O Estado, faz incidir IVA, sobre um produto da mais pura generosidade!!!


ISTO É UMA TOTAL FALTA DE VERGONHA, SOB A CAPA DA SOLIDARIEDADE. É BOM QUE O POVO SAIBA, QUE ATÉ NA CONFIANÇA SOMOS ROUBADOS.


ISTO É UM TRISTE ESBULHO, À BOLSA E AO ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE DO POVO PORTUGUÊS!!!
 
Pelo menos. DENUNCIE!
 
"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons."
 
Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há uma certa cumplicidade vergonhosa.


António Lopes

 
 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Carta aberta a Poiares Maduro do Tenente-Coronel de Cavalaria Paulo Banazol

Carta aberta do Tenente-Coronel de Cavalaria Paulo Banazol ao Ministro de Portugal, Poiares Maduro:
 
Sr. Ministro Poiares Maduro
Deixe que me identifique:   Paulo M M de Athayde Banazol, contribuinte 131295420, com todos os impostos pagos ao Estado.
Ouvi a S/ intervenção acerca da “inevitabilidade” de cortar pensões e outras prestações sociais.   A ser verdade – espero que não! – deixe-me arrolar algumas áreas – garantidamente do S/ conhecimento –, aonde o Governo pode “inevitavelmente” cortar:
Deputados – são 330 no Continente e Ilhas, com vencimentos (3.624,41 €/mês), despesas representação (370,32€), prémios de presença no Plenário (69,19€), deslocações (0,36 €/Km) deslocações em “Trabalho Político” (se é que se sabe o que isto é !) Território Nacional (376,32€), Europa (450,95€) fora da Europa (1.074,80€), deslocações em representação da AR – nacional (69,19€/dia), estrangeiro (133,66€/ dia) e as regalias / mordomias de todos conhecidas e que, se perguntar aos portugueses, todos classificam de escandalosas, absolutamente fora de contexto e imerecidas.
Alguém viu ou ouviu falar da “inevitabilidade de cortes” no número, remunerações e mordomias destas senhoras e senhores?   Porque não pagam os deputados as refeições ao preço do comum dos portugueses - menos do n/bolso – menos dos impostos dos portugueses!   ...E não me fale em demagogia – o exemplo TEM que vir de cima!
Presidente da AR que se reformou com 12 (DOZE!!!) anos de atividade com uma pensão de 7 mil e muitos Euros – aqui não se põe a “inevitabilidade de cortes”?
Mordomias com Assessores e Secretárias, subvenções vitalícias a políticos e Deputados, custos com a Presidência da República – que por sinal gasta mais do que a Casa Real Espanhola!!!
Centenas de Juntas de Freguesia e dezenas de Câmaras Municipais – vereadores, assessores, “especialistas” e comissões – aonde está a “inevitabilidade dos cortes”?
Para quando a VERDADEIRA renegociação das PPP’s, SWAP’s, SCUT’s e Rendas Energéticas bem como a devolução aos cofres do Estado dos milhões “emprestados” ao BPN?    De acordo com o Prof Boaventura Santos, se considerados os cortes nestas áreas a poupança seria de cerca de 2 mil e cem milhões de Euros - e já agora faça-me um favor ministro Poiares Maduro, não me diga que o Prof Boaventura Sousa não é conhecedor da realidade e demagogo.
Juízes do Tribunal Constitucional e Juízes – para quando os “inevitáveis cortes” nos vencimentos e subsídios de residência bem como a regularização dos tempos de serviço para obtenção da reforma?
Viaturas do Estado - de um total de largas centenas “cortaram” ½ dúzia!    Extraordinário esforço!!!
Campanha Eleitoral para as Autárquicas - 9,7 milhões - “inevitabilidade dos cortes”?
Fundações - como diz a nossa Gente – “tanta parra e pouca uva” – cortaram?   Quantas, aonde, quais , poupanças?
O mesmo relativamente às “milhentas” Comissões - “inevitabilidade dos cortes”?
Vencimentos, mordomias e Regimes Especiais na TAP, ANA, CP, CGD, Metro, TV, etc., etc., etc. – aonde está a “inevitabilidade" dos cortes”?   Parque Escolar?   Palestina?    SCUT’s?   IMI / edifícios pertença dos partidos políticos e milhentas nomeações de assessores, especialistas e consultores?    Etc..   etc... etc...
 
Surpreende-me (para não dizer mais nada !) a determinação do Governo na defesa da “inevitabilidade de cortes” nas pensões – será que o vai fazer às atribuídas ao Dr. Jardim Gonçalves, juízes, deputados, etc., etc. ?   A Vossa determinação parece ter um só “alvo” – os fracos e sem voz – à minha mãe – 84 anos e numa cadeira de rodas - a Vossa determinação tirou 60 em 800 euros.
Ao ex-presidentes:    Soares - 500.000 E (fora a Fundação) e Sampaio – 435.000 E (fora a Fundação Cidade Guimarães) - não se viu ou ouviu aplicar a “inevitabilidade de cortes” – serei eu que, nos meus quase 60, ando distraído.  
Quando é que se responsabiliza - e prende !!!! - o Estado os governantes responsáveis pelos atropelos à lei e esbanjar de dinheiros públicos ??
A “inevitabilidade dos cortes” justifica cortes na ajuda à saúde aos militares e funcionários públicos e mantém o nível de impostos às pessoas acima do taxado às empresas – Bancos e Companhias de Seguro com lucros inacreditáveis para um país em crise – aonde a “inevitabilidade” de ajustar impostos?
Os “inevitáveis cortes” ministro Poiares Maduro, cessam quando o Estado e o Governo de que faz parte, cortarem aonde TÊM que cortar e na minha opinião, deixarem de esbanjar dinheiro, de privilegiar uns à custa dos dinheiros de outros e de acabar com as exceções aos sacrifícios que, parece, não são suportados por todos por igual – até lá não haverá “inevitáveis cortes” que suportem este estado de coisas.
Porque não quero tornar estas linhas em assunto pessoal, não refiro os “inevitáveis cortes” que a minha pensão tem vindo a sofrer e que, por vontade Sua, vai ser alvo de mais “inevitáveis cortes”.   Até quando ministro Poiares Maduro os “inevitáveis cortes” – quando o rendimento disponível chegar a “0”?
 
Ainda e longe de completar o rol:
1 - Victor Constâncio, atuação como Governador do BdeP e custos
2 - Madeira e as obras faraónicas do Governo
3 - Reformas de Luxo – o nº de reformados que ganhavam 4000 (ou mais) euros engordou cerca de 400%
4 - CP - de acordo com a folha salarial da CP, um inspetor-chefe de tração recebe 52,3 mil euros, há maquinistas com salários superiores a 40 mil euros e operadores de revisão e venda com remunerações que ultrapassam os 30 mil euros / ano.
5 – a lei de financiamento de campanhas - a recente decisão do Governo de aumentar os montantes dos ajustes diretos permitidos a governantes e autarcas permite fuga aos impostos
6 – BdeP – os privilégios e despesismo do Banco prolongam-se numa lista longa e ofensiva
7 – EDP – 800 viaturas para um total de 1800 funcionários com faturas anuais de combustível de 10 000 E
8 – Viaturas EP – em 63 EP há 224 carros para gestores que custaram ao Estado 6,4 milhões de euros – fora o resto !!
9 – Os milhares de Euros em Ajustes Diretos que põem em causa a "concorrência, a igualdade, a transparência e a boa gestão dos dinheiros públicos", pelo que podem "agravar o risco" de corrupção.
10 - Despesas de representação, Cartões de Crédito e telemóveis
11 – Projetos ruinosos tipo aeroporto de Beja
12 – Milhões injetados nas PPP’s e Banca Privada
Etc...   etc...   etc...
 
Muitos, muitos mais casos haveria para arrolar ministro Poiares Maduro que são do conhecimento de todos nós, aonde o esbanjar de dinheiros públicos se vê à vista desarmada e que, se combatido com a DETERMINAÇÃO dos portugueses que fizeram Portugal, talvez evitasse os “inevitáveis cortes” que a S/determinação entende serem necessários.
É por causa de tudo que arrolei – e o do muito que ficou por arrolar – que Membros do Governo são assobiados e apupados – nem todos os que assim procedem são comunistas, nem todos com agenda política – discordo mas compreendo!
Ministro Poiares Maduro – estou longe – MUITO LONGE – da política e políticos pelo que não tenho simpatia por políticos e filiação em NENHUMA força política.
Filiei-me quando, com 20 e poucos anos – jovem oficial -, Jurei Bandeira!   Essa é a minha única filiação pelo que tenho MUITA dificuldade em entender estas situações, bem como a “inevitabilidade dos cortes”, que considero profundamente injustos para a os portugueses...   Coisas de Soldado!
 
Cumprimenta
Paulo Banazol