segunda-feira, 24 de junho de 2013

Reformas por tempo de serviço-Proposta de emenda constitucional




REFORMAS POR TEMPO DE SERVIÇO - Leia é importante

 
Importante para todo o povo português:
 
FAMILIARES, AMIGOS, COLEGAS, CONHECIDOS... VAMOS ADERIR À PRESENTE "PEC" ( PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL), DE INICIATIVA POPULAR.
Se hoje todos nós temos que trabalhar 35 anos para conquistar a reforma, eles também podem fazer por merecer...
Vamos acreditar que é possível mudar este país.Depende de nós começarmos este movimento, ou então achar que não vale a pena e ficarmos apenas reclamando.Atenção PORTUGAL tem que ser agora.
 
É SÓ REPASSAR , CASO VC CONCORDE...
 

É assim que começa.

Peço a cada destinatário para encaminhar este e-mail a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de endereços, e pedir a cada um deles para fazer o mesmo.

Em três dias, a maioria das pessoas no Portugal terá esta mensagem. Esta é uma ideia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.
Lei de Reforma da Assembleia

(emenda à Constituição)


PEC de iniciativa popular:
Lei de Reforma do Assembleia (proposta de emenda à Constituição  

1. O deputado será assalariado somente durante o mandato. Não haverá ‘aposentadoria por tempo de deputado’, mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente ao seu trabalho como cidadão normal.
2 A Assembleia (deputados e funcionários) contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo actual de reforma da Assembleia passará para o regime do INSS imediatamente. Os senhores deputados participarão dos benefícios dentro do regime do INSS      exactamente como todos outros portugueses. O fundo de reforma não pode ser usado para qualquer outra finalidade.


3. Os senhores deputados e assessores devem pagar os seus planos de reforma, assim como todos os outros portugueses.

4 Aos deputados fica vedado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.

5. Os deputados e seus agregados perdem seus actuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo português.

6. A Assembleia deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo português, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna da Assembleia.

7. Exercer um mandato na Assembleia é uma honra, um privilégio e uma responsabilidade, não um uma carreira. Deputados não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.

8. É vedada a actividade de lobista ou de ‘consultor’ quando o objecto tiver qualquer laço com a causa pública. “

Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas em Portugal receberá esta mensagem.
A hora para esta PEC - Proposta de Emenda Constitucional
- é AGORA.
É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR A ASSEMBLEIA E OS PARTIDOS.

Se você concorda com o exposto, REPASSE. Caso contrário, basta apagar e dormir sossegado.

Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO para que possamos ajudar a reformar Portugal.
 
 NÃO SEJA ACOMODADO.....
NÃO ADIANTA SÓ RECLAMAR...
NÃO CUSTA NADA REPASSAR......
 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

4 portugueses na reunião anual do Clube de Bildeberg...

Na reunião anual do clube Bilderberg estarão 4 portugueses:
Balsemão, Barroso, Paulo Portas e António José Seguro!!! Bate Certo.
 
Isto significa que o plano dessa gente é colocar nos próximos tempos Portas e Seguro no governo. A mesma gente, a mesma corrupção e visão curta para Portugal...O dinheiro, como se a vida fosse apenas regida por esse deus luciferiano, que é necessário, mas para servir a vida de todos e não de apenas alguns.
 

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Crise da Crítica- texto de Pedro Bacelar de Vasconcelos


Original aqui.

Foram surpreendentes as reações suscitadas pelas críticas contidas no relatório divulgado a semana passada pelo Fundo Monetário Internacional em que este admite ter cometido erros graves no programa de resgate financeiro da Grécia, a começar pelo seu desenho original - de maio de 2010 - e que desfere acusações severas à condução pela União Europeia do combate à crise do euro, que abordei nesta coluna na passada sexta-feira. A Comissão Europeia, disfarçando o embaraço inicial, iria rejeitar com veemência as críticas do FMI ao passo que o Banco Central Europeu optava por ignorá-las.
O Governo grego, menos de uma semana depois de ter manifestado a sua satisfação com o "mea culpa" do FMI - que desaconselhava, mesmo com prejuízo das reformas estruturais, novas medidas de austeridade - anunciou de surpresa o fecho da televisão e da rádio públicas, mandando para o desemprego cerca de 2700 trabalhadores. A decisão anunciada pelo primeiro-ministro grego, Antonis Samaras, foi logo denunciada pelos partidos da coligação governante e desencadeou uma greve geral, somando generalizados testemunhos de solidariedade por toda a Europa. Ao ponto de a Comissão Europeia se sentir obrigada a esclarecer publicamente que tal medida não constava sequer das recomendações feitas pela troika!
No mesmo dia, o FMI dava por concluída a sétima avaliação do programa de resgate da dívida portuguesa e advertia novamente a Europa quanto à forma como tem gerido a crise, realçava a importância de alargar os prazos de amortização para não comprometer a sustentabilidade da dívida soberana e recomendava também ao Governo português a aceleração das reformas estruturais e da consolidação orçamental, sem esquecer a necessidade de apoiar a criação de emprego e "facilitar a recuperação económica". Enfim, orientações alinhadas com preocupações expressas pelos nossos atuais governantes e pelo Presidente que os suporta. É por isso surpreendente que Aníbal Cavaco Silva, de visita ao Parlamento Europeu, em Estrasburgo, tenha escolhido precisamente esta oportunidade para opinar sobre a conveniência de excluir o FMI da troika: "É tempo de o desenho dos programas de ajustamento, a sua avaliação e acompanhamento serem feitos por membros das instituições europeias". Porque, sustentou, os "objetivos e a visão" do FMI são "diferentes". "O objetivo do FMI está muito voltado para a estabilização financeira, na União, nós temos objetivos de desenvolvimento harmonioso, de coesão e de crescimento económico".
Por seu lado, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, de visita à Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, lamentava "que as instituições da troika se coloquem no plano público com divergências tão grandes. Porque isso gera, evidentemente, instabilidade e incerteza nas pessoas, em particular na Grécia, mas também nos mercados de uma maneira geral". "É claro que ajudaria que as instituições da troika evitassem este espetáculo público de estarem a dar motivos que podem suscitar a desconfiança dos mercados". Enjoa tanto "decoro" e subserviência quando uma pequena oportunidade se oferecia para reclamar as mudanças que tardam nos centros de decisão europeus à custa, com "juros de mora", dos periféricos do Sul.
O que haverá de comum entre Antonis Samaras, Pedro Passos Coelho e Aníbal Cavaco Silva? Será uma ideologia? Aquela que hoje define as políticas europeias, que se justifica com a globalização económica e satisfaz os interesses da finança internacional? Provavelmente, não. Dessa ideologia sem rosto nem bandeira terão consciência os altos quadros da "Goldman Sachs International" e alguns "intelectuais" por demais notórios. Serão movidos por alguma afinidade eletiva com o Presidente da Comissão Europeia? Não parece... nem mesmo entre os portugueses. Provavelmente, lá no fundo, encontraremos pouco mais do que a partilha de uma resignação oportunista à

terça-feira, 11 de junho de 2013

O Padre frade mendicante Vítor Melícias deixou o "trabalho" e reformou-se...

Padre frade mendicante Vítor Melícias  deixou o "trabalho" e reformou-se...
 
É por estas e outras,....que não acredito nas boas palavras!
 
  Para quem já "esqueceu" ou não teve conhecimento, aqui fica a informação de que não são só alguns políticos a "embolsar":
 
Mando como recebi... de um católico que acredita no juízo final!..... 
No caso prejuízo afinal
 
Quando Jesus regresse, de certeza que não vai ver com bons olhos os seus representantes na Terra com privilégios e mordomias que Ele nunca teve e nunca permitiu.
 Antes os representantes em Marte ou em Saturno ou ...
AQUELE FRANCISCANO AMOROSO QUE IMPEDIU QUE TODAS AS AGENTES EM GEREATRIA (AJUDANTES DE LAR) DA SANTA CASA DA MISERICORDIA DE SETÚBAL E OUTRAS FOSSEM CONSIDERADAS TÉCNICAS E VIRAM O SEU VENCIMENTO REDUZIDO PARA MENOS DE METADE.
TUDO EM NOME DE DEUS, CLARO...  

Mais um pobrezinho...  


Padre Melícias com pensão de 7450 euros,
O padre Vítor Melícias, ex-alto comissário para Timor-Leste e ex-presidente do Montepio Geral, declarou ao Tribunal Constitucional, como membro do Conselho Económico e Social (CES),um rendimento anual de pensões de, e só,

104 301 euros .

Em 14 meses, o sacerdote, que prestou um voto de obediência à Ordem dos Franciscanos, voto de pobreza a que a Ordem Franciscana obriga, tem uma pensão mensal de 7450 euros. O valor desta aposentação resulta, segundo disse ao CM Vítor Melícias, da "remuneração acima da média" auferida em vários cargos.

Com 71 anos, Vítor Melícias declarou, em 2007, ao Tribunal Constitucional um rendimento total de 111 491 euros, dos quais 104 301 euros de pensões e 7190 euros de trabalho dependente.
'Eu tenho uma pensão aceitável, mas não sou rico', diz o sacerdote.

Melícias frisa que exerceu funções com 'remuneração ligeiramente acima da média", que corresponde a uma responsabilidade na Misericórdia de Lisboa, no Serviço Nacional de Bombeiros.


E eu a julgar que esta gente praticava o " espírito de missão " e o "trabalho de voluntariado"!!!
REPASSEM EM NOME DA MORAL MAIS ELEMENTAR

                           Que nos valha DEUS...!
          oremos-Lhe