segunda-feira, 15 de abril de 2013

Austeridade e Privilégios, por António Marinho Pinto

MUITO SÉRIO E GRAVE.
 Original aqui  
É preciso que a mensagem passe, contra os privilégios absurdos de alguns, que se estão nas tintas para a Crise (dos outros)...

 

António Marinho e Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados: Austeridade e privilégios, no Jornal de Notícias. Excertos:
 
«[...] O primeiro-ministro, se ainda possui alguma réstia de dignidade e de moralidade, tem de explicar por que é que os magistrados continuam a não pagar impostos sobre uma parte significativa das suas retribuições; tem de explicar por que é que recebem mais de sete mil euros por ano como subsídio de habitação; tem de explicar por que é que essa remuneração está isenta de tributação, sobretudo quando o Governo aumenta asfixiantemente os impostos sobre o trabalho e se propõe cortar mais de mil milhões de euros nos apoios sociais, nomeadamente no subsídio de desemprego, no rendimento social de inserção, nos cheques-dentista para crianças e — pasme-se — no complemento solidário para idosos, ou seja, para aquelas pessoas que já não podem deslocar-se, alimentar-se nem fazer a sua higiene pessoal.
 
O primeiro-ministro terá também de explicar ao país por que é que os juízes e os procuradores do STJ, do STA, do Tribunal Constitucional e do Tribunal de Contas, além de todas aquelas regalias, ainda têm o privilégio de receber ajudas de custas (de montante igual ao recebido pelos membros do Governo) por cada dia em que vão aos respetivos tribunais, ou seja, aos seus locais de trabalho.
 
Se o não fizer, ficaremos todos, legitimamente, a suspeitar que o primeiro-ministro só mantém esses privilégios com o fito de, com eles, tentar comprar indulgências judiciais.»
"A vida corre atrás de nós para nos roubar aquilo que em cada dia temos menos."

Guia de Segurança Social, veja aqui.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O banqueiro, a sua isabel e o senhor presidente...

Dona Ulrich está bem encostadinha
realmente, estas coisas só acontecem a ... alguns !!!!!!




banqueiro, a sua Isabel e o senhor Presidente

Sabem quem é uma das «consultoras» do senhor Presidente da República? Não sabem? Então comecem pelas quadras. Se não acreditarem, vejam, mais abaixo, o Despacho do Aníbal.

Era uma vez um banqueiro
a Dona Isabel ligado.
Vive do nosso dinheiro,
mas nunca está saciado.

Vai daí, foi a Belém
E pediu ao presidente
que à sua Isabel também
desse um job consistente.

E o bom do senhor Cavaco
admitiu a senhora,
arranjando-lhe um buraco
e o cargo de consultora.

O banqueiro é o Fernando,
conhecido por Ulrich,
e que diz, de vez em quando,
«Quero que o povo se lixe!».

E o povo aguenta a fome?
«Ai aguenta, aguenta!».
E o que o povo não come
enriquece-lhe a ementa.

E ela, Dona Isabel,
com Cavaco por amigo.
não sabe da vida o fel
nem o que é ser sem-abrigo.

Cunhas, tachos, amanhanços,
regabofe à descarada.
É fartar, que nós, os tansos,
somos malta bem mandada.

Mas cuidado, andam no ar
murmúrios de madrugada.
E quando o povo acordar
um banqueiro não é nada.

É só um monte de sebo,
bolorento gabiru.
Fora do banco é um gebo,
um rei que passeia nu.

Cavaco, Fernando Ulrich,
Bancos, Troikas, Capital.
Mas que aliança tão fixe
a destruir Portugal!


 
DITOSA  PÁTRIA... QUE TAIS FILHOS TEM!
Claro, com o "AGUENTA... AGUENTA
 

sábado, 30 de março de 2013

As implicações do 9/11 no novo curso da História

É algo pouco falado, as dramáticas consequências do "ataque às Torres Gémeas", pois este evento ditou uma mudança radical no novo curso da História, perdendo a Humanidade os grandes valores que tinha outrora conquistado, o direito ao trabalho, a uma velhice tranquila, a um mínimo de decência na vida de todos nós. Despois do evento, mal explicado, e de qualquer modo claramente um "insight job" se nos basearmos na evidência científica que aponta para isso (os vestígios de matérias explosivos usados em demolição, a queda inexplicável da Torre 7 que não tinha sido atingida, o facto de que a segurança das Torres estar a cargo de uma empresa israelita que inexplicavelmente foi incapaz de se aperceber da colocação de um sem número de explosivos ao longo dos andares das TRÊS TORRES, um passaporte de um "terrorista da Al-Qaeda" encontrado intacto junto dos destroços do avião, apenas para citar algumas situações claramente inexplicáveis...)

Com o 9/11 a Humanidade entrou num período de terror, esmagada pelo medo de perder o emprego, de o encontrar, de não ter dinheiro para a velhice apesar de toda a vida a maioria ter poupado, dos seus filhos não terem futuro, dos países entrarem em falência, sempre salvaguardando a Banca e toda a corrupta alta-finança, etc. Em suma, a humanidade entrou no período do MEDO!

Toda esta situação é muito clara para muita gente, até para muitas das famílias que perderam os seus membros no "atentado", e chegará certamente (enfim, espero!) o dia em que se quererá apurar a verdade. E aí, meus caros, vai doer! O governo dos EUA e todos os coniventes terão que enfrentar a História, pois inventaram o inominável para dominar os homens de bem, destruíram a própria História e aquilo que ela teria de esforço normal dos seres humanos em busca do progresso e do bem-estar; tudo em nome da maldade, da ganância!...

Esperemos pelo Julgamento da História! Talvez o terceiro segredo de Fátima esteja relacionado com este declínio forçado, a lá chegaremos também (espero eu!).

http://youtu.be/8_tf25lx_3o


Grande abraço deste vosso concidadão, perdido nos montes do Norte!

Abrão M. Zacuto.

domingo, 17 de março de 2013

Louvor ao agente da PSP

Porque é que notícias destas não passam nos telejornais das Tv´s ?
  
Esta é a última história portuguesa que se tornou viral nas redes sociais.
A própria Polícia de Segurança Pública partilhou online, embora não identifique o autor do testemunho
nem os agentes envolvidos neste caso dramático que está a comover Portugal.


psp
Em determinado momento durante a semana que está a terminar, foi a policia solicitada para um supermercado sito na cidade do Porto. Chegados ao dito supermercado, foram os elementos policiais informados pelo vigilante do estabelecimento que determinada pessoa tinha sido travada à saída na posse de artigos furtados.
Questionado sobre a tipologia dos artigos furtados, a gerente do supermercado e o vigilante referiram tratar-se de 4 iogurtes, 6 pães e 2 pacotes de leite. Os agentes, dirigiram-se então ao autor do ilícito e este, a chorar compulsivamente, lá foi dizendo que tanto ele como a esposa, estão desempregados, têm 2 crianças em casa e nem leite tinha para lhes dar. Este acto, visava apenas levar pão à boca dos seus filhos que ainda não tinham comido nada durante todo o dia.

De volta à gerente, esta, depois de passar os artigos pela caixa lá mostrou o talão, com um valor monetário pouco acima dos 4 euros.
Nesse momento, o agente, tirou dinheiro do bolso, perguntou se a casa aceitava o pagamento e após este ter sido efectuado ainda questionou se pretendiam procedimento criminal.
Uma vez que os artigos estavam pagos e nada mais restava a fazer, foi o autor do furto chamado à parte, onde lavado em lágrimas, ouviu o conselho de que pedir não é crime, pedir é ser humilde e que se for detido, com toda a certeza, não vai conseguir levar seja o que for para a boca dos filhos. Não volte a furtar mais nada pois para a próxima pode não ter a sorte que teve hoje. De seguida mandou-o embora com os iogurtes, o pão e o leite.
Existem Homens assim nestas fileiras que dia após dia, noite após noite presenciam homens, mulheres e crianças com fome, sem nada para comer, que o último recurso é pedir ou furtar.
Note-se que não estou a falar de criminosos, de delinquentes que passam os seus dias a mandriar, a viver à custa de RSI, estou a falar de pessoas de bem, que sempre trabalharam, sempre pagaram os seus impostos e que agora se vêem privados de tudo e incapazes sequer de alimentar os seus filhos.

Se acham que a atitude deste agente é louvável,  toca a partilhar a história.


 

quinta-feira, 14 de março de 2013

Vitor Gaspar em 1992 e na actualidade...

 CONVEM RELEMBRAR ... EU TAMBEM NÃO SABIA QUE ERA O MESMO

Ano de 1993: com a economia portuguesa a ruir, um alucinado Braga de Macedo, então ministro das Finanças, foi à Assembleia da República gritar a plenos pulmões que o país era um oásis. Este sketch parlamentar resistiu à passagem do tempo. Quem não resistiu foi Braga de Macedo: após um breve compasso de espera, Cavaco "calçou-lhe uns patins".

Quem era o homem que, em 1992, fez as previsões para Braga de Macedo?
Um tal Vítor Louçã Rabaça Gaspar, que chefiava o Gabinete de Estudos do Ministério das Finanças. Onde falhou ele nas previsões Falhou em tudo na evolução da economia e na arrecadação das receitas fiscais.
Veja-se:

Gaspar previu um crescimento do PIB de 2% em 1993, mas a economia acabou por recuar 0,7%, ou seja, o pretenso oásis que Braga de Macedo anunciava, acabou numa recessão; o Orçamento do Estado para 1993 previa um encaixe à volta de 3.340 milhões de contos (16.660 milhões de euros) com as receitas correntes, mas houve necessidade de fazer um orçamento rectificativo que já estimava menos 364,7 milhões de contos (1,8 milhões de euros), porque a receita fiscal teve um desempenho bem pior do que se estava à espera.

Vinte anos depois, o tal Vítor Louçã Rabaça Gaspar, que levou Braga de
Macedo a estatelar-se contra a parede em 1993, não vos lembra ninguém?