segunda-feira, 4 de março de 2013

Até os jovens do 9º ano já toparam os nossos ministros...

Até os putos do 9º ano já toparam os nossos ministros….

 
Adaptação do «Auto da Barca do Inferno», de Gil Vicente, feita por Gonçalo, Carolina e Filipe, alunos de 14 anos de idade da Escola EB23 Dra. Maria Alice Gouveia, de Coimbra, numa aula de Português, que teve direito a publicação na biblioteca digital da escola e que merece ser partilhada:
Vem Miguel Relvas conduzindo aos zigue zagues o seu Mercedes banhado a ouro e sai do carro com o seu diploma na mão. Chegando ao batel infernal, diz:
RELVAS - Hou da barca!
DIABO - Ó poderoso Doutor Relvas, que forma é essa de conduzir?
RELVAS - Tirei a carta de scooter e deram-me equivalência. Esta barca onde vai hora?
DIABO - Pera um sítio onde não hai contribuintes para roubar!
RELVAS - Pois olha, não sei do que falais. Quantas aulas eu ouvi, nom me hão elas de prestar.
DIABO - Ha Ha Ha. Oh estudioso sandeu, achas-te digno de um diploma comprado nos chineses ao fim de três aulas?
RELVAS - Um senhor de tal marca não há de merecer este diploma!
DIABO - Senhores doutores como tu, tenho eu cá muitos.
Miguel Relvas, indignado com a conversa, dirige-se ao batel divinal.
RELVAS - Oh meu santo salvador, que barca tão bela, porque nom eu dir eu nela?
ANJO - Esta barca pertence ao Céu, nom a irás privatizar!
RELVAS - Tanto eu estudei, que nesta barca eu entrarei.
ANJO - Tu aqui não entrarás, contribuintes cortaste, dinheiro roubaste e um curso mal tiraste.
Relvas, sem alternativa, volta à barca do Diabo.
RELVAS - Pois vejo que não tenho alternativa. Nesta barca eu irei.Tanto roubei, tanto cortei, não cuidei que para o inferno fosse.
DIABO - Bem vindo ao teu lar, muitos da tua laia já cá tenho e muitos mais virão. Entra, entra, ó poderoso senhor doutor magistrado Relvas. Pegarás num remo e remarás com a força e vontade com que roubaste aos que afincadamente trabalharam.
Gonçalo, Filipe e Carolina
Turma 9º D
Escola EB23 Dra. Maria Alice Gouveia
Coimbra

O que explica a diferença entre Portugal e a Alemanha

O que queremos que os alemães nos paguem.......!!!?
  
 
O que explica a diferença entre Portugal e a Alemanha                            

 
PORTUGAL
Alemanha
Gouvernement
                                
1 Primeiro Ministro
                
+ 11 Ministres
+ 38 Secrétaires d'état                                TOTAL : 50
1 Chancelier(e) + 8 ministres
TOTAL : 9
 

 

 
Depois do trabalho
- O 1.º Ministro tem residência oficial.
- Os Ministros têm alojamentos de funções.
- Os Secretários de Estado têm alojamentos de funções.
Os contribuintes pagam-lhes: alojamento, transportes, ajudas de custo, água, eletricidade, alimentação, motoristas,... etc.
 
Angela MERCKEL e os seus 8 Ministros pagam alojamento, transportes para o trabalho, as faturas da água e da eletricidade, alimentação e andam nos seus próprios carros.

 
Presidência da República
cerca de 500 pessoas trabalham para a Presidência da República.   
Cerca de 300 pessoas trabalham para a Presidência da República.
                       

 
 

 

 

 

 

 

 
 

 

 
 
                                
PARA MANTER VIDINHA BOA, É BEM MAIS FÁCIL TAXAR OS REFORMADOS, OS FUNCIONÁRIOS E TIRAR SUBSÍDIOS AOS OPERÁRIOS, FAZER PAGAR MEDICAMENTOS E TAXAS MODERADORAS, AUMENTAR OS IMPOSTOS DE TODA A GENTE... 

 

 
FAITES PARTAGER L’INFORMATION...C’EST UNE ARME DE DEFENSE !
 
PARTILHEM  A  INFORMAÇÃO.........É  UMA  ARMA  DE  DEFESA....!!!

sexta-feira, 1 de março de 2013

Mal enterrados- por Joaquim Letria

 "Mal enterrados"

 
 Por Joaquim Letria

 
 A REDUÇÃO das reformas e pensões são as piores, mais cruéis, e
              moralmente mais criminosas, das medidas de austeridade a que, sem
 culpa nem julgamento, fomos condenados pelo directório tecnocrático
 que governa o protectorado a que os nossos políticos reduziram
              Portugal.

 
 Para os reformados e pensionistas, o ano de 2013 vai ser ainda pior do
 que este 2012. Os cortes vão manter-se ou crescer e, com o brutal
 aumento de impostos, a subida dos preços dos combustíveis, do gás e da
              electricidade, e o encarecimento de muitos bens essenciais, o
              rendimento disponível dos idosos será ainda menor.

 
 Os aposentados são indefesos. Com a existência organizada em função
 dum determinado rendimento, para o qual se prepararam toda a vida,
              entregando ao Estado o estipulado para este fazer render e pagar-lhes
 agora o respectivo retorno, os reformados não têm defesa. São agora
              espoliados e, não tendo condições para procurar outras fontes de
              rendimento, apenas lhes resta, face à nova realidade que lhes criaram,
 não honrar os seus compromissos, passar frio, fome e acumular dívidas.

 
 No resto da Europa, os velhos viram as suas reformas não serem
              atingidas e, em alguns casos, como sucedeu, por exemplo, em Espanha,
 serem até ligeiramente aumentadas. Portugal não é país para velhos. Os
              políticos devem pensar que os nossos velhos já estão mortos e que, no
 fim de contas, estamos todos mal enterrados...

 
              (12.11.12)

 
 OS MONSTROS DE PORTUGAL !

 
 AI SE PASSOS COELHO FOSSE HONESTO !

 
 SE PASSOS COELHO começasse por congelar as contas dos bandidos do seu
 partido que afundaram o país, era hoje um primeiro ministro que veio
 para ficar.
 Se Passos Coelho congelasse as contas dos offshore de Sócrates que
 apenas se conhecem 380 milhões de euros ( falta o resto) era hoje
              considerado um homem de bem.
 Se Passos Coelho tivesse despedido no primeiro dia da descoberta das
 falsas habilitações o seu amigo Relvas, era hoje um homem respeitado.

 

 

 
 Se Passos Coelho começasse por tributar os grandes rendimentos dos
              tubarões, em vez de começar pela classe média baixa, hoje toda a gente
 lhe fazia um vénia ao passar.
 Se Passos Coelho cumprisse o que prometeu, ou pelo menos tivesse
              explicado aos portugueses porque não o fez, era hoje um Homem com H
 grande.
 Se Passos Coelho, tirasse os subsídios aos politicos quando os roubou
 aos reformados, era hoje um homem de bem, Se Passos Coelho tivesse
 avançado com o processo de Camarate, era hoje um verdadeiro Patriota.
 Se Passos coelho reduzisse para valores decimais as fundações e os
              observatórios, era hoje um homem de palavra. Se Passos Coelho
              avançasse com uma Lei anti corrupção de verdade doa a quem doer, com
 os tribunais a trabalharem nela dia e noite, era já hoje venerado como
 um Santo.
.. etc etc etc.
 MAS NÃO !!!!
 PASSOS COELHO É HOJE VISTO COMO UM MENTIROSO, UM ALDRABÃO, UM YES MAN
 AO SERVIÇO DAS GRANDES EMPRESAS, DA SRª MERKEL, DE DURÃO BARROSO, DE
 CAVACO SILVA, MANIPULADO A TORTO E A DIREITO PELO MAIOR VIGARISTA DA
 HISTÓRIA DAS FALSAS HABILITAÇÕES MIGUEl RELVAS E UM ROBOT DO ROBOT SEM
 ALMA E CORAÇÃO VICTOR GASPAR.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Há alguns incompetentes, mas pouco inocentes-por Miguel Sousa Tavares-Expresso

HÁ ALGUNS INCOMPETENTES, MAS POUCOS INOCENTES
por Miguel Sousa Tavares - Expresso
 
Como caixa de ressonância daqueles que de quem é porta-voz (tendo há muito deixado de ter voz própria), o presidente da Comissão Europeia, o português Durão Barroso, veio alinhar-se com os conselhos da troika sobre Portugal: não há outro caminho que não o de seguir a “solução” da austeridade e acelerar as “reforma...s estruturais” — descer os custos salariais, liberalizar mais ainda os despedimentos e diminuir o alcance do subsídio de desemprego. Que o trio formado pelo careca, o etíope e o alemão ignorem que em Portugal se está a oferecer 650 euros de ordenado a um engenheiro electrotécnico falando três línguas estrangeiras ou 580 euros a um dentista em horário completo, é mais ou menos compreensível para quem os portugueses são uma abstracção matemática. Mas que um português, colocado nos altos círculos europeus e instalado nos seus hábitos, também ache que um dos nossos problemas principais são os ordenados elevados, já não é admissível. Lembremo-nos disto quando ele por aí vier candidatar-se a Presidente da República.
 
Durão Barroso é uma espécie de cata-vento da impotência e incompetência dos dirigentes europeus. Todas as semanas ele cheira o vento e vira-se para o lado de onde ele sopra: se os srs. Monti, Draghi, Van Rompuy se mostram vagamente preocupados com o crescimento e o emprego, lá, no alto do edifício europeu, o cata-vento aponta a direcção; se, porém, na semana seguinte, os mesmos senhores mais a srª Merkel repetem que não há vida sem austeridade, recessão e desemprego, o cata-vento vira 180 graus e passa a indicar a direcção oposta. Quando um dia se fizer a triste história destes anos de suicídio europeu, haveremos de perguntar como é que a Europa foi governada e destruída por um clube fechado de irresponsáveis, sem uma direcção, uma ideia, um projecto lógico. Como é que se começou por brincar ao directório castigador para com a Grécia para acabar a fazer implodir tudo em volta. Como é que se conseguiu levar a Lei de Murphy até ao absoluto, fazendo com que tudo o que podia correr mal tivesse corrido mal: o contágio do subprime americano na banca europeia, que era afirmadamente inviável e que estoirou com a Islândia e a Irlanda e colocou a Inglaterra de joelhos; a falência final da Grécia, submetida a um castigo tão exemplar e tão inteligente que só lhe restou a alternativa de negociar com as máfias russas e as Three Gorges chinesas; como é que a tão longamente prevista explosão da bolha imobiliária espanhola acabou por rebentar na cara dos que juravam que a Espanha aguentaria isso e muito mais; como é que as agências de notação, os mercados e a Goldman Sachs puderam livremente atacar a dívida soberana de todos os Estados europeus, excepto a Alemanha, numa estratégia concertada de cerco ao euro, que finalmente tornou toda a Europa insolvente. Ou como é que um pequeno país, como Portugal, experimentou uma receita jamais vista — a de tentar salvar as finanças públicas através da ruína da economia — e que, oh, espanto, produziu o resultado mais provável: arruinou uma coisa e outra. E como é que, no final de tudo isto, as periferias implodiram e só o centro — isto é, a Alemanha e seus satélites — se viu coberto de mercadorias que os seus parceiros europeus não tinham como comprar e atulhado em triliões de euros depositados pelos pobres e desesperados e que lhes puderam servir para comprar tudo, desde as ilhas gregas à água que os portugueses bebiam.
 
Deixemos os grandes senhores da Europa entregues à sua irrecuperável estupidez e detenhamo-nos sobre o nosso pequeno e infeliz exemplo, que nos serve para perceber que nada aconteceu por acaso, mas sim porque umas vezes a incompetência foi demasiada e outras a inocência foi de menos.
 
O que podemos nós pensar quando o ex-ministro Teixeira dos Santos ainda consegue jurar que havia um risco sistémico de contágio se não se nacionalizasse aquele covil de bandidos do BPN? Será que todo o restante sistema bancário também assentava na fraude, na evasão fiscal, nos negócios inconfessáveis para amigos, nos bancos-fantasmas em Cabo Verde para esconder dinheiro e toda a restante série de traficâncias que de há muito — de há muito! — se sabia existirem no BPN? E como, com que fundamento, com que ciência, pode continuar a sustentar que a alternativa de encerrar, pura e simplesmente, aquele vão de escada “faria recuar a economia 4%”? Ou que era previsível que a conta da nacionalização para os contribuintes não fosse além dos 700 milhões de euros?
 
O que poderemos nós pensar quando descobrimos que à despesa declarada e à dívida ocultada pelo dr. Jardim ainda há a somar as facturas escondidas debaixo do tapete, emitidas pelos empreiteiros amigos da “autonomia” e a quem ele prometia conseguir pagar, assim que os ventos de Lisboa lhe soprassem mais favoravelmente?
 
O que poderemos nós pensar quando, depois de tantos anos a exigir o fim das SCUT, descobrimos que, afinal, o fim das auto-estradas sem portagens ainda iria conseguir sair mais caro ao Estado? Como poderíamos adivinhar que havia uns contratos secretos, escondidos do Tribunal de Contas, em que o Estado garantia aos concessionários das PPP que ganhariam sempre X sem portagens e X+Y com portagens? Mas como poderíamos adivinhá-lo se nos dizem sempre que o Estado tem de recorrer aos serviços de escritórios privados de advocacia (sempre os mesmos), porque, entre os milhares de juristas dos quadros públicos, não há uma meia dúzia que consiga redigir um contrato em que o Estado não seja sempre comido por parvo?
 
A troika quer reformas estruturais? Ora, imponha ao Governo que faça uma lei retroactiva — sim, retroactiva — que declare a nulidade e renegociação de todos os contratos celebrados pelo Estado com privados em que seja manifesto e reconhecido pelo Tribunal de Contas que só o Estado assumiu riscos, encaixou prejuízos sem correspondência com o negócio e fez figura de anjinho. A Constituição não deixa? Ok, estabeleça-se um imposto extraordinário de 99,9% sobre os lucros excessivos dos contratos de PPP ou outros celebrados com o Estado. Eu conheço vários.
 
Quer outra reforma, não sei se estrutural ou conjuntural, mas, pelo menos, moral? Obrigue os bancos a aplicarem todo o dinheiro que vão buscar ao BCE a 1% de juros no financiamento da economia e das empresas viáveis e não em autocapitalização, para taparem os buracos dos negócios de favor e de influência que andaram a financiar aos grupos amigos.
 
Mais uma? Escrevam uma lei que estabeleça que todas as empresas de construção civil, que estão paradas por falta de obras e a despedir às dezenas de milhares, se possam dedicar à recuperação e remodelação do património urbano, público ou privado, pagando 0% de IRC nessas obras. Bruxelas não deixa? Deixa a Holanda ter um IRC que atrai para lá a sede das nossas empresas do PSI-20, mas não nos deixa baixar parte dos impostos às nossas empresas, numa situação de emergência? OK, Bruxelas que mande então fechar as empresas e despedir os trabalhadores. Cumpra-se a lei!
 
Outra? Proíbam as privatizações feitas segundo o modelo em moda, que consiste em privatizar a parte das empresas que dá lucro e deixar as “imparidades” a cargo do Estado: quem quiser comprar leva tudo ou não leva nada. E, já agora, que a operação financeira seja obrigatoriamente conduzida pela Caixa Geral de Depósitos (não é para isso que temos um banco público, por enquanto?). O quê, a Caixa não tem vocação ou aptidão para isso? Não me digam! Então, os administradores são pagos como privados, fazem negócios com os grandes grupos privados, até compram acções dos bancos privados e não são capazes de fazer o que os privados fazem? E, quanto à engenharia jurídica, atenta a reiterada falta de vocação e de aptidão dos serviços contratados em outsourcing para defenderem os interesses do cliente Estado, a troika que nos mande uma equipa de juristas para ensinar como se faz.
 
Tenho muitas mais ideias, algumas tão ingénuas como estas, mas nenhumas tão prejudiciais como aquelas com que nos têm governado. A próxima vez que o careca, o etíope e o alemão cá vierem,  estou disponível para tomar um cafezinho com eles no Ritz. Pago eu, porque não tenho dinheiro para os juros que eles cobram se lhes ficar a dever.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Os sinistros senhores da Goldman Sachs

 Os sinistros senhores da Goldman & Sachs
Moedas e Borges ? os infiltrados
Não são opiniões. São factos. Eles explicam a Crise e as cumplicidades (os esquemas) dos governos. O nosso incluído. Moedas e Borges, esses arautos da austeridade e da transparência, têm um papel sinistro no meio disto tudo.Depois, não se diga que ninguém avisou. Que não se sabia de nada.
Depois de ler, há duas atitudes:
a)  Encolher os ombros;
b)  Denunciar. Avisar a malta.

Salários mínimos na Europa


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Isenção do IMI para prédios de reduzido valor patrimonial

EBF - Artigo 48.º (*)
Isenção do IMI para prédios de reduzido valor patrimonial de sujeitos passivos de baixos rendimentos
1 – Ficam isentos de imposto municipal sobre imóveis os prédios rústicos e urbanos destinados a habitação própria e permanente do sujeito passivo ou do seu agregado familiar, e que sejam efectivamente afectos a tal fim, desde que o rendimento bruto total do agregado familiar, englobado para efeitos de IRS, não seja superior a 2,2 vezes o valor anual do IAS e o valor patrimonial tributário global da totalidade dos prédios rústicos e urbanos pertencentes ao sujeito passivo não exceda 10 vezes o valor anual do IAS. (Redacção dada pelo artigo 144.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de dezembro)
2 – Para efeitos do disposto no número anterior, os rendimentos do agregado familiar são os do ano anterior àquele a que respeita a isenção. (Redacção da Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro)
3 – O rendimento referido no n.º 1 é determinado individualmente sempre que, no ano do pedido da isenção, o sujeito passivo já não integre o agregado familiar a que se refere o número anterior. (Aditado pela Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro)
4 – As isenções a que se refere o n.º 1 são reconhecidas anualmente pelo chefe de finanças da área da situação dos prédios, mediante requerimento devidamente fundamentado, que deve ser apresentado pelos sujeitos passivos até 30 de ezem do ano para o qual se requer a isenção ou, no prazo de 60 dias, mas nunca depois de 31 de ezembro desse ano, a contar da data da aquisição dos prédios ou da data da verificação dos respetivos pressupostos, caso estes sejam posteriores a 30 de junho. (Aditado pela Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro)

Nota - *Corresponde ao artigo 45.º, na redacção do EBF que se encontrava em vigor previamente à republicação do mesmo pelo Decreto-Lei n.º 108/2008, de 26/06
 
IAS = 419,22 €
·        Rendimento anual inferior a 2,2 x IAS anual
2,2 x 419,22 € x 12 = 11.067,41 €
 
·        Valor patrimonial inferior a 10 x IAS anual
10 x 419,22 x 12 = 50.306,40 €