quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Significado da palavra P.O.R.T.U.G.A.L.

INFELIZMENTE é mesmo verdade
A IMAGINAÇÃO DESTE POVO É UM CASO SÉRIO... FABULOSA INTERPRETAÇÃO
 
Descobriu-se agora o significado da palavra P.O.R.T.U.G.A.L.:
 
País Onde Roubar, Tirar, Usurpar, Gamar e Aldrabar é Legal!!!

Assunção Esteves reformou-se aos 42 anos de idade..."Direitos adquiridos"

Pois claro, Assunção Esteves está reformada desde os 42 anos de idade e o seu partido (PSD) que a indicou para presidente da Assembleia da República, disse que ela tem direito à reforma porque são "DIREITOS ADQUIRIDOS".
Princípio que o governo laranja não aplica à maioria dos trabalhadores a quem retirou os subsídios 13 e 14 meses, também consagrados em Lei com décadas de existência.


"PAÍS DE BANANAS, GOVERNADO E JULGADO POR SACANAS"

 

Há 238 Generais em Portugal!...Um recorde!

Pesquisa no google:   Quantos generais há ...?
Queiram conferir em:  Generais/ wikipedia


Alemanha:         189  generais
Brasil:               100  generais
Espanha.            28  generais
EUA:                  31  generais
França:               55  generais
Inglaterra:             3  generais
Noruega:              1  general
Portugal:     238  generais

Suécia:                1  general

Não se encontraram dados para Grécia, Itália ou Austrália.
Cada qual tire daqui conclusões.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Quem fundará o novo Partido X em Portugal?

Na Espanha está em fase de nascimento um novo partido "político", pelo menos constituído por indivíduos com propósitos nobres, impoluto, que visa erradicar da arena política os actuais assassinos económicos, sicários da Banca. Estou à espera que se faça o mesmo aqui em Portugal... A espécie humana encontra-se em risco dramático de desaparecimento, necessita de agentes novos, norteados por princípios, prontos para combater este regime ultraliberal repressivo, como disse hoje o Prof. Adriano Moreira (ele próprio antigo ministro de Salazar, onde chegámos!...)
Este regime que tudo vem destruindo, as bases da civilização que tantos filósofos, cientistas e até políticos, ajudaram a construir. Agora até nos tiram a vontade de viver...
A "Organização" que controla os destinos do mundo, brutal na sua filosofia, até a Al-Qaeda e grupos terroristas controla, pois eles não fazem outra coisa senão matar gente inocente. Que fácil que é!... Mais espaço fica para as grande coutadas que idealizam para si...Se a Al-Qaeda fosse constituída por terroristas com o desígnio de combater o Ocidente, mostraria a sua autenticidade colocando "snipers" atrás dos corruptos deste mundo, aliás na tradição do Islão (em particular dos Ismaelitas) e retratado pelo Prémio Nobel da Literatura do Egipto...e a Seita dos Assassinos. Mas é o tanas e o badanas! Andam apenas aos tirinhos no Afeganistão, como bando de loucos em África, e matando inocentes pelo mundo fora. Por isso a "troica" e o governo querem reduzir despesas na Educação e na Saúde...Pois não!, o que interessa é fazer burros, gente formatada para viver abaixo do que é humanamente digno...

Que mais vos dizer? Faça-se luz com o novo "Partido X" em Portugal! Porque o A. José Seguro aí está para continuar o facho do PSD...

Bravo!

AZ
 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Aqui ninguém nos ouve-texto de Vasco Mendonça

[Eis um texto de Vasco Mendonça, publicado no seu blogue. AZ]



Acabei de ouvir Miguel Relvas dizer, com o seu já habitual ar de sabujo, que o apoio aos mais desfavorecidos é uma preocupação permanente deste Governo. Perante a impossibilidade de ser ouvido por esta gente, perante esta espécie de surdez desprovida de qualquer noção de civilidade no serviço prestado ao país, vou escrever como se eles não nos estivessem a ouvir.

Que país é este que aceita que um bando de filhos da puta confisque impunemente o resultado do trabalho de milhões de pessoas? Quão insensível é preciso um bando de filhos da puta ser para anunciar ao país uma redução do salário mínimo? Eu sei que muita gente sente já ter assistido a isto antes, mas este não é um bando de filhos da puta qualquer. É uma espécie refinada de filho da puta, tão perigosa pela sua ignorância quanto pela capacidade inesgotável de mandar um país inteiro para o caralho que o foda. Bem sei que é um bando de filhos da puta com maioria absoluta. Infelizmente, demasiados eleitores desconheciam, à data das eleições, que estavam a mandatar um bando de filhos da puta com tão especial vocação para foder o mexilhão. Quiseram acreditar que este não era um bando de filhos da puta. Infelizmente, jamais imaginaram que este viesse a tornar-se o maior bando de filhos da puta que o país já viu no poder, e a mais séria ameaça ao modo de vida de todos os que diplomaticamente têm aceitado a pior forma de governo, salvo todas as outras.

Está ali um bandalho dum funcionário descansado na televisão a dizer-me que as empresas são locais de cooperação entre patrões, empregados e a cona da mãe dele. Amigo: locais de cooperação o caralho que ta foda. Este pulha dum cabrão, que nunca trabalhou numa puta duma empresa na vida, assim como a maioria destes inefáveis cabrões, que eu podia alegar não terem outro nome, não fosse o facto de já os ter apresentado como filhos da puta, mas dizia eu, este filho da puta, bandalho e pulha dum cabrão, sobejamente merecedor de todos os insultos que me forem ocorrendo, diz-me que a empresa é um local de cooperação. As empresas, cabrão desumano, são locais onde as pessoas convivem de forma mais ou menos saudável com um modo de vida/ocupação de tempo que, de forma mais ou menos saudável, aceitam ao longo de parte das suas vidas. Então explica-me lá, ó javali cagado pela arca, em que é que uma empresa é um local de cooperação, e não uma desesperada forma de prisão, quando um bando de filhos da puta destrói qualquer possibilidade de as pessoas terem uma remota esperança de construir algo edificante a que possam chamar vida, esperar que esta subsista, se mantenha e evolua positivamente sem a ajuda, mas especialmente sem a constante sabotagem, de um bando de filhos da puta. Se o referido bando de filhos da puta nos estivesse a ouvir, ouvir-se-ia por esta altura um deles dizer, de forma inacreditavelmente ponderada, dotado da mais fina filha-da-putice - que este bando de filhos da puta confunde com elevação, humanidade, sentido de estado e afins – diria que eu, e vocês todos, passámos estes anos todos a viver acima das possibilidades.

Mas quais anos, meu filho da puta? E quais possibilidades? Trabalho que nem um cão há 6 anos, a tempo inteiro mais as horas todas que não me pagaram, e o número de reduções salariais que tive, impostas por este bando de filhos da puta, é já próximo do número de empregos que tive na minha ainda curta carreira. Comprei um carro em segunda mão, uma mota para poupar no que não podia gastar com o carro, e vou jantar fora e ao cinema. Comprei uns discos, uns livros, fiz meia dúzia de viagens baratas, comprei uns móveis do Ikea e, durante o processo, paguei uma renda e uma catrefada de impostos. Vá lá, tentei ser feliz sem pedir ajuda a ninguém nem ir preso. Aceitei o mais serenamente que pude as regras do jogo, isto é, trabalho, trabalho e trabalho para usufruir do resto e conservar, em doses iguais, a saúde mental e a ambição, a primeira das quais começa a desvanecer-se, como se lê. E, no final de uma semana de 60 horas de trabalho que aceitei de bom grado por considerar justa e saudável a "relação de cooperação" mantida com quem me paga, ligo a rádio e é-me anunciada, por um filho da puta de currículo construído a favores, é-me anunciada a ideia peregrina com que este bando de filhos da puta, sem critério nem humanidade, resolveu premiar um país inteiro, que na sua maioria vive em muito piores condições do que eu.

Reduzir o salário mínimo? Aumentar ainda mais a precariedade de quem trabalha a recibos verdes? Transferir uma soma obscena de dinheiro dos trabalhadores para as empresas num país com clivagens sociais e económicas absolutamente trágicas, numa esperança infundada de que isso promova emprego? Isto já não cabe na cabeça de ninguém, e há um bom motivo para existir hoje uma impensável maioria que vai de António Nogueira Leite a Bagão Félix, passando pelos 4 sem abrigo que contei de casa até ao trabalho, mais as lojas falidas. Não é simbolismo nem retórica nem injustiça poética: isto é a vida, conforme ditada por um bando de filhos da puta, a abater-se sobre um país inteiro, dia após dia, cêntimo após cêntimo, impossibilidade após impossibilidade. Haverá um pingo de decência nestas cabeças? Milhões de vozes manifestam em uníssono a vontade literal de esganar estes filhos da puta, ao mesmo tempo que consideram, infelizes, a hipótese de fugir do seu próprio país, e estes filhos da puta aparentam não sentir nada. Foda-se, reduzir o salário mínimo. Há gente que merece o pior de nós. E é assustador que aí se inclua o Governo do meu país.