Contribuições para um Portugal com futuro: A nossa abordagem não deve ser lutar contra essas pessoas, porque elas são poderosas, têm exércitos, têm dinheiro, têm tudo. Não podemos lutar contra elas, usando as suas armas: a mentira e a violência. Seríamos destruídos. O caminho mais seguro reside em começarmos a desenvolver silenciosamente a nossa própria consciência, e sobretudo a dos nossos jovens, o que nenhuma força pode impedir. Este blog discorda ortograficamente.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Quem fundará o novo Partido X em Portugal?
Na Espanha está em fase de nascimento um novo partido "político", pelo menos constituído por indivíduos com propósitos nobres, impoluto, que visa erradicar da arena política os actuais assassinos económicos, sicários da Banca. Estou à espera que se faça o mesmo aqui em Portugal... A espécie humana encontra-se em risco dramático de desaparecimento, necessita de agentes novos, norteados por princípios, prontos para combater este regime ultraliberal repressivo, como disse hoje o Prof. Adriano Moreira (ele próprio antigo ministro de Salazar, onde chegámos!...)
Este regime que tudo vem destruindo, as bases da civilização que tantos filósofos, cientistas e até políticos, ajudaram a construir. Agora até nos tiram a vontade de viver...
A "Organização" que controla os destinos do mundo, brutal na sua filosofia, até a Al-Qaeda e grupos terroristas controla, pois eles não fazem outra coisa senão matar gente inocente. Que fácil que é!... Mais espaço fica para as grande coutadas que idealizam para si...Se a Al-Qaeda fosse constituída por terroristas com o desígnio de combater o Ocidente, mostraria a sua autenticidade colocando "snipers" atrás dos corruptos deste mundo, aliás na tradição do Islão (em particular dos Ismaelitas) e retratado pelo Prémio Nobel da Literatura do Egipto...e a Seita dos Assassinos. Mas é o tanas e o badanas! Andam apenas aos tirinhos no Afeganistão, como bando de loucos em África, e matando inocentes pelo mundo fora. Por isso a "troica" e o governo querem reduzir despesas na Educação e na Saúde...Pois não!, o que interessa é fazer burros, gente formatada para viver abaixo do que é humanamente digno...
Que mais vos dizer? Faça-se luz com o novo "Partido X" em Portugal! Porque o A. José Seguro aí está para continuar o facho do PSD...
Bravo!
AZ
Este regime que tudo vem destruindo, as bases da civilização que tantos filósofos, cientistas e até políticos, ajudaram a construir. Agora até nos tiram a vontade de viver...
A "Organização" que controla os destinos do mundo, brutal na sua filosofia, até a Al-Qaeda e grupos terroristas controla, pois eles não fazem outra coisa senão matar gente inocente. Que fácil que é!... Mais espaço fica para as grande coutadas que idealizam para si...Se a Al-Qaeda fosse constituída por terroristas com o desígnio de combater o Ocidente, mostraria a sua autenticidade colocando "snipers" atrás dos corruptos deste mundo, aliás na tradição do Islão (em particular dos Ismaelitas) e retratado pelo Prémio Nobel da Literatura do Egipto...e a Seita dos Assassinos. Mas é o tanas e o badanas! Andam apenas aos tirinhos no Afeganistão, como bando de loucos em África, e matando inocentes pelo mundo fora. Por isso a "troica" e o governo querem reduzir despesas na Educação e na Saúde...Pois não!, o que interessa é fazer burros, gente formatada para viver abaixo do que é humanamente digno...
Que mais vos dizer? Faça-se luz com o novo "Partido X" em Portugal! Porque o A. José Seguro aí está para continuar o facho do PSD...
Bravo!
AZ
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Aqui ninguém nos ouve-texto de Vasco Mendonça
[Eis um texto de Vasco Mendonça, publicado no seu blogue. AZ]
Acabei de ouvir Miguel Relvas dizer, com o seu já habitual ar de sabujo, que o apoio aos mais desfavorecidos é uma preocupação permanente deste Governo. Perante a impossibilidade de ser ouvido por esta gente, perante esta espécie de surdez desprovida de qualquer noção de civilidade no serviço prestado ao país, vou escrever como se eles não nos estivessem a ouvir.
Que país é este que aceita que um bando de filhos da puta confisque impunemente o resultado do trabalho de milhões de pessoas? Quão insensível é preciso um bando de filhos da puta ser para anunciar ao país uma redução do salário mínimo? Eu sei que muita gente sente já ter assistido a isto antes, mas este não é um bando de filhos da puta qualquer. É uma espécie refinada de filho da puta, tão perigosa pela sua ignorância quanto pela capacidade inesgotável de mandar um país inteiro para o caralho que o foda. Bem sei que é um bando de filhos da puta com maioria absoluta. Infelizmente, demasiados eleitores desconheciam, à data das eleições, que estavam a mandatar um bando de filhos da puta com tão especial vocação para foder o mexilhão. Quiseram acreditar que este não era um bando de filhos da puta. Infelizmente, jamais imaginaram que este viesse a tornar-se o maior bando de filhos da puta que o país já viu no poder, e a mais séria ameaça ao modo de vida de todos os que diplomaticamente têm aceitado a pior forma de governo, salvo todas as outras.
Está ali um bandalho dum funcionário descansado na televisão a dizer-me que as empresas são locais de cooperação entre patrões, empregados e a cona da mãe dele. Amigo: locais de cooperação o caralho que ta foda. Este pulha dum cabrão, que nunca trabalhou numa puta duma empresa na vida, assim como a maioria destes inefáveis cabrões, que eu podia alegar não terem outro nome, não fosse o facto de já os ter apresentado como filhos da puta, mas dizia eu, este filho da puta, bandalho e pulha dum cabrão, sobejamente merecedor de todos os insultos que me forem ocorrendo, diz-me que a empresa é um local de cooperação. As empresas, cabrão desumano, são locais onde as pessoas convivem de forma mais ou menos saudável com um modo de vida/ocupação de tempo que, de forma mais ou menos saudável, aceitam ao longo de parte das suas vidas. Então explica-me lá, ó javali cagado pela arca, em que é que uma empresa é um local de cooperação, e não uma desesperada forma de prisão, quando um bando de filhos da puta destrói qualquer possibilidade de as pessoas terem uma remota esperança de construir algo edificante a que possam chamar vida, esperar que esta subsista, se mantenha e evolua positivamente sem a ajuda, mas especialmente sem a constante sabotagem, de um bando de filhos da puta. Se o referido bando de filhos da puta nos estivesse a ouvir, ouvir-se-ia por esta altura um deles dizer, de forma inacreditavelmente ponderada, dotado da mais fina filha-da-putice - que este bando de filhos da puta confunde com elevação, humanidade, sentido de estado e afins – diria que eu, e vocês todos, passámos estes anos todos a viver acima das possibilidades.
Mas quais anos, meu filho da puta? E quais possibilidades? Trabalho que nem um cão há 6 anos, a tempo inteiro mais as horas todas que não me pagaram, e o número de reduções salariais que tive, impostas por este bando de filhos da puta, é já próximo do número de empregos que tive na minha ainda curta carreira. Comprei um carro em segunda mão, uma mota para poupar no que não podia gastar com o carro, e vou jantar fora e ao cinema. Comprei uns discos, uns livros, fiz meia dúzia de viagens baratas, comprei uns móveis do Ikea e, durante o processo, paguei uma renda e uma catrefada de impostos. Vá lá, tentei ser feliz sem pedir ajuda a ninguém nem ir preso. Aceitei o mais serenamente que pude as regras do jogo, isto é, trabalho, trabalho e trabalho para usufruir do resto e conservar, em doses iguais, a saúde mental e a ambição, a primeira das quais começa a desvanecer-se, como se lê. E, no final de uma semana de 60 horas de trabalho que aceitei de bom grado por considerar justa e saudável a "relação de cooperação" mantida com quem me paga, ligo a rádio e é-me anunciada, por um filho da puta de currículo construído a favores, é-me anunciada a ideia peregrina com que este bando de filhos da puta, sem critério nem humanidade, resolveu premiar um país inteiro, que na sua maioria vive em muito piores condições do que eu.
Reduzir o salário mínimo? Aumentar ainda mais a precariedade de quem trabalha a recibos verdes? Transferir uma soma obscena de dinheiro dos trabalhadores para as empresas num país com clivagens sociais e económicas absolutamente trágicas, numa esperança infundada de que isso promova emprego? Isto já não cabe na cabeça de ninguém, e há um bom motivo para existir hoje uma impensável maioria que vai de António Nogueira Leite a Bagão Félix, passando pelos 4 sem abrigo que contei de casa até ao trabalho, mais as lojas falidas. Não é simbolismo nem retórica nem injustiça poética: isto é a vida, conforme ditada por um bando de filhos da puta, a abater-se sobre um país inteiro, dia após dia, cêntimo após cêntimo, impossibilidade após impossibilidade. Haverá um pingo de decência nestas cabeças? Milhões de vozes manifestam em uníssono a vontade literal de esganar estes filhos da puta, ao mesmo tempo que consideram, infelizes, a hipótese de fugir do seu próprio país, e estes filhos da puta aparentam não sentir nada. Foda-se, reduzir o salário mínimo. Há gente que merece o pior de nós. E é assustador que aí se inclua o Governo do meu país.
Acabei de ouvir Miguel Relvas dizer, com o seu já habitual ar de sabujo, que o apoio aos mais desfavorecidos é uma preocupação permanente deste Governo. Perante a impossibilidade de ser ouvido por esta gente, perante esta espécie de surdez desprovida de qualquer noção de civilidade no serviço prestado ao país, vou escrever como se eles não nos estivessem a ouvir.
Que país é este que aceita que um bando de filhos da puta confisque impunemente o resultado do trabalho de milhões de pessoas? Quão insensível é preciso um bando de filhos da puta ser para anunciar ao país uma redução do salário mínimo? Eu sei que muita gente sente já ter assistido a isto antes, mas este não é um bando de filhos da puta qualquer. É uma espécie refinada de filho da puta, tão perigosa pela sua ignorância quanto pela capacidade inesgotável de mandar um país inteiro para o caralho que o foda. Bem sei que é um bando de filhos da puta com maioria absoluta. Infelizmente, demasiados eleitores desconheciam, à data das eleições, que estavam a mandatar um bando de filhos da puta com tão especial vocação para foder o mexilhão. Quiseram acreditar que este não era um bando de filhos da puta. Infelizmente, jamais imaginaram que este viesse a tornar-se o maior bando de filhos da puta que o país já viu no poder, e a mais séria ameaça ao modo de vida de todos os que diplomaticamente têm aceitado a pior forma de governo, salvo todas as outras.
Está ali um bandalho dum funcionário descansado na televisão a dizer-me que as empresas são locais de cooperação entre patrões, empregados e a cona da mãe dele. Amigo: locais de cooperação o caralho que ta foda. Este pulha dum cabrão, que nunca trabalhou numa puta duma empresa na vida, assim como a maioria destes inefáveis cabrões, que eu podia alegar não terem outro nome, não fosse o facto de já os ter apresentado como filhos da puta, mas dizia eu, este filho da puta, bandalho e pulha dum cabrão, sobejamente merecedor de todos os insultos que me forem ocorrendo, diz-me que a empresa é um local de cooperação. As empresas, cabrão desumano, são locais onde as pessoas convivem de forma mais ou menos saudável com um modo de vida/ocupação de tempo que, de forma mais ou menos saudável, aceitam ao longo de parte das suas vidas. Então explica-me lá, ó javali cagado pela arca, em que é que uma empresa é um local de cooperação, e não uma desesperada forma de prisão, quando um bando de filhos da puta destrói qualquer possibilidade de as pessoas terem uma remota esperança de construir algo edificante a que possam chamar vida, esperar que esta subsista, se mantenha e evolua positivamente sem a ajuda, mas especialmente sem a constante sabotagem, de um bando de filhos da puta. Se o referido bando de filhos da puta nos estivesse a ouvir, ouvir-se-ia por esta altura um deles dizer, de forma inacreditavelmente ponderada, dotado da mais fina filha-da-putice - que este bando de filhos da puta confunde com elevação, humanidade, sentido de estado e afins – diria que eu, e vocês todos, passámos estes anos todos a viver acima das possibilidades.
Mas quais anos, meu filho da puta? E quais possibilidades? Trabalho que nem um cão há 6 anos, a tempo inteiro mais as horas todas que não me pagaram, e o número de reduções salariais que tive, impostas por este bando de filhos da puta, é já próximo do número de empregos que tive na minha ainda curta carreira. Comprei um carro em segunda mão, uma mota para poupar no que não podia gastar com o carro, e vou jantar fora e ao cinema. Comprei uns discos, uns livros, fiz meia dúzia de viagens baratas, comprei uns móveis do Ikea e, durante o processo, paguei uma renda e uma catrefada de impostos. Vá lá, tentei ser feliz sem pedir ajuda a ninguém nem ir preso. Aceitei o mais serenamente que pude as regras do jogo, isto é, trabalho, trabalho e trabalho para usufruir do resto e conservar, em doses iguais, a saúde mental e a ambição, a primeira das quais começa a desvanecer-se, como se lê. E, no final de uma semana de 60 horas de trabalho que aceitei de bom grado por considerar justa e saudável a "relação de cooperação" mantida com quem me paga, ligo a rádio e é-me anunciada, por um filho da puta de currículo construído a favores, é-me anunciada a ideia peregrina com que este bando de filhos da puta, sem critério nem humanidade, resolveu premiar um país inteiro, que na sua maioria vive em muito piores condições do que eu.
Reduzir o salário mínimo? Aumentar ainda mais a precariedade de quem trabalha a recibos verdes? Transferir uma soma obscena de dinheiro dos trabalhadores para as empresas num país com clivagens sociais e económicas absolutamente trágicas, numa esperança infundada de que isso promova emprego? Isto já não cabe na cabeça de ninguém, e há um bom motivo para existir hoje uma impensável maioria que vai de António Nogueira Leite a Bagão Félix, passando pelos 4 sem abrigo que contei de casa até ao trabalho, mais as lojas falidas. Não é simbolismo nem retórica nem injustiça poética: isto é a vida, conforme ditada por um bando de filhos da puta, a abater-se sobre um país inteiro, dia após dia, cêntimo após cêntimo, impossibilidade após impossibilidade. Haverá um pingo de decência nestas cabeças? Milhões de vozes manifestam em uníssono a vontade literal de esganar estes filhos da puta, ao mesmo tempo que consideram, infelizes, a hipótese de fugir do seu próprio país, e estes filhos da puta aparentam não sentir nada. Foda-se, reduzir o salário mínimo. Há gente que merece o pior de nós. E é assustador que aí se inclua o Governo do meu país.
PORTUGAL: Registo de factos históricos desde 1095
Aconselho vivamente a consultarem este blogue com registos históricos muito interessantes sobre o nosso país.
http://restosdecoleccao.blogspot.pt/2010_02_01_archive.html
http://restosdecoleccao.blogspot.pt/2010_02_01_archive.html
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Impostos: Informação muito útil
Começou o ano do “enorme aumento de impostos”. Os portugueses vão pagar mais IRS, vão receber menos e gastar mais dinheiro com as despesas do dia-a-dia. A Rádio Renascença elaborou um guia para o ajudar a fazer contas à crise.
SERVIÇOS E CONSUMO
Electricidade: +2,8%
Gás: +2,5%
Rendas: +3,4% (contratos posteriores a 1990)
Portagens: +2,03%
Tabaco: +1,3%
Bebidas alcoólicas: +1,3% (e +7,5% nas bebidas espirituosas)
Telecomunicações: +3% (Fevereiro)
Transportes: +0,9%
Taxas moderadoras: +0,9%
IMPOSTOS
IRS: escalões passam de 8 para 5. Sobretaxa de 3,5% de IRS. Rendimentos acima de 80 mil euros por ano pagam taxa solidária de 2,5%. Rendimentos acima de 250 mil euros anuais pagam taxa solidária de 5%. No final, os portugueses assistem a “um enorme aumento de impostos. Rendimentos de capital (juros, dividendos, mais-valias bolsistas): taxa liberatória sobe para 28%
Tributação património: imóveis acima de um milhão pagam mais 1% de imposto de selo
Jogos Santa Casa: prémios acima de cinco mil euros pagam 20% do valor em causa
IVA: devolução 5% do valor das facturas pedidas. Limite máximo de devolução é de 250 euros. São consideradas facturas de alojamento, restauração, cabeleireiros, institutos de beleza e oficinas.
Menos deduções:
Escalão de rendimento colectável Limite
Até 7000 € sem limite
De mais de 7 000€ até 20 000€ 1 250€
De mais de 20 000€ até 40 000€ 1 000€
De mais de 40 000€ até 80 000€ 500€
Mais de 80 000€ 0€
Estes limites são aumentados em 10% por cada dependente. Despesas com saúde, educação, habitação, lares e pensões de alimentos pagas são consideradas deduções à colecta.
Crédito à habitação: tecto máximo de 296 euros
Dedução de rendas: tecto máximo 502 euros
PENSIONISTAS
Acima de 1.350 e até 1.800 euros: corte de 3,5%
Acima 3.750 euros: corte de 10%
Acima 5.030 euros: corte de 10% + contribuição extraordinária de solidariedade (15% sobre o montante que exceda 5.030, mas que não ultrapasse 7.545; e 40% sobre o montante que ultrapasse 7.545 euros).
NOVOS REFORMADOS
Penalização de 4,78%
Alternativa é trabalhar mais tempo - 65 anos de idade e 40 de descontos: mais 5 meses
- 65 anos de idade e 35 a 39 anos de descontos: mais 8 meses
- 65 anos de idade e 25 a 34 anos descontos: mais 10 meses
- 65 anos de idade e 15 a 24 anos descontos: mais 15 meses
FUNÇÃO PÚBLICA
Subsídio doença: baixas até 3 dias sem pagamento; redução 10% na remuneração base diária para baixas a partir do 4.º dia e até ao 30.º dia.
Idade reforma: 65 anos; polícias e militares - 60 anos
Salários: manutenção das reduções entre 3,5% e 10% para salários superiores a 1.500 euros
SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL DO PÚBLICO - Subsídio Natal é reposto e mantém-se suspensão do de férias;
- Pensionistas e reformados recebem subsídio de Natal e 10% do subsídio de férias;
- Suspensão subsídio de férias nos moldes de 2012: não se aplica abaixo dos 600 euros; progressivamente entre os 600 e 1100; na totalidade acima dos 1100.
SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL DO PRIVADO - Diluição de metade dos subsídios de férias e Natal por 12 meses.
- Restantes 50% serão pagos até 15 de Dezembro (Natal) e antes do início das férias. A medida é temporária e deverá vigorar entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2013.
SUBSÍDIOS - GERAL Subsídio de desemprego passa a pagar 6% para Segurança Social
Subsídio de doença passa a pagar 5% para Segurança Social
Subsídio por morte dos aposentados: máximo 1.257 euros
IRC Empresas com lucros acima de 1,5 milhões: 25% + 3% (taxa adicional)
Empresas com lucros acima de 7,5 milhões: 25% + 5% (taxa adicional)
PREVISÕES DO GOVERNO PARA A ECONOMIA EM 2013
PIB: -1%
Défice: 5%
Consumo privado: -2,2%
Consumo público: -3,5%
Investimento público: - 4,2%
Exportações: 3,6%
Importações: - 1,4%
Inflação: 0,9%
Taxa de desemprego: 16,4%
REFUNDAÇÃO DO ESTADO
Corte de quatro mil milhões na despesa. Segundo o primeiro-ministro, o Governo vai ter de “mexer nas pensões, nas despesas de saúde, nas despesas de educação”. A poupança será feita, diz Pedro Passos Coelho, “pelas rubricas financeiras mais pesadas”.
Redução 2% funcionários públicos até 2014: cerca de 40 mil
SERVIÇOS E CONSUMO
Electricidade: +2,8%
Gás: +2,5%
Rendas: +3,4% (contratos posteriores a 1990)
Portagens: +2,03%
Tabaco: +1,3%
Bebidas alcoólicas: +1,3% (e +7,5% nas bebidas espirituosas)
Telecomunicações: +3% (Fevereiro)
Transportes: +0,9%
Taxas moderadoras: +0,9%
IMPOSTOS
IRS: escalões passam de 8 para 5. Sobretaxa de 3,5% de IRS. Rendimentos acima de 80 mil euros por ano pagam taxa solidária de 2,5%. Rendimentos acima de 250 mil euros anuais pagam taxa solidária de 5%. No final, os portugueses assistem a “um enorme aumento de impostos. Rendimentos de capital (juros, dividendos, mais-valias bolsistas): taxa liberatória sobe para 28%
Tributação património: imóveis acima de um milhão pagam mais 1% de imposto de selo
Jogos Santa Casa: prémios acima de cinco mil euros pagam 20% do valor em causa
IVA: devolução 5% do valor das facturas pedidas. Limite máximo de devolução é de 250 euros. São consideradas facturas de alojamento, restauração, cabeleireiros, institutos de beleza e oficinas.
Menos deduções:
Escalão de rendimento colectável Limite
Até 7000 € sem limite
De mais de 7 000€ até 20 000€ 1 250€
De mais de 20 000€ até 40 000€ 1 000€
De mais de 40 000€ até 80 000€ 500€
Mais de 80 000€ 0€
Estes limites são aumentados em 10% por cada dependente. Despesas com saúde, educação, habitação, lares e pensões de alimentos pagas são consideradas deduções à colecta.
Crédito à habitação: tecto máximo de 296 euros
Dedução de rendas: tecto máximo 502 euros
PENSIONISTAS
Acima de 1.350 e até 1.800 euros: corte de 3,5%
Acima 3.750 euros: corte de 10%
Acima 5.030 euros: corte de 10% + contribuição extraordinária de solidariedade (15% sobre o montante que exceda 5.030, mas que não ultrapasse 7.545; e 40% sobre o montante que ultrapasse 7.545 euros).
NOVOS REFORMADOS
Penalização de 4,78%
Alternativa é trabalhar mais tempo - 65 anos de idade e 40 de descontos: mais 5 meses
- 65 anos de idade e 35 a 39 anos de descontos: mais 8 meses
- 65 anos de idade e 25 a 34 anos descontos: mais 10 meses
- 65 anos de idade e 15 a 24 anos descontos: mais 15 meses
FUNÇÃO PÚBLICA
Subsídio doença: baixas até 3 dias sem pagamento; redução 10% na remuneração base diária para baixas a partir do 4.º dia e até ao 30.º dia.
Idade reforma: 65 anos; polícias e militares - 60 anos
Salários: manutenção das reduções entre 3,5% e 10% para salários superiores a 1.500 euros
SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL DO PÚBLICO - Subsídio Natal é reposto e mantém-se suspensão do de férias;
- Pensionistas e reformados recebem subsídio de Natal e 10% do subsídio de férias;
- Suspensão subsídio de férias nos moldes de 2012: não se aplica abaixo dos 600 euros; progressivamente entre os 600 e 1100; na totalidade acima dos 1100.
SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL DO PRIVADO - Diluição de metade dos subsídios de férias e Natal por 12 meses.
- Restantes 50% serão pagos até 15 de Dezembro (Natal) e antes do início das férias. A medida é temporária e deverá vigorar entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2013.
SUBSÍDIOS - GERAL Subsídio de desemprego passa a pagar 6% para Segurança Social
Subsídio de doença passa a pagar 5% para Segurança Social
Subsídio por morte dos aposentados: máximo 1.257 euros
IRC Empresas com lucros acima de 1,5 milhões: 25% + 3% (taxa adicional)
Empresas com lucros acima de 7,5 milhões: 25% + 5% (taxa adicional)
PREVISÕES DO GOVERNO PARA A ECONOMIA EM 2013
PIB: -1%
Défice: 5%
Consumo privado: -2,2%
Consumo público: -3,5%
Investimento público: - 4,2%
Exportações: 3,6%
Importações: - 1,4%
Inflação: 0,9%
Taxa de desemprego: 16,4%
REFUNDAÇÃO DO ESTADO
Corte de quatro mil milhões na despesa. Segundo o primeiro-ministro, o Governo vai ter de “mexer nas pensões, nas despesas de saúde, nas despesas de educação”. A poupança será feita, diz Pedro Passos Coelho, “pelas rubricas financeiras mais pesadas”.
Redução 2% funcionários públicos até 2014: cerca de 40 mil
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Sérgio Monteiro e as PPP: mais um "especialista"...
[Corre nas redes sociais. AZ]
> Sérgio Monteiro,
> Andou envolvido no refinanciamento da RTP, restruturação da dívida da
> Carris, e em parcerias de financimento das auto-estradas do
> Douro-Litoral, do Marão, do TGV, etc., quem andou envolvido nos
> "roubos" ao Estado está agora dentro dele a privatizar.
>
> Em 2010, quando estava na Caixa BI, e pouco depois de o Tribunal de
> Contas ter recusado dar visto a estas concessões já depois de
> adjudicadas, Sérgio Monteiro disse num seminário sobre PPP da revista
> "Project Finance" que o chumbo era "uma nuvem" que tem de desaparecer
> para o sol voltar. O programa do governo quer impedir a assinatura de
> contratos antes do visto do tribunal. O então director da Caixa BI
> defendeu ainda que haveria interessados em financiar a rede de alta
> velocidade e o novo aeroporto, desde que a alocação dos riscos e o
> preço foram correctamente definidos.
>
> A experiência do novo secretário de Estado nesta matérias valeu-lhe a
> indicação para participar no grupo de trabalho para reavaliação das
> parcerias público-privadas, criadas pelo PS e pelo PSD, mas que não
> chegou contudo a apresentar conclusões. Curiosamente, o nome de Sérgio
> Monteiro, que hoje faz parte de um governo PSD/CDS, foi proposto pelo
> governo de José Sócrates.
>
> Com este currículo, o secretário de Estado das Obras Públicas estará
> especialmente à vontade, pelo menos do ponto de vista técnico, para
> reavaliar todos os contratos de PPP e eventuais pedidos de
> indemnização do consórcio. Só que agora está do outro lado. Até
> Agosto, o governo tem de concluir uma primeira avaliação às 20 maiores
> PPP, entre as quais se incluem a Estradas de Portugal, o TGV e todas
>
> Sérgio Monteiro,
> Andou envolvido no refinanciamento da RTP, restruturação da dívida da
> Carris, e em parcerias de financimento das auto-estradas do
> Douro-Litoral, do Marão, do TGV, etc., quem andou envolvido nos
> "roubos" ao Estado está agora dentro dele a privatizar.
>
> Em 2010, quando estava na Caixa BI, e pouco depois de o Tribunal de
> Contas ter recusado dar visto a estas concessões já depois de
> adjudicadas, Sérgio Monteiro disse num seminário sobre PPP da revista
> "Project Finance" que o chumbo era "uma nuvem" que tem de desaparecer
> para o sol voltar. O programa do governo quer impedir a assinatura de
> contratos antes do visto do tribunal. O então director da Caixa BI
> defendeu ainda que haveria interessados em financiar a rede de alta
> velocidade e o novo aeroporto, desde que a alocação dos riscos e o
> preço foram correctamente definidos.
>
> A experiência do novo secretário de Estado nesta matérias valeu-lhe a
> indicação para participar no grupo de trabalho para reavaliação das
> parcerias público-privadas, criadas pelo PS e pelo PSD, mas que não
> chegou contudo a apresentar conclusões. Curiosamente, o nome de Sérgio
> Monteiro, que hoje faz parte de um governo PSD/CDS, foi proposto pelo
> governo de José Sócrates.
>
> Com este currículo, o secretário de Estado das Obras Públicas estará
> especialmente à vontade, pelo menos do ponto de vista técnico, para
> reavaliar todos os contratos de PPP e eventuais pedidos de
> indemnização do consórcio. Só que agora está do outro lado. Até
> Agosto, o governo tem de concluir uma primeira avaliação às 20 maiores
> PPP, entre as quais se incluem a Estradas de Portugal, o TGV e todas
>
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Estado injecta 1,1 mil milhões de euros para reforçar capital do Banif
Noticia discreta de fim de ano.
Eis porque o estado não tem recursos para a Educação, a Saúde, a Cultura, a Segurança Social.
Quem é que vive acima das suas possibilidades?!
Na mesma data algo análogo se passou com Dexia (França/Bélgica).
A rapina ao povo prossegue o mais disfarçadamente possível.
Estado injecta 1,1 mil milhões de euros para reforçar capital do Banif
31 Dezembro 2012, 16:45 por Nuno Carregueiro | nc@negocios.pt
Estado português vai subscrever um aumento de capital de 700 milhões de euros no banco liderado por Jorge Tomé e injectará mais 400 milhões de euros através de títulos de dívida. O Banco fará ainda outro aumento de capital, de 450 milhões de euros.
O Banif vai receber um apoio público de 1,1 mil milhões de euros para reforçar os seus rácios de capital, anunciou hoje o Banco liderado por Jorge Tomé e o Ministério das Finanças, em dois comunicados distintos.
A maior fatia do apoio estatal será concedida através de um aumento de capital, de 700 milhões de euros, que será todo subscrito pelo Estado. Além disso, o Estado português vai subscrever mais 400 milhões de euros em instrumentos de capital elegíveis para Core Tier 1 (“ISE”).
Com este aumento de capital de acções especiais, a serem subscritas pelo Estado, o Banif passará a ter grande parte do capital detido pelo estado português, o que até aqui não tinha acontecido nos planos dos dois outros bancos que receberam apoios públicos (BPI e BCP).
O ministério das Finanças e o Banif não divulgam a percentagem de capital que o Estado passará a ter no banco sedeado no Funchal, mas deverá ser superior a 50%, já que o capital social do Banif é actualmente de 570 milhões de euros.
No aumento de capital o Estado vai subscrever 70 mil milhões de novas acções, com um valor nominal de 0,01 euros cada uma. De acordo com o Banif, 44.511.019.900 acções a subscrever terão direitos de voto, que serão exercidos na sua plenitude pelo Estado. Estas acções “conferem ao Estado o direito a um dividendo prioritário correspondente à participação social detida pelo Estado não inferior a 30% do total dos montantes distribuíveis gerados no exercício”.
Quanto à injecção através de títulos de dívida, será concretizada através da subscrição de 400 milhões de euros em ISE, que são instrumentos de capital diretos, não garantidos, sem termo e subordinados e remunerados. Pela subscrição destes títulos o Estado vai ser remuneração de 9,5% ao ano.
Banif faz novo aumento de capital para reembolsar Estado
O plano de recapitalização do Banif, que mereceu o acordo do Governo e do Banco de Portugal, contempla também outro aumento de capital, que tem como objectivo reembolsar parte da ajuda estatal e será subscrito por investidores privados.
Este aumento de capital é de 450 milhões de euros e conta com o compromisso de subscrição no valor de 100 milhões de euros por parte dos dois maiores acionistas actuais do Banif: a Rentipar Financeira e a Auto-Industrial.
Esta operação deverá estar fechada até ao final do primeiro semestre, sendo que as condições não foram ainda definidas. O encaixe financeiro com esta operação “será utilizado para a amortização antecipada de instrumentos subordinados convertíveis”.
O Banif salienta que com este plano de recapitalização cumprirá as regras do regulador de deter um rácio de capital core tier one acima de 10%. Reforça que o apoio do Estado é transitório, durante um prazo máximo de cinco anos, envolvendo um “ambicioso processo de reestruturação do modelo de negócio e de reforço dos seus principais segmentos de actividade”. A administração liderada por Jorge Tomé afirma que irá conduzir o Banif a um “profundo processo transformacional”.
Já o Ministro das Finanças salienta que após este apoio público ao Banif, “um total de 5,6 mil milhões de euros terá sido injetado no sistema bancário privado português através da referida linha de recapitalização, com o objectivo de assegurar o acesso continuado das empresas e dos cidadãos ao crédito e, desse modo, apoiar a economia Portuguesa”.
Acrescenta ainda que “à semelhança do BCP e do BPI, para que o Estado participe na injeção de capital na instituição de crédito, o Banif aceitou sujeitar-se a condições que visam assegurar a proteção dos interesses dos contribuintes - os titulares últimos do dinheiro público utilizado nesta recapitalização - e apoiar a economia Portuguesa”.
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