quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Ciclo de conferências "Emigração no Séc. XXI"

Ciclo de conferências sobre o tema “Emigração no séc. XXI”

 
Serão oradores os melhores especialistas da atualidade.
 A NOVA DIÁSPORA PORTUGUESA - EMIGRAR NO SÉCULO XXI  
21 de Dezembro de 2012Vale de Azevedo: O mercado de arrendamento em Londres;
7  de Dezembro de 2012Dias Loureiro: Abrir uma conta e investir em Cabo Verde;
12 de Dezembro de 2012José Sócrates: O financiamento das ppp, com recebimentos em off-shores;
19 de Dezembro de 2012Vítor Constâncio: Ler os sinais do presente para antecipar o futuro;
9 de Janeiro de 2013Duarte Lima: Jurisdições internacionais e conflito de competências;
16 de Janeiro de 2013Luís Figo: Não há almoços grátis;
23 de Janeiro de 2013Fátima Felgueiras: Brasil, riscos e oportunidades;
30 de Janeiro de 2013Joe Berardo: Preparar o regresso, apostar na cultura;
6 de Fevereiro de 2013Isaltino Morais: Técnicas avançadas de recursos judiciais.  
O acesso é gratuito mas com número de lugares limitado.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Corrupção no ensino privado

[Corre nas redes sociais. AZ]
Reportagem da TVI (até admira!!) sobre mega corrupção de parasitas do polvo PS/PSD (para variar) no ensino secundário privado. Se quer saber porque está farto de trabalhar e não percebe porque o estado não se aguenta com os impostos que paga veja um exemplo do sorvedouro monstruoso do seu dinheiro.... e do meu.: http://www.tvi.iol.pt/programa/3008/videos/128753/video/13754874/1 (este vai ser mais um CASO para ocupar as prateleiras dos tribunais)

Momento Zen-Gaspar regressa aos mercados...


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O que diz Olafur Grimssom, Presidente da Islândia (este sim, Presidente)


Como somos hoje vistos pelos Angolanos...

[É um texto curioso, embora entristeça o tom racista que o impregna, pretendendo rebaixar um povo submetido a duros constrangimentos, que só é pobre nos seus líderes políticos, mas a sua história é rica, milenar. Desesperados estamos quase todos na Europa, até a maior potência do mundo, os EUA. E Angola continua sendo hoje, quase 40 anos volvidos, um país com uma população pobre e inculta, dominado por uma plutocracia militar sem pudor algum. Vive dos diamantes e do petróleo, e o petróleo todos sabemos ser uma fonte de energia que tem agravado a poluição e o aquecimento global. Mal se pode viver em Luanda e quem aí trabalha, o faz por necessidade, não por prazer. Portugal não é sequer pobre em recursos, tem uma terra arável razoável, recursos minerais apreciáveis, uma beleza natural que é apreciada pelos estrangeiros, e potencial humano que baste. Enfim, que estou eu fazendo aqui, rebatendo um texto que no fundo revela sentimentos inferiores, e o que vai na mente de alguns angolanos intelectualóides...AZ]

Artigo de um Jornal de Angola.
8.11.12

Privilegiados contra desesperados
Texto de Rui Ramos

Milhares de portugueses desesperados formam diariamente filas intermináveis nos Centros de Emprego e outros largos milhares ainda é noite e lá vão para Alcântara na tentativa esperançosa de conseguir um visto para Angola, a nova Terra da Promissão.
O povo português é tradicionalmente um povo pobre, povo de olhar o chão para ver se encontra centavos, tostões ou cêntimos. Mas de repente votou num poder que lhe abriu as portas do paraíso artificial. Desatou a contrair empréstimos para comprar primeira, segunda e terceira habitação, carros para cada membro da família, computador para cada membro da família, cão para cada membro da família, um telemóvel por cada operadora para cada membro da família.
Os bancos fizeram o seu trabalho de casa, deram empréstimos a cada membro da família, deram cartões de crédito, cinco para cada membro da família, até bebé tem cartão de crédito e empréstimo bancário em Portugal.
Narizes empinados, até pareciam ricos. Parecia que estavam a crescer, a subir. Tinha até motorista de autocarro 463 que não parava na paragem quando trabalhadora cabo-verdiana tocava. Trabalhar para pretos?
Menina mais castanha era chamada de “suja”, vai para a tua terra. Presidente da Câmara de Lisboa apanhou sol desde os tempos dos avós e muitas pessoas chamavam-lhe “o preto da Câmara”. Gostam muito de chamar “pretinho”, gostam mesmo.
De repente acabou a teta da loba, secou, voltou ao que era, como sempre foi: país muito pobre. Quase dois milhões no desemprego para o resto da vida. Prosperam negócios ilegais, nas cervejarias trafica-se droga na cara da polícia, à luz do dia assaltam-se pessoas e supermercados impunemente, a polícia diz que não pode fazer nada.
Então chegam notícias, não de Preste João, mas da teta angolana: tem leite enriquecido.
Chiu, não chama mais preto, eles não gostam e não te dão visto. E então a procissão de nossa senhora da esperança avança para Alcântara, enche o passeio como uma jibóia. Marcam lugar, vão rápido no bar, menina, uma bica bem escura, eu não sou racista. Na bicha só se ouve “eu não sou racista, nunca fui, eu nunca chamei preto a ninguém, acho que me vão dar visto…
Esses são os desgraçados, arruinados, miseráveis de um país no abismo. Outros vivem desses. Os candongueiros, os fugitivos dos impostos, mas também os intelectualóides que já foram paridos com um livro na mão. Passam lá de madrugada quando voltam para casa e ao verem aquela bicha espumam como cão vadio, põem cara de podre e murmuram “pretos da merda”, passam na bicha e trombeiam “aquilo lá é uma ditadura, os chineses comem pessoas…”.
Ninguém liga a esses pereiras gayvotas de rabo gordo. Depois quando acordam a meio da tarde voltam lá – e lá está a bicha – outra bicha interminável, para recolher os vistos, os intelectualóides trombilham de novo, despenteados, casposos e com a boca suja (intelectualóide lusitano não lava os dentes): “ide lá, ide, ide lá fazer filhos mulatos…”
Derrotada em Sintra, à beira da exaustão nervosa, depois de três horas no IC19, Ana Gomes chega a Alcântara e fala de longe aos desesperados de migalhas: “Eu sou amiga de Angola, eu nunca falei mal de Angola, quem falou mal foi o doutor Pacheco Pereira, eu nunca fui à Jamba, eu nunca vi o Savimbi, eu não pus nome de Savimbi no meu filho, quem pôs foi o João…” Os zombies lusitanos não a ouvem, nem a ela nem ao tal Pereira, os ciumentos, os despeitados, os preconceituosos, os vozinhas finas, cheios de raiva por causa daquelas bichas longas, cada pessoa que ali chega desesperada que chega à bicha é mais uma cárie naqueles dentes sujos: “não, não, não estão a chegar mais, doutor, diga-me que não estão a chegar mais…”.
Quem chega atrasado à interminável bicha diária e não ouviu, pergunta quem é aquela nervosa com aqueles tiques esquisitos. Um desesperado lhe diz, desinteressado: é uma gaja de Sintra que está bem instalada na Europa e vem aqui cuspir perdigotos gozando connosco, como aquele Pereirinha gorduxoso esquisito que brinca com a nossa miséria.
Então o desesperado alcança a porta e uma luz se abre, chora de alegria pela primeira vez há muito tempo, sai do mundo escuro dos mortos e entra no mundo luminoso da esperança.

Deutsche Bank escondeu 12 mil milhões de dólares de perdas

[Caros concidadãos, com mais esta notícia o "quadro" começa a ficar mais evidente, torna-se mais transparente a fonte da crise global financeira, uma verdadeira vergonha da nossa dita civilização! Queremos que os responsáveis sejam julgados e punidos, basta de criarem tragédia entre os inocentes!...Original aqui. AZ]
 
O banco alemão camuflou prejuízos durante a crise financeira, evitando assim um resgate governamental.
O Deutsche Bank não reconheceu perdas de cerca de 12 mil milhões de dólares durante a crise financeira, o que ajudou a que o banco evitasse ser resgatado pelo governo alemão, avança o “Financial Times”, que cita as queixas apresentadas aos reguladores norte-americanos por três ex-colaboradores do banco.
As três queixas feitas às entidades reguladoras dos EUA – incluindo a SEC, que supervisiona o mercado de capitais, sendo a homóloga da CMVM em Portugal – dizem que o Deutsche Bank apresentou avaliações erradas relativamente a uma grande posição em derivados.
Os antigos colaboradores do banco alegam que se o Deutsche tivesse contabilizado adequadamente as suas posições – no valor nominal de 130 mil milhões de dólares -, o seu capital teria caído para níveis perigosos durante a crise financeira e poderia ter sido necessário um resgate governamental para sobreviver.
Em vez disso, acusam os três ex-colaboradores, os “traders” do banco – com o conhecimento dos executivos seniores – evitaram registar as perdas, não fazendo a avaliação dos seus activos pelo valor do mercado, durante a crise nos mercados do crédito em 2007-2009.
Dois dos ex-colaboradores alegam que o Deutsche não avaliou correctamente o valor dos seguros fornecidos em 2009 pela Berkshire Hathaway, do famoso investidor Warren Buffett, sobre algumas dessas posições. Esta é a primeira vez que se fala da existência destes acordos. No entanto, o Deutsche refere, citado pelo “FT”, que estas alegações têm mais de dois anos e meio e que foram publicamente reportadas em Junho de 2011. Além disso, o banco sublinha que as queixas foram alvo de “cuidada investigação” e que se revelaram “totalmente infundadas”.
 

Há alternativas a este mundo de horror. Saiba quais!


"Casi todo lo que realice será insignificante, pero es muy importante que lo haga." Mahatma Gandhi.
 
Se adjunta el libro entero en formato PDF, aunque se vende en librerías al precio de 10 euros. VEJA AQUI
HAY ALTERNATIVAS, el libro de Vicenç Navarro, Juan Torres López y Alberto Garzón, con prólogo de Noam Chomsky, que sus autores ponen en libre circulación porque la editorial Aguilar se echó atrás en el último momento. Si te gusta, ¡Pásalo!Dice cosas como:

- Que la crisis mundial es lo que ya sabemos todos: terrorismo financiero.

- Que España es el único país de la OCDE en donde los salarios reales no han crecido en los últimos 15 años.

Y que no hemos vivido por encima de nuestras posibilidades, sino que los salarios han estado por debajo de nuestras necesidades.

- Que hace 20 años, la diferencia salariales entre Directivos y asalariados era de 10-20 veces superior y ahora es hasta 100-200 veces superior.

- Que los países que están soportando bien la crisis son los países del norte de Europa, donde los servicios sociales ocupan un 25% y en España sólo un 9%, y estos servicios sociales se financian, por ejemplo, con la política fiscal de Suecia.

- Que por lo tanto, cuando nos dicen que hay que reducir el gasto público, y reducir los sueldos para generar riqueza y empleo, es todo lo contrario, y eso lo explica con todo lujo de detalles el libro.

- Que la diferencia entre Suecia y España es que allí los ricos pagan los impuestos, y aquí sólo pagan los trabajadores con nómina, pero que las grandes empresas españolas, la gran mayoría sólo declara un 10% de sus ganancias, y que las grandes fortunas, sólo un 1%, si acaso. Y para eso utilizan los paraísos fiscales y otras tretas, que hasta los bancos, sus compinches, les ayudan a desviar.

- Que en otros países de Europa, las grandes empresas no despidieron a sus empleados, sólo redujeron la jornada de trabajo. Por lo tanto no se generó paro.

- Que los planes de austeridad que nos imponen sólo dirigen las economías hacia el desastre.

Y que todo esto viene de la economía NEOLIBERAL que impusieron al mundo R. Reagan y Thatcher. (esto lo explica muy bien Naomi watts. en su libro y documental: la doctrina del shock).

- Que en España, con los 40 años de dictadura, donde el poder de la banca y los empresarios estaba muy unida a la política, todavía sigue esa tendencia: el poder de clase. (ver pág. 109-110)

- Que no dejes de leer el capítulo V, sobre todo páginas 107 a119, las páginas que se ven arriba con las flechitas.

- Que en el cap.VII habla sobre los bancos, y la forma en que trabajan, como ya sabemos todos, al ser dirigidos por Wall Street y la City de Londres. Y que habría que nacionalizar las Cajas de Ahorros, para que sea un dinero que realmente sirva al pueblo, y a las pequeñas y medianas empresas. Ahora se está haciendo todo lo contrario.

- Que el 0,66% de la población mundial tiene el 66% de los ingresos mundiales anuales.

También dice que en España no hay ninguna razón para que estemos mal económicamente, sólo que, se han montado de tal forma las cosas, que ahora los bancos y los ricos no paran de ganar dinero, y sin embargo, la población es cada día más pobre y está más estrangulada. 

Hace un par de meses, la Editorial Aguilar, mostró su interés en publicar nuestro libro: HAY ALTERNATIVAS. Propuestas para crear empleo y bienestar en España, que nos prologó Noam Chomsky. 
Cuando ya se había concretado como fecha de publicación el libro el 19 de octubre y se había comenzado su promoción en la web de Aguilar y en librerías, los editores nos comunicaron que la empresa deseaba retrasarla sin otra explicación de por medio, lo que nos obligó lamentablemente a desestimar su publicación en esa editorial. Se confirmaba así lo difícil que resulta difundir en España, en los momentos en que son más necesarias que nunca, como ahora, ideas alternativas al pensamiento único que predomina en el debate político y social. 
Para solventar esta situación hemos optado por ofrecer nuestra obra gratuitamente en formato pdf a través de la red y en una nueva edición impresa en Ediciones Sequitur que, con la colaboración de ATTAC España, se ha arriesgado a publicar rápidamente este libro que estará en librerías al precio de 10 euros a partir del 31de octubre. 
Tenemos la firme convicción de que sólo haciendo que la ciudadanía sepa lo que de verdad está sucediendo en nuestra economía y divulgando las alternativas que existen a esta aguda crisis del capitalismo podremos salir de ella con más empleo y bienestar social, como demostramos en este libro. 
Por eso llamamos a divulgar esta versión en pdf, a estudiarla y difundir sus propuestas y pedimos a todos los lectores que se conviertan en distribuidores del libro una vez que se encuentre impreso. 
Contra la censura de los grandes oligopolios y el pensamiento único que imponen los poderes económicos, financieros y mediáticos defendamos la pluralidad y la libertad de pensamiento conociendo y difundiendo el pensamiento crítico. 
Os pedimos vuestra colaboración para demostrar a quienes han intentado silenciar este texto que su tiempo se está terminando. 
Difundid todo lo posible este libro que os envío.


Prólogo do livro~Por Noam Chomsky
En 1978 el presidente del sindicato más poderoso de Estados Unidos, Douglas Fraser, de la federación de los traba-jadores de la industria del automóvil United Auto Workers (UAW) condenó a los "dirigentes de la comunidad empresarial" por haber "escogido seguir en tal país la vía de la guerra de cla-ses (class war) unilateral, una guerra de clases en contra de la clase trabajadora, de los desempleados, de los pobres, de las minorías, de los jóvenes y de los ancianos, e incluso de los sec-tores de las clases medias de nuestra sociedad". Fraser también los condenó por haber "roto y descartado el frágil pacto no escrito entre el mundo empresarial y el mundo del trabajo, que había existido previamente durante el periodo de crecimiento y progreso" en el periodo posterior a la Segunda Guerra Mundial conocido comúnmente como la "edad dorada" del capitalismo (de Estado).
 
El reconocimiento de la realidad por parte de Fraser fue acertado aunque tardío. Lo cierto es que los dirigentes empre-sariales y sus asociados en otros sectores de las élites dominan-tes estaban constantemente dedicados a una siempre presente guerra de clases, que se convirtió en unilateral, sólo en una dirección, cuando sus víctimas abandonaron tal lucha. Mientras Fraser se lamentaba el conflicto de clases se iba recru-deciendo, y desde entonces ha ido alcanzando unos enormes niveles de crueldad y salvajismo en Estados Unidos que, al ser el país más rico y poderoso del mundo y con mayor poder hegemónico desde la Segunda Guerra Mundial, se ha converti-do en una ilustración significativa de una tendencia global.


 
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HAY  ALTERNATIVAS
 
Durante los últimos treinta años el crecimiento económico ha continuado aunque no al nivel de la "edad dorada", pero para la gran mayoría de la población la renta disponible ha per-manecido estancada mientras que la riqueza se ha ido concen-trando, a un nivel abrumador, en una facción del 1 por ciento de la población, la mayoría de los ejecutivos de las grandes cor-poraciones, de empresas financieras y de alto riesgo, y sus aso-ciados. Este fenómeno se ha ido repitiendo de una manera u otra a nivel mundial. China, por ejemplo, tiene una de las desi-gualdades más acentuadas del mundo.
 
Se habla mucho, hoy en día, de que por el hecho de que "Estados Unidos esté en declive" hay un cambio en las relacio-nes de poder a nivel global. Esto es parcialmente cierto, aunque no significa que otros poderes no puedan asumir el rol y la supremacía que ahora tiene Estados Unidos.
 
El mundo se está convirtiendo así en un lugar más diverso en algunos aspectos, pero más uniforme en otros. Pero en todos ellos existe un cambio real de poder: hay un desplazamiento del poder del pueblo trabajador de las distintas partes del mundo hacia una enorme concentración de poder y riqueza. La litera-tura económica del mundo empresarial y las consultorías a los inversores súper ricos señalan que el sistema mundial se está dividiendo en dos bloques: la plutocracia, un grupo muy importante, con enormes riquezas, y el resto, en una sociedad global en la cual el crecimiento que en una gran parte es des-tructivo y está muy desperdiciado beneficia a una minoría de personas extraordinariamente ricas, que dirigen el consumo de tales recursos. Y por otra parte existen los "no ricos", la enorme mayoría, referida en ocasiones como el "precariado" global, la fuerza laboral que vive de manera precaria, entre la que se incluye mil millones de personas que casi no alcanzan a sobre-vivir.
 
Estos desarrollos no se deben a leyes de la naturaleza o a leyes económicas o a otras fuerzas impersonales, sino al resul-tado de decisiones específicas dentro de estructuras institucio-nales que los favorecen. Esto continuará, a no ser que estas


 
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PRÓLOGO

 

decisiones y planes se reviertan mediante acción y movilizacio-nes populares con compromisos dedicados a programas que abarquen desde remedios factibles a corto plazo hasta otras propuestas a más largo plazo que cuestionen la autoridad ilegí-tima y las instituciones opresivas entre las que reside el poder. Es importante, por lo tanto, acentuar que hay alternativas.

 

Las movilizaciones del 15M son una ilustración inspiradora que muestra qué es lo que puede y debe hacerse para no conti-nuar la marcha que nos está llevando a un abismo, a un mundo que debería horrorizar a todas las personas decentes, que será incluso más opresivo que la realidad existente hoy en día.