terça-feira, 6 de novembro de 2012

Como é que, num país tão pequeno, cabe tanto ladrão!!!

COMO É QUE, NUM PAÍS TÃO PEQUENO, CABE TANTO LADRÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
POR ACASO FAZEM IDEIA, QUAL É VERDADEIRAMENTE O CONSUMO DE ELECTRICIDADE NUMA FACTURA EM QUE SE PAGA P. EX. 116,00 € ?!

ENTÃO, VÊ A DESCRIMINAÇÃO NO QUADRO ABAIXO... E PASMA-TE!!!
Descriminação
Taxa
Importância
CUSTO EFECTIVO DA ELECTRICIDADE CONSUMIDA
34,00
Taxa RDP e RTP
7%
6.80
Harmonização Tarifária dos Açores e da Madeira
3%
1,60
Rendas por passagem de cabos de alta tensão para Municípios e Autarquias
10%
5,40
Compensar de Operadores - EDP, Tejo Energia e Turbo Gás
30%
16,10
Investimento em energias renováveis
50%
26,70
Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência e da ERSE
7%
3,70
Soma
94,30
IVA
23%
21,70
Total
116,00
ACHAM QUE A ELECTRICIDADE ESTÁ CARA ?....

ESTE EMAIL DEVE SER REPASSADO AO MÁXIMO PARA TODA A GENTE FICAR A CONHECER O ROUBO QUE NOS É FEITO NA FACTURA DA EDP !!!




Permaneçam sentados para não caírem:

- 7% - São Taxas para a RDP e RTP (para que Malatos, Jorge Gabrieis, gajas como por exp.. Catarinas Furtados e outras que tais possam receber salários de 17.000€/mês e mais);

- 3% - São a harmonização tarifária para os Açores e Madeira, ou seja, é um esforço que o país (TODOS NÓS) fazemos pela insularidade, dos madeirenses e açorianos, para que tenham electricidade mais barata. Isto é, NÓS já pagamos durante 2011, 75 M€ para aqueles ilhéus terem a electricidade mais barata !!! Quando aqui já nem se pode ligar um aquecimento no inverno.

- 10% - São para rendas aos Municípios e Autarquias. Mas que m... vem a ser esta renda? Eu explico: a EDP (TODOS NÓS) pagamos aos Municípios e Autarquias uma renda sobre os terrenos, por onde passam os cabos de alta tensão. Isto é, TODOS NÓS, já pagamos durante 2011, 250 M€ aos Municípios e Autarquias por aquela renda.

- 30% - São para compensação aos operadores. Ou seja, TODOS NÓS, já pagamos em 2011, 750 M€ para a EDP, Tejo Energia e Turbo Gás.

- 50% - São para o investimento nas energias renováveis. Aqueles incentivos que o Sócrates deu para o investimento nas energias renováveis e que depois era descontado no IRS, também o pagamos. Ou seja, mais uns 1.250 M€. Que apenas serve uma meia dúzia de “instalados” bem conhecidos.

- 7% - São de outros custos incluídos na tarifa, ou sejam 175 M€.
Que custos são estes? São Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência, custos de funcionamento da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Eléctricos), planos de promoção do Desempenho Ambiental da responsabilidade da ESE e planos de promoção e eficiência no consumo, também da responsabilidade da ERSE, outro antro de amigos do poder que se banqueteiam ali na 24 de julho com um parque automovél estilo Frankfurt com ordenados e regalias ao estilo dos velhos clubes de milionários.

Estão esclarecidos?
Isto é uma vergonha!!!
NÓS TODOS pagamos tudo!!!

Pagamos para que nos Açores e Madeira tenham eletricidade mais barata, pagamos aos Municípios e Autarquias, para além de IMI's, IRS's, IVA's em tudo que compramos e outras taxas...
Somos sugados, chupados, dissecados...
e não há meio de nos indignarmos?
Ist é, não sabemos mostrar a nossa indignação duma forma eficaz!

Políticos e juízes com a cabeça a prémio-Organização secreta prepara mortes e atentados à bomba

[Bom, a "coisa" está a ficar mesmo preta!!!...mas um estuporado Regime como este vigente nesta abandonada nação, só pode dar nisto! AZ]
 
Jornal «O Crime»

Sociedade:

Políticos e juízes com a cabeça a prémio

Organização secreta prepara mortes e atentados à bomba

Por: Carlos Tomás



Vários empresários do Norte do País estão a formar uma força armada que tem como objectivo abater os nomes que constam de uma extensa lista ainda em elaboração.

“Não são umas novas FP-25, porque não têm objectivos de ganhar dinheiro, nem de tomar o poder.” Foi assim que um empresário do Norte explicou a “o Crime” aquilo que está a ser preparado e que ameaça espalhar o terror no país. O objectivo, segundo as nossas fontes, é só um: “Eliminar todos aqueles que têm levado Portugal à bancarrota, corruptos e pessoas que os apoiam.”

A lista com alvos a abater, segundo o nosso jornal apurou, é extensa e ainda não está fechada: “Há muitos nomes que estão a ser metidos na lista. Temos na organização pessoas oriundas de todos os quadrantes da sociedade portuguesa e que estão a dar os nomes das pessoas que têm de ser mortas, justificando com provas documentais os motivos pelos quais eles devem fazer parte da lista. Não queremos abater inocentes, nem perseguir pessoas só porque alguém não gosta delas”, assumiu uma das nossas fontes que, por razões “de segurança” solicitou o anonimato, lançando o aviso: “Tenha atenção. Uma notícia a relatar que este movimento está em curso pode espantar a caça e nós não queremos isso.”

Da lista já elaborada, constam nomes de diversos políticos, a maioria pertencentes aos partidos que ocuparam o poder desde 1974 até agora, economistas e comentadores televisivos conotados com esses partidos, juízes, magistrados do Ministério Público, advogados e pessoas com ligações à Maçonaria e à Opus Dei.

“Não temos quaisquer ambições políticas. Apenas consideramos que o País tem de mudar o seu rumo e que nos últimos anos têm sido sempre os mesmos a beneficiar de apoios financeiros e do Estado. Não foram os portugueses que contraíram as dívidas para agora as terem de pagar. Estamos a identificar os verdadeiros responsáveis pela crise e esses é que terão de ser eliminados, porque quando se deixa uma cobra viva, nunca se sabe quando é que volta a atacar”, explicou um empresário ligado ao movimento secreto.

“Braço-armado

Segundo a mesma fonte, o “braço-armado” desta organização é composto por “nacionalistas, que não se revêem no país, que amam Portugal, mas que precisam de ser bem liderados para atacar os alvos certos”.

Questionado sobre as formas de financiamento do grupo que ameaça aterrorizar o País, um dos empresários que está por trás do movimento foi lacónico: “Todos nós temos dinheiro. Não somos milionários, mas temos o suficiente, unidos, para aguentar a ´guerra´. O material que se pretende adquirir – armas e explosivos – também não é caro e em Espanha até se consegue com facilidade.”

As autoridades nacionais, nomeadamente o Serviço de Informações de Segurança (SIS) desconhece, segundo “o Crime” apurou, quaisquer movimentações de grupos com intenções “terroristas”. Mas uma das nossas fontes foi elucidativa:

“Quando rebentar a primeira bomba e morrerem os primeiros alvos da lista, vão passar a conhecer.”

Comunicado da Associação de Oficiais das Forças Armadas

“Aproximando-se a realização de iniciativas de carácter cívico, reflexo das medidas anunciadas e expressão de um irrecusável mal-estar transversal a toda a sociedade, como comprovadamente atestam declarações de eminentes personalidades dos diferentes quadrantes políticos e sociais, vimos, por este meio, manifestar a nossa calorosa solidariedade a todos os portugueses que sofrem o peso dos enormes sacrifícios que lhes foram impostos, relembrando que já o fizemos no passado ano de 2011”, lê-se no comunicado da AOFA hoje divulgado.

Sublinhando que, “antes de mais” os militares são “cidadãos sujeitos às mesmas injustas e iníquas medidas, e “porque ser cidadão não se resume apenas à circunstância de estar em sociedade, uma vez que é necessário também participar de algum modo na sua transformação”, a AOFA manifesta a sua solidariedade “com todas as iniciativas que, no exercício de um direito de cidadania, afirmem a recusa face a práticas injustas sempre apresentadas sob a capa de nobres objectivos”.

[ver artigo do Público. A "coisa" esta ficando preta!?...AZ]

“Num momento como este, por todos reconhecido como de extrema gravidade e em que as tensões sociais poderão culminar em justos protestos e outras manifestações de cidadania e indignação constitucionalmente consentidas, importa ainda afirmar que a Associação de Oficiais das Forças Armadas reitera aqui o firme propósito de que, no que de si depender, os militares não serão, nunca, como a Constituição obriga, instrumento de repressão sobre os seus concidadãos”, lê-se no mesmo texto, assinado pelo presidenta da AOFA, Manuel Pereira Cracel.

Em declarações à Lusa, Pereira Cracel afirmou que qualquer militar, enquanto cidadão, poderá participar nas manifestações convocadas para sábado por uma plataforma cívica. O presidente da AOFA acrescentou que ele próprio, “em princípio”, vai estar presente “como cidadão” na manifestação convocada para Lisboa.

Também o presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS), Lima Coelho, espera ir à manifestação de sábado, a título pessoal, para exercer um “ato de cidadania”.

Quanto à ANS, “enquanto organização”, tem a sua “própria agenda” e estão previstas “algumas reuniões com outros parceiros no âmbito do movimento associativo militar”, porém, acrescentou Lima Coelho, nada impede que os associados, “enquanto cidadãos” participem nas iniciativas de sábado.

O presidente da Associação de Praças da Armada (APA), Luís Reis, disse à Lusa que vai participar nos protestos de sábado, também “como cidadão”. Quanto aos associados, “cada um decide por si”.

A APA, “enquanto organização”, solidariza-se com quem quiser “reverter a situação”: “Não podemos compreender este estado de coisas que levam ao definhar do país e dos portugueses”, afirmou.

Esta é a realidade nua e crua... dos vencimentos...!

ESTA É A REALIDADE NUA E CRUA... DOS VENCIMENTOS...!
Vencimentos....

EXCELENTE!!!


VENCIMENTOS PARA A “VIDA”

Em início de carreira, mas...


Ordenado Mínimo..........€ 485,00 - Para governar a vida;

G.N.R..........................€ 800,00 - Para arriscar a vida;

Bombeiro....................€ 960,00 - Para salvar vidas;

Professor....................€ 930,00 - Para preparar para a vida;

Médico.....................€ 2.260,00 - Para manter a vida;

Deputado................ € 6.700,00 - Para nos lixar a vida.
 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A 5ª maior Câmara do país é gerida por uma empresa familiar...



Assunto: A 5ª maior Câmara do país é gerida por uma empresa familiar

Carlos Teixeira já vai no terceiro mandato na Câmara de Loures,
empregou a mulher, a filha, dois cunhados e a nora.
A notícia está hoje no semanário "Expresso", que diz que a quinta
maior Câmara do país é gerida como uma empresa familiar. Carlos
Teixeira fez em Março a quinta contratação de um membro da família: a
namorada do filho foi nomeada adjunta do gabinete da presidência.
"Admito que possa parecer mal mas não me pesa na consciência, diz o
autarca ao jornal.
Os familiares referenciados pelo Jornal, são os seguintes:

- Graça Teixeira (mulher)---------------------Directora Delegada do
SMAS

- Joana Calçada (filha)-----------------------Adjunta da Vereadora
Sónia Paixão

- Maria Montserrat (namorada do filho)--------Adjunta do Presidente da
Câmara

- Constantino Teixeira (irmão)---------------Era assessor de um
Vereador, mas saiu para a Valor Sul, empresa participada pela Câmara

- António Baldo (cunhado)---------------------Chefe de gabinete do
Presidente

- Paulo Gualdino (cunhado)--------------------Chefe de Gabinete do
SMAS

A última nomeada presidencial é a espanhola Maria Montserrat, namorada
do filho de Carlos Teixeira, escolhida em Março deste ano como adjunta
do

domingo, 4 de novembro de 2012

Manuela Ferreira Leite e o pensamento oculto

Na cacofonia da política nacional, distingue-se alguém com um pensamento misterioso, oculto, avançando desde há algum tempo a ideia de que se deveria "suspender" a democracia por 6 meses. Tendo aliás (e já agora também) em conta que a própria democracia já não existe, a ser esta uma verdade do domínio público, e por todos reconhecida como tal, já seria motivo para o actual Presidente da República CS depôr o governo e reclamar novas eleições, mas não, não dá jeito, porque muitos amigos seus serão prejudicados.

Ora, me pergunto eu, em que consistirá essa suspensão da democracia, visto que ela na verdade já não existe? Fecho de jornais e rádios (a esmagadora maioria está ao serviço do Regime, pouco efeito terá)? Censura da informação (só se o Regime encetar perseguição aos blogues, últimos redutos da democracia, já que o Sócrates começou o processo)? Perseguição política (é possível que até já tenha começado, o livro do Rui Mateus circula em sites de cidadãos comuns que lutam, o MS seguramente proibiu a sua re-impressão, e outros exemplos poderíamos adiantar)? Mais medidas de austeridade, impostas à revelia das centrais sindicais e outras entidades de controle económico (já o fazem)?



Francamente não sei o que poderia trazer de miraculoso para um Portugal naufragado, atendendo a que hoje em dia os "governantes" (como se diz ainda hoje, mas eu estou certo de que serão apelidados por um nome bestial quando a história se reescrever com base nos princípios civilizacionais) fazem tudo o que lhes der na gana e na mais completamente impunidade.

Resta-me uma última ocurrência mental, talvez MFL queira apenas enfiar no Campo Pequeno um certo número de cidadãos que ainda lutam no seu reduto pelo fim deste estuporado Regime!
AZ

sábado, 3 de novembro de 2012

Estará a acontecer uma revolução no pensamento económico?

[Mais um texto, desta feita de um membro da Board da Reuter, Anatole Kaletsky, jornalista e economista. Mostra-nos com mais clareza os contornos da "guerra económica" instalada na Europa e EUA com mais intensidade, embora como se lê em texto anterior, o Federal Reserve Bank está injectando na economia estadounidense o dinheiro que precisa para "arrancar". Aqui o PPC, CS, MR e DL, só para citar alguns do gang mafioso, sustentam o contrário, o empobrecmento e a vassalagem aos Teutónicos (e os ganhos pessoais avultados que recebem)! AZ]

Quatro anos após o início da Grande Recessão, a economia global não se recuperou, os eleitores estão perdendo a paciência e os governos ao redor do mundo estão caindo como ninepins. Esta é uma situação favorável ao pensamento revolucionário, se ainda não na política, então talvez em economia.Nos últimos meses, o Fundo Monetário Internacional, anteriormente um bastião de austeridade, tem oscilado em favor de políticas fiscais expansionistas. Os EUA Reserva Federal comprometeu-se a impressão de dinheiro sem limites, até que restaura o pleno emprego. E o Banco Central Europeu anunciou compras de bônus ilimitados com dinheiro impresso, uma política denunciado, literalmente, como a obra do diabo pelo presidente do Bundesbank alemão.Esta semana, uma explosão debate ainda mais radical para o aberto na Grã-Bretanha. Sir Mervyn King, governador do Banco da Inglaterra, encontrou-se lutando contra uma ação de retaguarda contra uma onda de apoio para "deixar cair dinheiro de helicópteros" - algo proposto por Milton Friedman em 1969, como a cura definitiva para intratáveis ​​depressões econômicas e recentemente descrito neste coluna como "flexibilização quantitativa para o Povo".Rei tinha que falar porque o tipo de cálculos apresentados aqui no verão passado começou a pegar na Grã-Bretanha. O BoE tem gastou £ 50 bilhões nos últimos seis meses para apoiar os preços dos títulos. Isso poderia sim ter financiado uma apostila de caixa de £ 830 para cada homem, mulher e criança na Grã-Bretanha, ou R $ 3.300 para uma família típica de quatro. Nos Estados Unidos, a US $ 40 bilhões que o Fed prometeu transferir mensal, sem limite de tempo, para os bancos e fundos de obrigações, pudesse financiar um pagamento mensal em dinheiro de R $ 500 por família - para ser continuada indefinidamente até que o pleno emprego é restaurada.Duas semanas atrás, o debate britânico sobre QEP atingiu um crescendo em um discurso ousado por Lord Adair Turner, presidente da Autoridade de Serviços Financeiros, e um dos dois principais candidatos para substituir o Rei como governador do Banco de Inglaterra. Turner é um ex-consultor de gestão famosa na Grã-Bretanha para encontrar soluções criativas para problemas aparentemente insolúveis, de política de mudança climática para a reforma do Serviço Nacional de Saúde. Enquanto ele não chegou a endossar publicamente "dinheiro de helicóptero", Turner sugeriu fortemente nessa direção com uma chamada para "ainda mais inovadora e não convencional" pensamento desde QE já não parece funcionar. Seu discurso foi seguido por uma série de editoriais no jornal Financial Times, a BBC e outros meios de comunicação sobre o dinheiro de helicóptero ea necessidade de pensar BoE sério sobre essas idéias radicais.Rei se sentiu obrigado a contra-atacar em nome do banco central tradicional. Em um discurso na terça-feira, ele partiu para "distinguir entre" bom "e" ruim "criação de dinheiro" e denunciou a "falar sobre a possibilidade de que o dinheiro criado pelo Banco poderia ser usado diretamente para financiar gastos adicionais do governo, ou mesmo dinheiro que poderia ser doado. "Mas a sua oposição ao PEC foi surpreendentemente indiferente, focando não em questões econômicas, mas em convenções burocráticas"Abstraindo da metáfora colorida de" dinheiro de helicóptero, "tais operações combinar políticas monetárias e fiscais", disse ele. "Não há necessidade de as combinar. Uma vez que o Banco decidiu quanto dinheiro deve ser criado para atender a meta de inflação, o caso de o Governo aumentar os gastos ou cortar impostos para combater a crise está em pé ou cai sobre seus próprios méritos. "Essa divisão de responsabilidades é razoável e democrática. Mas deixa bem abertos caso da PEC, desde apostilas dinheiro seria certamente mais eficaz para "combater a crise" do que as compras de títulos para cada £ 1000000000 adicionados à oferta de dinheiro.Era crítica morna King de QEP um indício de que ele, também, está perdendo a fé na QE convencional e gostaria políticos para algo mais ousado sanção? Se assim for, as implicações globais seria enorme, desde que o rei está perto do seu pensamento para presidente do Fed, Ben Bernanke eo Fed. Mais provavelmente, o rei, como a maioria incumbem banqueiros centrais, é verdadeiramente horrorizado com a perspectiva de combinar a política monetária e fiscal. Mas o fato é que a política monetária e fiscal se quase indistinguíveis uma vez as taxas de juros cair para zero, porque não há diferença real entre dinheiro e títulos do governo.O que nos leva a uma proposta ainda mais radical, intimamente relacionado com o debate PEC, que emergiu recentemente do FMI. Em um trabalho de pesquisa que tem ido viral entre os economistas, Jaromir Benes e Michael Kumhof, dois altos funcionários do FMI, descrever uma reforma da gestão monetária que poderiam restaurar toda a produção perdida na Grande Recessão e ao mesmo tempo eliminar os encargos da dívida pública dos Estados Unidos estados, a Grã-Bretanha ea maioria dos países europeus.Esses milagres poderia ser alcançado sem aumento de impostos dolorosas ou cortes de gastos, restaurando aos governos o direito exclusivo de criar dinheiro que perdeu gradualmente a bancos comerciais. O direito de monopólio para criar dinheiro gera um "imposto de senhoriagem", cuja capital valor é cerca de 100 por cento do produto interno bruto dos EUA, de acordo com os cálculos do FMI. Transferindo este benefício enorme de bancos de volta aos governos permitiria dívidas mais nacionais a ser pago.A ideia radical de privar os bancos de sua função de criação de dinheiro, como a ideia de dinheiro de helicóptero, foi proposto por economistas conservadores Chicago - Henry Simons e Irving Fisher - em 1936. Um pedigree ilustre conservador não vai fazer a perda de direitos de senhoriagem aceitável para os lobistas dos bancos mais do que ele ganha dinheiro helicóptero aceitável para os banqueiros centrais convencionais. Mas se a estagnação econômica global continua, a paciência do público com as respostas convencionais vai acabar - e as idéias que agora parecem revolucionário pode tornar-se a sabedoria convencional.