segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Homem detido por fotografar carro mal estacionado ao serviço de Aguiar Branco

[notícia original aqui, jornal o Público. A impunidade continua...Acudam-nos! AZ]

O carro, um Alfa Romeo preto que pertencia à PSP mas estava descaracterizado, estava no passeio da rua do escritório de advocacia de Aguiar-Branco. O homem, também advogado, decidiu tirar uma fotografia com o telemóvel, tendo sido abordado e detido para identificação por agentes da PSP.

O ministro, refere a TVI, pode fazer uso da segurança da PSP mesmo em situações particulares, mas não pode estacionar em cima de um passeio.

Segundo António Vilar, o advogado identificado pela polícia, é frequente o carro ao serviço do ministro estar às segundas e sextas-feiras parado naquele local. À TVI, o gabinete de Aguiar-Branco confirmou que o governante esteve esta tarde no Porto.

Notícia corrigida às 21h38
Por lapso, a marca do carro estava escrita com um erro.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O Orçamento para 2013 é um CRIME DE ESTADO CONTRA O PAÍS!!!

[Texto de Daniel Oliveira, Expresso online.AZ]
 
O Orçamento para 2013, que será apresentado hoje, com mais ou menos pequenas alterações em relação ao que já se sabe, é um crime de Estado contra o País.
É, antes de mais, um crime contra a economia. Desviando somas colossais da economia para pagamento de juros usurários da dívida, será o golpe de misericórdia no mercado interno. Não sobrará dinheiro para nenhum consumo para além do essencial - e para uma enorme quantidade de portugueses, nem isso. Durante o ano de 2013, somar-se-ão as falências, os despedimentos em massa, as prestações das casas e as rendas por pagar. Este orçamento será uma hecatombe para os trabalhadores e para as empresas.
É, por isso, um crime contra as contas públicas. Porque é às empresas e ao trabalho que o Estado vai buscar a sua receita. Sem economia e sem emprego as despesas crescem - e contra isso restará acabar com os subsídios de desemprego e entregar uma parte significativa do País à miséria - e as receitas, por mais altos que sejam os impostos, caem a pique. Para resolver um problema agravaremos esse problema. Só um idiota não vê isto.
É um crime contra a classe média, que será esmifrada até ao último cêntimo. E é preciso ter em conta que a classe média em Portugal não é a classe média do resto da Europa. Vivia apenas com um bocadinho mais do que era necessário para ter o essencial. O bocadinho que sobrava para alguma poupança e algum consumo. Ou seja, grande parte da classe média será atirada para a pobreza. E, em todas as economias, a classe média é, muito mais do que as classes altas, o motor do mercado interno. É ela que garante grande parte do consumo.
É um crime contra a justiça social. A redução do número de escalões põe no mesmo saco pessoas classe média baixa e classe média, classe média e classe média alta, classe média alta e ricos. Os impostos que mais sobem são os da classe média baixa. Os que menos sobem são os que se situavam no que era o escalão mais alto. A sobretaxa, não sendo progressiva, aplica-se igualmente para todos.
É um crime contra a honra do Estado. Porque os pensionistas que recebem reformas "milionárias" de 1.300 euros são roubados nas suas poupanças. Eles confiaram o seu dinheiro ao Estado. E essa confiança dependia de um compromisso: que, descontado o que é necessário para a redistribuição dos rendimentos, esse dinheiro lhes seria devolvido quando deixassem de trabalhar. É extraordinário que este governo se preocupe tanto em passar a ideia de que honra os seus compromissos e paga as suas dívidas externas e não se incomode com a sistemática violação dos seus compromissos com os cidadãos portugueses e os calotes que lhes dá. Que os contratos das PPP's sejam inegociáveis mais os contratos com os portugueses não tenham qualquer valor.
É um crime contra a autoridade do Estado. Qualquer português, perante a escolha de deixar de comer, de deixar de mandar os seus filhos à escola, de deixar de ter casa onde viver ou de deixar de pagar impostos escolherá, como é evidente, não pagar impostos. Tentará (e quem o poderá condenar) fugir ao fisco. Tentará (e quem lhe apontará o dedo) enganar o Estado. Os que não o conseguirem fazer às escondidas farão às claras e esperarão por uma justiça atolada em processos. Será o salve-se quem puder. Ficarão os que nada podem fazer para fugir ao assalto a pagar a despesa.
Este orçamento é um crime. E como crime deve ser tratado. A partir de hoje, e confirmando-se as linhas fundamentais do Orçamento, é um imperativo patriótico impedir que ele seja aprovado. Na rua, nos tribunais, em todo o lado. E fazer tudo o que a lei permite para que estes loucos sejam escorraçados de São Bento.
por Daniel Oliveira
Publicado no Expresso Online

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Em como a economia de um país pode funcionar com 0 euros!...

Um casal chega a um hotel e pergunta quanto custa um quarto para o fim de semana. O recepcionista responde: 100 euros pelos 2 dias.
- Muito bem. Responde o cavalheiro. Mas gostaríamos de conhecer as v. instalações antes de reservarmos. Os quarto, a piscina, o restaurante...
- Não há problema, responde o recepcionista. Os Srs. deixam uma caução de 100 euros e podem visitar as nossas instalações à vontade. Se não gostarem nós devolvemos o dinheiro.
- Combinado, disse o casal.
Deixaram os 100 euros e foram visitar o hotel.

Acontece que:
O recepcionista devia 100 euros à mercearia do lado e foi a correr pagar a dívida.
O merceeiro devia 100 euros na sapataria e foi a correr pagar a dívida.
O sapateiro devia 100 euros no talho e foi a correr pagar a dívida.
O talhante devia 100 euros à agência de viagens e foi a correr pagar a dívida.
O dono da agência devia 100 euros ao hotel e foi a correr pagar a dívida.

Nisto o casal completou a visita e informou que afinal não vão ficar no hotel.
- Não há problema. Tal como lhe disse, aqui tem o seu dinheiro, respondeu o recepcionista.

CONCLUSÃO Toda a gente pagou a quem devia... sem dinheiro nenhum. O casal levou os 100 euros que pagaram todas as 5 dívidas no valor total de 500 euros. Ponham aqui os olhos e percebam que todo o sistema financeiro, desde que inventaram os números negativos, se tornou uma fraude. Zero euros pagaram 500 em dívida. E podíamos continuar indefinidamente.

Como dizia Milton Friedman: "Não perguntem onde está o dinheiro porque ele não está em lado nenhum!"

Nova tabela de impostos


Uma denúncia corajosa no programa prós e contras!!!

No programa “Prós e Contras” da passada segunda-feira (15 de Outubro de 2012), o empresário Mauro Sampaio, um brasileiro filho de pais portugueses que tem a sua micro-empresa em Portugal há bastantes anos, colocou o dedo na ferida ao falar de assuntos que poucos tem coragem de falar, principalmente na televisão… quem fala assim não é gago!
Mauro coloca de forma muito clara toda a trama política nacional, dramática, e sugere que se peça ajuda no exterior, em particular, junto das entidades brasileiras ligadas ao combate ao crime...Concordo inteiramente!!!

UM VÍDEO QUE MERECE SER PARTILHADO!

VEJA AQUI!

Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luis XIV...

Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV, na peça teatral Le Diable Rouge, de Antoine Rault:

Colbert: - Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado até o pescoço...
Mazarino: - Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas, vai parar à prisão. Mas o Estado... é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!
Colbert: - Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criámos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: - Criando outros.
Colbert: - Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: - Sim, é impossível.
Colbert: - E sobre os ricos?
Mazarino: - Os ricos também não. Eles parariam de gastar. E um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: - Então como faremos?
Mazarino: - Colbert! Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há uma quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que trabalham sonhando enriquecer, e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais elas trabalharão para compensar o que lhes tiramos. Formam um reservatório inesgotável. É a classe média!
................

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Que grande pouca vergonha!...

Paulo Campos, ex-secretário de Estado do governo de Sócrates e deputado do PS afinal receb apoio dos pais...