segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O pistoleiro Borges-texto de Clara Ferreira Alves


Os arautas da transparência-texto de Domingos Ferreira



Os arautos da transparência...

"Os arautos da transparência, têm como adjunto do primeiro-ministro, o senhor Carlos Moedas, que se veio agora a saber ter 3 empresas ligadas às Finanças, aos Seguros e à Imagem e Comunicação, tendo tido como sócios, Pais do Amaral, Alexandre Relvas e Filipe de Button a quem comprou todas as quotas em Dezembro passado.
Como clientes tem a Ren, a EDP, o IAPMEI, a ANA, a Liberty Seguros entre outros.
Nada obsceno para quem é adjunto de PPC!
E não é que o bom do Moedas até comprou as participações dos ex-sócios para "oferecer" o bolo inteiro à mulher???!!!!. Disse ele à Sábado.
Não esquecer ainda que o Carlos Moedas é um dos homens de confiança do Goldman Sachs, a cabeça do Polvo Financeiro Mundial, onde estava a trabalhar antes de vir para o Governo.
Também o António Borges é outro ex-dirigente do Goldman e que agora está a orientar(!?!?) as Privatizações da TAP, ANA, GALP, Águas de Portugal, etc.
Adoro estes liberais de trazer por casa, dependentes do Estado, quer para um emprego, quer para os seus negócios.
Lamentavelmente, a política económica suicidária da UE, que resultou nas tragédias que ja todos conhecem, acresce a queda do Governo Holandês (ironicamente, acérrimo defensor da austeridade) e o agravamento da recessão em Espanha. Por conseguinte, a zona euro vê o seu espaço de manobra cada vez mais reduzido e os ataques dos especuladores são cada vez mais mortíferos. Vale a pena lembrar uma vez mais que o Goldman and Sachs, o Citygroup, o Wells Fargo, etc. apostaram biliões de dólares na implosão da moeda única. Na sequência dos avultadíssimos lucros obtidos durante a crise financeira de 2008 e das suspeitas de manipulação de mercado que recaíam sobre estas entidades, o Senado norte americano levantou um inquérito que resultou na condenação dos seus gestores. Ficou também demonstrado que o Goldman and Sachs aconselhou os seus clientes a efectuarem investimentos no mercado de derivados num determinado sentido. Todavia, esta entidade realizou apostas em sentido contrário no mesmo mercado. Deste modo, obtiveram lucros de 17 biliões de dólares (com prejuízo para os seus clientes).
Estes predadores criminosos, disfarçados de banqueiros e investidores respeitáveis, são jogadores de póquer que jogam com as cartas marcadas e, por esta via, auferem lucros avultadíssimos, tornando-se, assim, nos homens mais ricos e influentes do planeta. Entretanto, todos os dias são lançadas milhões de pessoas no desemprego e na pobreza em todo o planeta em resultado desta actividade predatória. Tudo isto, revoltantemente, acontece corn a cumplicidade de governantes e das autoridades reguladoras. Desde a crise financeira de 1929 que o Goldman and Sachs tem estado ligado a todos os escândalos financeiros que envolvem especulação e manipulação de mercado, com os quais tem sempre obtido lucros monstruosos. Acresce que este banco tem armazenado milhares de toneladas de zinco, alumínio, petróleo, cereais, etc., com o objectivo de provocar a subida dos preços e assim obter lucros astronómicos. Desta maneira, condiciona o crescimento da economia mundial, bem como condena milhões de pessoas a fome.
No que toca a canibalização económica de um país a fórmula é simples: o Goldman, com a cumplicidade das agências de rating, declara que um governo está insolvente, como consequência as yields sobem e obriga-o, assim, a pedir mais empréstimos com juros agiotas. Em simultâneo impõe duras medidas de austeridade que empobrecem esse pais. De seguida, em nome do aumento da competitividade e da modernização, obriga-os a abrir os seus sectores económicos estratégicos (energia, águas, saúde, banca, seguros, etc.) às corporações internacionais.
Como as empresas nacionais estão bastante fragilizadas e depauperadas pelas medidas de austeridade e da consequente recessão não conseguem competir e acabam por ser presa fácil das grandes corporações internacionais.
A estratégia predadora do Goldman and Sachs tem sido muito eficiente. Esta passa por infiltrar os seus quadros nas grandes instituições políticas e financeiras internacionais, de forma a condicionar e manipular a evolução política e económica em seu favor e em prejuízo das populações. Desta maneira, dos cargos de CEO do Banco Mundial, do FMI, da FED, etc. fazem parte quadros oriundos do Goldman and Sachs. E na UE estão: Mário Draghi (BCE), Mário Monti e Lucas Papademos (primeiros-ministros de Itália e da Grécia, respectivamente), entre outros. Alguns eurodeputados ficaram estupefactos quando descobriram que alguns consultores da Comissão Europeia, bem como da própria Angela Merkel, tem fortes ligações ao Goldman and Sachs. Este poderoso império do mal, que se exprime através de sociedades anónimas, está a destruir não só a economia e o modelo social, como também as impotentes democracias europeias."

Domingos Ferreira
Professor/Investigador Universidade do Texas, EUA, Universidade Nova de Lisboa

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Quando responderá (de novo) a Alemanha perante a História?


Como é possível que os Europeus não tenham aprendido as lições da História? O horror da 1ª e 2ª Guerras Mundiais, despoletadas por um povo tido como "civilizado", considerado um povo "culto", voltado para as Artes, Ciência e Filosofia, deixam qualquer um de nós perplexo. E agora, como se tudo fosse esquecido, a Alemanha volta de novo à velha tentação, tal um pederasta sem cura, ameaçando a integridade e o bem estar das populações do resto da europa, em nome de um velho sonho imperial, desusado nos tempos de hoje, tempos que requerem uma Humanidade mais amadurecida. Como será julgado, de novo!, o grande povo Alemão? Independentemente de todos aqueles Alemães que amam a liberdade e respeitam todos os outros, que combateram o nacional-socialismo e tentações totalitárias, que morreram nos campos de trabalho nazis?
O que aconteceria se todos nós, europeus circunvizinhos, deixássemos de adquirir os seus tão confiáveis produtos? O que aconteceria se Gregos, Búlgaros e tantos outros, reclamassem dos infinitos prejuízos que tanto causaram pelo mundo? Ganhem juízo!

AZ

Vejam este artigo da BBC, de 2 de Fevereiro de 2012 [tradução via Google Translator, mas em Inglês aqui.)

'Voltar a 1945'
 Os murmúrios estão crescendo. Alemanha - com sua força econômica - está se tornando poderoso demais. Há um ressentimento crescente com o que é visto como uma tentativa de Berlim para moldar o resto do continente à sua própria imagem.Ela surgiu há poucos dias que a chanceler Angela Merkel iria aparecer na campanha francesa em apoio do presidente Nicolas Sarkozy.Aparentemente, foi idéia do presidente francês. Angela Merkel é extremamente respeitado na França. Seu endosso não é pouca coisa.A chanceler alemã vê uma vitória socialista como uma ameaça ao seu novo pacto de disciplina orçamental.No entanto, já socialistas franceses estão reclamando que a Alemanha está a interferir nas eleições francesas. Alguns políticos se queixam de que a França já cedeu demais influenciar para a Alemanha.E o que acontece se, François Hollande, o candidato socialista, chega ao Eliseu? Ele não vai esquecer de onde lealdades da chanceler alemã mentir.'Ocupação' Alemão
E depois houve a sugestão alemão que a Grécia não pode ser confiável para implementar reformas e que um comissário da UE deverão, em efeito executar sua economia.Este encontrou-se com fúria total em Atenas.As pessoas nas ruas, disse: "Não há nenhuma maneira que nós, como os gregos, pode aceitar isso.""É como uma ocupação", disse um deles se.Até mesmo o ex-primeiro-ministro, George Papandreou, que quando no poder era um grande defensor da solidariedade, alertou para o perigo de "democracia minando".Um jornal grego descreveu-a como uma exigência de "rendição incondicional".Os alemães recuaram - um pouco. Eles ainda acreditam que têm o direito de insistir sobre a disciplina fiscal. Angela Merkel, disse que os controles estritos foram necessários "se um país não cumprir com os requisitos".O ministro das Finanças, Wolfgang Schaeuble, disse: "A menos que a Grécia implemente as decisões necessárias e não apenas anunciá-los, não há nenhuma quantidade de dinheiro que pode resolver o problema."Ele pode estar certo, mas os gregos não querem ser dito que por Berlim.

E depois há a cultura de austeridade. Tem estampas alemãs tudo sobre ele. Mas nas economias do sul da Europa estão entrando em recessão e as filas do desemprego estão crescendo.Foi Mario Monti, o primeiro-ministro italiano, que advertiu que a menos que os alemães fizeram mais para aliviar os problemas da Itália, eles teriam de enfrentar crescente ressentimento.Se a austeridade falha, a culpa vai ser posta à porta alemão.E depois há o pacto fiscal para reforçar a disciplina orçamental, que foi acordado em uma cúpula na segunda-feira. Défices orçamentais estruturais devem ser limitado a 0,5% do PIB.Este foi o projeto de Angela Merkel. Ela empurrou para ele. Ela queria acabar com a cultura da Europa de executar a dívida.Países vão agora ser severamente restringido sobre suas opções, se suas economias estão a caminho de uma recessão. Um crítico disse que era uma "camisa de força que vai condenar a Europa à austeridade eterna e estagnação".É um momento difícil para a Alemanha. Há chamadas para a liderança alemã. Existem demandas freqüentes sobre ele para destinar mais recursos para o bail-out fundos, firewalls e eurobonds.Mas como o Süddeutsche Zeitung reconheceu, "a Alemanha está onde nunca quis ficar de pé novamente depois de 1945, como a potência dominante no meio da Europa".

terça-feira, 9 de outubro de 2012

O Porquê da Islândia não aderir à UE (e estar agora bem melhor)!...



APELO NACIONAL

[Corre nas redes sociais. AZ]

APELO NACIONAL

DIVULGAR…
Este Apelo Nacional!

Portugal Afundou... (!)


Queres que aconteça um milagre económico no nosso país?

Então deixa-te de seguir dissertações de economistas ao serviço de interesses, que não os nossos! Não te deixes mais manipular pelo marketing!

Faz aquilo que os políticos, por razões óbvias, não te podem recomendar sequer, mas que individualmente podes fazer:

Torna-te

PROTECCIONISTA da nossa economia!

Para isso:

1.

Experimenta comprar preferencialmente produtos fabricados em Portugal. Experimenta começar pelas idas ao supermercado (carnes, peixe, legumes, bebidas, conservas, preferencialmente, nacionais).

Experimenta trocar, temporariamente, a McDonalds, ou outra qualquer cadeia de fast food, pela tradicional tasca portuguesa. Experimenta trocar a Coca-cola à refeição, por uma água, um refrigerante, ou uma cerveja sem álcool, fabricada em Portugal.


2.
Adia por 6 meses a 1 ano todas as compras de produtos estrangeiros, que tenhas planeado fazer, tais como automóveis, TV e outros electrodomésticos, produtos de luxo, telemóveis, roupa e calçado de marcas importadas, férias fora do país, etc., etc...

Lê com atenção e reencaminha para que sejamos muitos a ter esta atitude!

Portugal afundou, somos enxovalhados diariamente por considerações e comentários mais ou menos jocosos vindos de várias paragens, mas em particular dos países mais ricos. Confundem o povo português com a classe política incompetente e em muitos casos até corrupta que nos tem dirigido nos últimos anos e se tem governado a si própria.

Olham-nos como um fardo pesado incapaz de recuperar e de traçar um rumo de desenvolvimento.

Agora, mais do que lamentar a situação de falência a que Portugal chegou, e mais do que procurarmos fuzilar os responsáveis e são muitos, cabe-nos dar a resposta ao mundo mostrando de que fibra somos feitos para podermos recuperar a nossa auto-estima e o nosso orgulho.

Nós seremos capazes de ultrapassar esta situação difícil. Vamos certamente dar o nosso melhor para dar a volta por cima, mas há atitudes simples que podem fazer a diferença.


O desafio é durante seis meses a um ano evitar comprar produtos fabricados fora de Portugal. Fazer o esforço, em cada acto de compra, de verificar as etiquetas de origem e rejeitar comprar o que não tenha sido produzido em Portugal, sempre que existir alternativa.


Desta forma estaremos a substituir as importações que nos estão a arrastar para o fundo e apresentaremos resultados surpreendentes a nível de indicadores de crescimento económico e consequentemente de redução de desemprego. Há quem afirme que bastaria que, cada português, substituísse em somente 100 euros mensais as compras de produtos importados, por produtos fabricados no país, para que o nosso problema de falta de crescimento económico ficasse resolvido.

Representaria para a nossa indústria, só por si, um acréscimo superior a 12.000.000.000 de euros por ano, ou seja uma verba equivalente à da construção de um novo aeroporto de Lisboa e respectivas acessibilidades, a cada 3 meses!!!

Este comportamento deve ser assumido como um acto de cidadania, como um acto de mobilização colectiva, por nós, e, como resposta aos povos do mundo que nos acham uns coitadinhos incapazes.

Os nossos vizinhos Espanhóis há muitos anos que fazem isso. Quem já viajou com Espanhóis sabe que eles, começam logo por reservar e comprar as passagens, ou

pacote, em agência Espanhola, depois, se viajam de avião, fazem-no na Ibéria, pernoitam em hotéis de cadeias exclusivamente Espanholas (

Meliá, Riu, Sana ou outras), desde que uma delas exista, e se encontrarem uma marca espanhola dum produto que precisem, é essa mesma que compram, sem sequer comparar o preço (por exemplo em Portugal só abastecem combustíveis Repsol, ou Cepsa). Mas, até mesmo as empresas se comportam de forma semelhante! As multinacionais Espanholas a operar em Portugal, com poucas excepções, obrigam os seus funcionários que se deslocam ao estrangeiro a seguir estas preferências e contratam preferencialmente outras empresas espanholas, quer sejam de segurança, transportes, montagens industrias e duma forma geral de tudo o que precisem, que possam cá chegar com produto, ou serviço, a preço competitivo, vindo do outro lado da fronteira. São super proteccionistas da sua economia! Dão sempre a preferência a uma empresa ou produto Espanhol! Imitemo-los nós no futuro!

Passa este texto para todos os teus contactos para chegarmos a todos os portugueses.

Quando a onda pegar, vamos safar-nos.

Será um primeiro passo na direcção certa!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Parcerias ruinosas e a revolta global!

Estes governos do PS, PSD e CDS levam o país ao colapso!
Quem terá a coragem de levar esta gente às barras dos tribunais e depois atrás das grades, após restituição do que roubaram?!...AZ