quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Frase do dia-por Ricardo Araújo Pereira

[Momento Zen. AZ]

FRASE DO DIA, POR RICARDO ARAÚJO PEREIRA

Sou totalmente a favor do casamento gay, mas só entre políticos.
Tudo o que venha contribuir para que eles não se reproduzamé bom para todos!!!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Carta Aberta a António José Seguro

Caro Secretário-Geral do PS:
Excelência,

Sou de poucas palavras. Na próxima quinta-feira 4 de Outubro de 2012 será apresentada a primeira moção de censura ao governo pelo BE e PCP. Nas suas declarações de hoje confirmei o que já esperava. Não há autenticidade em si, aliás como em nenhum dos seus outros parceiros desse grande projecto que é derrotar a sua Pátria. Ouvi o seu titubear e toda argumentação de quem na verdade está a favor de tudo o que este governo de Passos Coelho defende: a «bangladeshização» da nação.
Estou certo de que, dia após dia, o A. J Seguro se mostrará cada vez mais, plasmando-se em si o espírito de todos os outros que o antecederam, começando pelo Sócrates e sicários. O seu programa é idêntico ao de qualquer outro partido do Bloco Central, a única diferença é a nova hoste de "boys" que aguardam a entrada nos ministérios e tachos avulsos.
 A população lamenta profundamente porque vê nesta crise uma das maiores da sua História, vê no seu discurso actual, e que será amplificado nos próximos tempos a bem da sua campanha (mais um primeiro-ministro desta desgraça pós-colonial), mais um exemplo bastardo de uma traição anunciada. Estou certo que todos os egrejos avós já se remexem nas tumbas do Além. Quiçá, num certo dia mágico, quando todas as forças cósmicas se unirem para bem da harmonia celestial, todos vós sereis varridos do campo político...
AZ

Empresa de amigo de Vítor Gaspar contratada para assessorar privatização da EDP e da REN...

[Aqui deixo esta notícia, mais uma!, para o historial do "LIVRO NEGRO" de Portugal...Quem nos pode acudir? AZ]

Empresa de amigo de Vítor Gaspar contratada para assessorar privatização da EDP e da REN

Empresa de amigo de Vítor Gaspar contratada para assessorar privatização da EDP e da REN
Miguel A. Lopes, Lusa

Terá sido o próprio ministro das Finanças, Vítor Gaspar, a dar indicações à Caixa Geral de Depósitos para subcontratar a empresa Perella Weinberger Partners para assessorar o Estado na venda da EDP e da REN. A notícia vem hoje no jornal Público e conta que os administradores da Caixa Geral de Depósitos António Nogueira Leite e Nuno Fernandes Thomaz manifestaram a sua discordância com todo o processo, que está a ser investigado pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

"A contratação da firma norte-americana esteve desde o início envolta em polémica. Não só por se tratar de uma empresa, alegadamente, sem experiência em privatizações e sem historial de conhecimento da área da energia, mas também porque o seu nome foi posto em cima da mesa pelo ministro das Finanças", escreve o Público. "E já depois de ter sido elaborada uma lista restrita, com nomes de assessores financeiros, que não incluía a Perella. A exclusão dos candidatos portugueses, como o BESI (que seria contratado pelos grupos que venceram as duas privatizações), o BCP e estrangeiros, levou alguns deles a questionar a opção governamental."

Apesar da discordância manifestada pelos responsáveis do banco sobre a escolha dos assessores, a Caixa BI acabou por subcontratar a empresa Perella Weinberger Partners, após parecer positivo dos serviços jurídicos. "O acordo fixou que a Caixa BI e a Perella repartiriam em igual percentagem as comissões cobradas ao Estado. O negócio rendeu 15 milhões de euros a dividir entre ambos", diz o Público, que assinala que o sócio da empresa norte-americana Paulo Cartucho Pereira, amigo de Vítor Gaspar, esteve em Portugal entre setembro e fevereiro, no decurso das privatizações da EDP e da REN.

Um jurista citado pelo Público diz que os procedimentos adotados neste dossier terão sido regulares, "ainda que o comportamento e a conduta dos titulares da pasta das Finanças possa ser questionado eticamente". No Parlamento, há alguns meses, o deputado socialista João Galamba, conta o jornal, pediu "a identificação completa do ato administrativo que levou o Governo a contratar a Perella, bem como a respectiva certidão, incluindo a fundamentação".
Operação Monte Branco quer "esclarecer e investigar"
Na passada semana, o caso voltou a ser falado quando o Ministério Público fez buscas, no âmbito da operação Monte Branco, à Caixa BI, Parpública e BESI. Um comunicado emitido pela Procuradoria-Geral da República revelava que com as diligências executadas "o DCIAP pretende esclarecer e investigar a intervenção e conduta de alguns dos assessores financeiros do Estado nos processos de privatização da EDP e da REN" e que "não está em causa o sentido da decisão final assumida naquelas privatizações, mas tão só a investigação criminal de condutas concretas de alguns intervenientes naqueles dossiers".

Na passada segunda-feira, dia 16, os procuradores do Ministério Público estenderam as buscas à Parpública, entidade que gere as participações do Estado nas empresas, onde solicitaram os documentos relativos à privatização da EDP e da REN. Os contratos já chegaram às mãos dos procuradores, que agora vão investigar a venda de 21,35 por cento da EDP aos chineses da Three Gorges e do negócio que culminou com a compra de 40 por cento da REN pela State Grid e pela Oman Oil.

Os responsáveis pela assessoria do Estado nas duas privatizações foram a Caixa BI e a Perella Weinberg, empresa contratada por ajuste direto pela Parpública em agosto de 2011. Os compradores foram assessorados pelo BESI. Os mandados estavam sustentados na suspeita da prática de crimes de fraude fiscal qualificada, tráfico de influências, corrupção e abuso de informação privilegiada.

António Borges acumula Jerónimo Martins e equipa governamental

[A nação...como está!?...irreconhecível...AZ]

António Borges acumula Jerónimo Martins e equipa governamental
Hugo Neutel
TSF
O economista garante que só aceita o cargo na Jerónimo Martins se o governo considerar que não há conflito de interesses. O governo não comenta.
A proposta foi comunicada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários pela dona da Jerónimo Martins, a Sociedade Francisco Manuel dos Santos, que no ano passado mudou a sede fiscal para a Holanda.
O ex-homem forte do FMI para a Europa, ex-Goldman Sachs, ex-vice-governador do banco de Portugal, passou também por bancos internacionais, como o Citybank, e o BNP Paribas. Para além disso António Borges já desempenhou cargos na Petrogal, Sonae, Cimpor, Vista Alegre, e pela Jerónimo Martins, para onde deverá agora regressar.
Se a proposta do acionista da Jerónimo Martins for aprovada na Assembleia Geral de 30 de Março - e não há motivos para acreditar que não seja - António Borges vai acumular o cargo de administrador não executivo da empresa dona do Pingo Doce com a de líder da equipa governamental que vai acompanhar os processos de privatizações e renegociações das Parcerias Público-Privadas, um dossier que era da competência do Ministro da Economia Álvaro Santos Pereira.
O convite foi feito pelo primeiro-ministro e anunciado por passos coelho há pouco mais de um mês.
Contactado pela TSF, António Borges, que preferiu não gravar declarações, assegurou que só aceita o cargo na JM se o governo considerar que não há conflito de interesses.
O gabinete do Primeiro-Ministro, também contactado pela TSF, não comenta a notícia.

"Sr. Primeiro-Ministro termine as minhas frases", por Nilton

[Momento Zen. AZ]