sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Corrupção ou Allgarvice? Como é isto feito?...

[Circula nas redes sociais, mas não há Justiça que averigue...AZ]

O Sr Luis Montez é genro do Sr Cavaco Silva -o Presidente da República Portuguesa- é casado com a sua filha Patrícia e comprou o Pavilhão Atlântico 'em saldo'
Cabendo a Cavaco Silva a promulgação dos OE e sabendo-se da tentação que este governo tem para a aplicação de truques e artifícios, aos portugueses interessaria mais que o governo não tivesse vendido um pavilhão -que nada indica que devesse ser vendido- a um familiar de um Presidente da República cujos 'negócios' fiscais e com o BPN são também pouco claros.
Como é que um indivíduo com uma pesada dívida fiscal - 420 mil euros, mais os 66 mil euros de juros de mora porque não paga - ganha o concurso e pode comprar por 21,2 Milhões de euros um bem público cujo valor é cerca de três vezes superior?  

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Passos Coelho & Co.: os coveiros de Portugal...

Este artigo do The New York times mostra uma realidade que nos é negada pelos "governantes" da nossa desprezada nação.
A situação económica está bem caracterizada:
O rácio da dívida de Portugal para a economia global, ou o produto interno bruto, foi de 107 por cento, quando recebeu o socorro. Mas a razão tem crescido desde então, e até 2013 deverá atingir 118,6 por cento.

Isso não é necessariamente porque a dívida geral de Portugal está a crescer, mas porque sua economia está a encolher.

As projeções mais otimistas apontam para uma contracção de 3 por cento da economia em 2012, após um declínio de 1,5 por cento em 2011. Oficialmente, o desemprego está em 14,9 por cento, e mais de 30 por cento dos jovens do país estão fora do trabalho. Mas alguns analistas sugerem que o governo está subestimando a verdadeira taxa de desemprego, sobretudo para os jovens, que eles dizem pode correr tão elevada como 40 ou 45 por cento.

Hospitais estão fechando. Benefícios estatais, os salários públicos e pensões estão sendo cortados. Novos impostos foram adicionados, e os impostos antigos aumentaram. O governo vendeu sua participação na companhia elétrica nacional a uma empresa estatal chinesa.

No estrangeiro todos se admiram com a aparente conformidade dos portugueses, ao contrário do que se vê no resto do mundo, a meu ver mais por apatia e falta de discernimento do que por alguma virtude especial.
Mas, o que fazer?

Link aqui para o artigo do NYT.
AZ 

Os melhores momentos da política portuguesa

Para melhor conhecermos quem nos "governa"...
AZ
 

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A máfia portuguesa é mais diabólica do que a siciliana!...

Falando há pouco com um colega meu siciliano, pelo Skype, tive ensejo de lhe dizer, de lhe confessar, que a máfia portuguesa é bem mais diabólica do que Siciliana. Mas contive-me, pelo amor que tenho pelos meus filhos e pela "pátria". A frieza nacional em matéria de esmagar o outro é atroz, é colectiva. Uma senhora outro dia me confessou ser genético, o que assusta.
Não tenham ilusões, caros concidadãos: nos povos do Sul não há calor humano, há muita conversa fiada (não é o mesmo), mas por detrás quase todos eles têm nas costas uma faca afiada pronta para vos degolar...Esta atitude é instigada pelos governantes, impunes, que nada fazem para alterar este estado de coisas. Este regime criou uma legião de gente sem carácter, pronta a perder a honra, pronta a corromper-se por uma bagatela qualquer. Essa legião, na verdade, quer este regime, este estado de coisas, esta podredidão, pois vivem na ilusão de que poderão beneficiar com ela...
Nem condições nos dão para trabalhar, e depois vêm falar de produtividade! Conversa fiada! Chamem o ladrão, chama o ladrão! Lá me vem à memória uma ideia batida, a do Chico Buarque...

Para quem tem dúvidas sugiro a leitura deste artigo do DN (aqui), ou que parta para o mundo à sua volta com o coração aberto e olhos para ver...

AZ

Será hoje Portugal uma nação perdida?...

Quem vai ao estrangeiro, visitar ou trabalhar num país desenvolvido, é confrontado com o fosso abissal que se cava entre nós e os povos mais desenvolvidos. Desenvolvidos, porque têm quem se preocupe com o destino comum.

Portugal é hoje um país visivelmente abandonado. Os campos estão abandonados, deixados por cultivar, sujos, plenos de matéria pronta a arder, e ardem. É previsível. Há conluios muito claros, conhecidos por quem lida com os incêndios e as florestas, basta falar seriamente com os bombeiros...

Nos ministérios sabe-se o que se passa: existem os funcionários que ali trabalham independentemente do partido eleito, que não mandam em nada, apenas cumprem as ordens. Acima deles, há os assessores, os secretários, os ministros, que vão e vêm Quando muda o partido no governo, sabe-se o que se passa. Os problemas que havia para tratar são esquecidos, os dossiers partem com quem parte, as salas ficam vazias, esperando o novo "chefe". Os funcionários quando questionados, ou quando lhes édito que tal projecto ou seja o que for, já foi entregue, atónitos ficam, apenas dizem que nada sabem de tal dossier, ou tal documento, ou tal projecto,...Nada fica nesses gabinetes. Tudo reparte a partir do zero!

Falando com quem sabe, compreende-se que a maioria é corrupta, apenas alguns permanecem fieis a princípios sólidos de cidadania, com carácter! O que mais este regime fez, foi destruir ainda mais o carácter das pessoas, e, sem ele, as pessoas são apenas isso, marionetes.

Que futuro pode ter um país assim?

Nenhum!

Não admira que estejamos nas mãos do FMI, da Alemanha, da China, enfim de todos aqueles que têm um mínimo de juízo e respeito pelo seu respectivo povo.

Onde estão os homens capazes de levantar esta nação?

Quem será capaz, alma incorruptível, de lutar pelo futuro dos seus filhos, pelos seus familiares e amigos, pela memória da sua história e dos seus avós?

Não sei, claro, nem ninguém, julgo eu. Daí o mito Sebastianista. Ai que mito! Para que nos serve?

Há que acabar de vez com este regime, com esta gente, pacificamente entenda-se, porque as "revoluções" são eles que a farão, seguramente, pois mesmopara fazer uma revolução com armas é preciso dinheiro, são "eles" que o têm, e "eles" certamente o farão quando compreenderem que terá chegado o momento de, mais uma vez, nos "iludirem" com a ideia de que somos "livres"...

AZ


domingo, 22 de julho de 2012

O Princípio da Honra, por Baptista Bastos

[Crónica de Baptista Bastos publicado no DN. Original aqui.AZ]

O PRINCIPIO DA HONRA
por Baptista Bastos
Portugal está, novamente, dividido entre "eles" e "nós." Como no tempo do fascismo nada temos a ver com decisões, não partilhamos o que nos impingem, desconhecemos o que engendram, ignoram-nos e desprezam-nos. Não há que escapar à expressão das palavras. A pátria transformou-se numa instância de encerramento para a maioria dos portugueses, e quem reina perverteu completamente a natureza do 25 de Abril. O poder do PSD-CDS não é um meio, mas um fim. Uma cegueira e uma surdez patológicas caracterizam este governo, cuja classe a que pertence já manifesta, ela própria, sinais de embaraço e de inquietação.
Demonstrações de protesto e de cólera acompanham os governantes, para onde quer que vão. O Presidente da República não escapa à ira. É refém da teia reticular com a qual se cumpliciou, esquecendo os compromissos de honra e a qualidade imparcial das funções que exerce. As vaias de que é objecto representam não só um ricochete pelas conivências em que se enredou, mas uma acusação reiterada às máscaras sob as quais se pretende ocultar.
O imbróglio do ministro Miguel Relvas, doutor em forma tentada, que alguns (entre eles o Marcelo Rebelo de Sousa) intentam confundir com o caso Sócrates, não só abala as estruturas do Executivo como se estende à sociedade portuguesa para se inscrever num capítulo da amoralidade. Entre as ambiguidades das declarações de próceres da Direita e o silêncio do ministro Nuno Crato, a desagregação atingiu as raias do absurdo. Vamos acreditar em quem?, se a razão dominante nos dirige, violentamente, para patamares que esvaziam a índole de todos os valores.
O Tribunal Constitucional, ao considerar falhas de legalidade as supressões dos subsídios de férias e de Natal, colocou o Governo sob a espada de Dâmocles. Qualquer que seja a decisão a tomar, ela será, sempre, contra Passos Coelho. Igualizar o público com o privado equivale a uma tempestade imprevisível, que os patrões temem e a que expressamente se opõem. Aumentar os impostos, como?, se o sufoco já é asfixiante, e as exteriorizações populares começam a chegar a níveis preocupantes.
Pedro Passos Coelho e as suas obstinações estão a empurrar-nos para perímetros até agora desconhecidos e, por isso mesmo, perigosíssimos. A situação portuguesa é calamitosa, e as indignações populares renovam-se, em vários sentidos e direcções, quando as coisas parecem calmas e tranquilas. O lugar do trabalho não merece, ao primeiro-ministro e aos seus, o respeito e a supremacia exigíveis. Com a desfaçatez comum a quem não presta contas, e deseja irresponsabilizar-se, após o veto do Constitucional, declarou, impante e malicioso, "agora, a oposição diga o que devemos fazer". -- Levanta-se a questão de saber, afinal, o que é a dignidade em política, quando a estratégia da dissimulação se substituiu ao princípio da honra.

Acordo ortográfico...em «direito comparado»

[Circula nas redes sociais. AZ]

Acordo Ortográfico ... em «direito comparado»
Vejam alguns exemplos:
Em Latim
Em Francês
Em Espanhol
Em Inglês
Até em Alemão, reparem:
Velho Português (o que desleixámos)
O novo Português (o importado do Brasil)
Actor
Acteur
Actor
Actor
Akteur
Actor
Ator
Factor
Facteur
Factor
Factor
Faktor
Factor
Fator
Tact
Tacto
Tact
Takt
Tacto
Tato
Reactor
Réacteur
Reactor
Reactor
Reaktor
Reactor
Reator
Sector
Secteur
Sector
Sector
Sektor
Sector
Setor
Protector
Protecteur
Protector
Protector
Protektor
Protector
Protetor
Selection
Seléction
Seleccion
Selection
Selecção
Seleção
Exacte
Exacta
Exact
Exacto
Exato
Except
Excepto
Exceto
Baptismus
Baptême
Baptism
Baptismo
Batismo
Exception
Excepción
Exception
Excepção
Exceção
Optimum
Óptimo
Ótimo

Mais um crime na Cultura Portuguesa e, desta vez, provocada
pelos nossos intelectuais da Língua de Camões.
Circulem este e-mail até chegar aos “intelectuais” que fizeram este
acordo, que ainda não tiveram a coragem de dar a cara…