Contribuições para um Portugal com futuro: A nossa abordagem não deve ser lutar contra essas pessoas, porque elas são poderosas, têm exércitos, têm dinheiro, têm tudo. Não podemos lutar contra elas, usando as suas armas: a mentira e a violência. Seríamos destruídos. O caminho mais seguro reside em começarmos a desenvolver silenciosamente a nossa própria consciência, e sobretudo a dos nossos jovens, o que nenhuma força pode impedir. Este blog discorda ortograficamente.
Os Franceses estão saturados de tanto despesismo da parte dos governantes e políticos. O ridículo da perseguição fiscal é exposto por esta Associação e são denunciado os excessos da classe política que vive à custa do contribuinte de maneira vergonhosa. Como é evidente, esta situação terá que reverter. E para isso há que combater!
Por todo o globo vão surgindo iniciativas visando o combate aos grandes inimigos da civilização. O Independent Media Center é um forum internacional onde jornalistas e cidadãos podem intervir com artigos e iniciativas, inclusive apelos a manifestações e greves. Muitos países do globo já têm cidadãos involvidos e lutando por um mundo mais digno, onde o progresso seja real.
Várias consultas aos documentos existentes publicamente não permitiram descobrir a forma como o ministro mais polémico de Passos Coelho tirou a licenciatura.
Em que universidades estudou? Que cursos frequentou? Com que média tirou a licenciatura? Teve equivalências em algumas cadeiras universitárias? Perguntas que, ao fim de uma semana, permanecem ser resposta, apesar dos esforços desenvolvidos pelo “O Crime” para as tentar obter. O ministro simplesmente escondeu as suas habilitações académicas e tudo que se conseguiu descobrir foi uma série de factos mal explicados no percurso académico do ministro, a fazer lembrar a polémica gerada em torno da licenciatura do engenheiro José Sócrates, ex-primeiro-ministro de Portugal. Os dados constantes na conhecida Wikipédia, um site onde são disponibilizados os perfis de inúmeras figuras públicas e de actualização permanente, embora não seja totalmente fiável, dizem que Miguel Fernando Cassola de Miranda Relvas nasceu em Lisboa em 1961, tendo vivido em Angola até 1974. De novo em Portugal, frequentou o Colégio Nun’Álvares, em Tomar, e a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, acabando por se licenciar em Ciência Política e Relações Internacionais em 2007, na Universidade Lusófona. Na biografia que é apresentada no site do Governo, não é feita qualquer alusão à formação académica de Miguel Relvas e no seu perfil na Assembleia da República apenas se refere que é licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Lusófona.
Direito? Recuando ao ano de 1987 e à ficha então preenchida, ainda de forma manuscrita na Assembleia da República, é possível descobrir que Miguel Relvas disse ter o 2° Ano de Direito, mas não se refere em que universidade os frequentou. Como na Wikipedia se refere a Faculdade de Direito de Lisboa e tratando-se de uma figura pública, sendo plausível que o ministro tenha assessores atentos à sua imagem e às informações que são tomadas públicas — o próprio ministro pode corrigir as informações naquele site — “o Crime” tentou saber qual o percurso académico de Relvas naquele estabelecimento de ensino. A resposta daquela faculdade foi lacónica: “Vimos a informar que não se encontra, nos arquivos académicos da Reitoria e da Faculdade de Direito, qualquer processo académico em nome de Miguel Fernando Cassola de Miranda Relvas.” Face a isto, só havia uma solução, pedir ao ministro informações sobre o seu percurso académico. Porém, apesar de vários e-mails enviados na passada e nesta semana e dos inúmeros telefonemas para o seu assessor, António Valle - só um foi atendido -, que prometeu fornecer tais dados na tarde de sexta-feira, ou na manhã da passada segunda-feira, a verdade é que não foi dada qualquer informação. O ministro ou o seu assessor (ou ambos) esconderam clara e deliberadamente o percurso académico do governante que, como titular de um cargo público, está abrangido pela denominada “lei da transparência”. Apesar da pouca colaboração de Miguel Relvas, que teve muitos minutos para nos dar uma resposta e não o fez, “o Crime apurou que o ministro esteve matriculado num curso de Direito na Universidade Lusíada, no ano lectivo de 1984/85. No ano seguinte, não terá gostado do curso, e mudou para História. O seu nome só voltou a ser notado na Lusíada em 1995/96, quando se inscreveu no curso de Relações Internacionais. Perante este percurso, ficam por explicar os dois anos de Direito que disse ter em 1987 quando fez parte da X Legislatura, num dos governos de Cavaco Silva. Importava saber quando é que o ministro se inscreveu na Universidade Lusófona, mas deste estabelecimento de ensino e após cinco dias, apenas se conseguiu obter a seguinte informação: “Em resposta ao pedido de documentos relativos ao ex-aluno desta Universidade, Sr. Dr. Miguel Relvas, vimos comunicar que já demos seguimento ao pedido, estando a ser cumpridas as exigências legais aplicáveis, nomeadamente as impostas pela Lei n° 46/2007, de 24 de Agosto. Logo que possível entraremos de novo em contacto.” Segundo o jornal “O Mirante” divulgou numa crónica alusiva à licenciatura, na Lusófona, do ministro, que concorre pelo círculo de Santarém, “Miguel Relvas era acusado por alguns detratores de nunca ter trabalhado na vida, nem sequer como estudante, e também diziam que se sentia deprimido quando o tratavam por Dr. sem que ele o fosse realmente”. Em Portugal quem não tiver uma licenciatura não pode ocupar os mais altos cargos da administração pública.
[Corre nas redes sociais e mostra a total falta de seriedade do governo...AZ]
Programa de luta contra a fome. > > Nada é o que parece. > Ora vê: >> Decorreu este fim de semana mais uma ação, louvável, do programa da > luta contra a fome, mas....façam o vosso juízo! > Recolha em hipermercados, segundo os telejornais, 2.644 toneladas ! > Ou seja 2.644.000 Kilos. >> Se cada pessoa adquiriu no hipermercado 1 produto para doar e se esse > produto custou, digamos, ? 0.50 (cinquenta cêntimos), repara que: > 2.644.000 kg x 0,50 ? dá 1.322.000 ? (1 milhão, tresentos e vinte e > dois mil euros), total do que as pessoas pagaram nas caixas dos > hipermercados. > Quanto ganham???: > o estado 304.000 ?(23% iva) > o hipermercado 396.600 ? (margem de lucro de cerca de 30%). > Nunca tinhas reparado, tal como eu, quem mais engorda com estas campanhas... >Devo dizer que não deixo de louvar a ação da recolha e o meu respeito > pelos milhares de voluntários. > MAIS.... É triste, mas é bom saber... > > Chamadas telefónicas > > -Porque é que os madeirenses receberam 2 milhões de Euros da solidariedade nacional, quando o que foi doado era de 2 milhões e 880 mil? > > Querem saber para onde foi esta "pequena" parcela de 880.000 ? ? > > A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira através de chamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa e um assalto à mão-armada. > > Pelas televisões a promoção reza assim: Preço da chamada 0,60 + IVA. > > São 0,72 no total. > > O que por má-fé não se diz é que o donativo que deverá chegar (?)ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50. > Assim oferecemos ? 0,50 a quem carece, mas cobram-nos ? 0,72, > > mais ? 0,22 ou seja 30 %. > > Quem ficou com esta diferença?
> > 1º - a PT com ? 0,10 (17 %) isto é a diferença dos 50 para os 60.
> > 2º - o Estado ? 0,12 (20 %) referente ao IVA sobre 0,60. Numa campanha de solidariedade, a aplicação de uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado são o retrato da baixa moral a que tudo isto chegou. > > A RTP anunciou com imensa satisfação que o montante doado já atingiu os 2.000.000 de euros. > > Esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44 % ou seja mais 880.000 euros divididos > > entre a PT (400.000 para a ajuda dos salários dos administradores) > > e o Estado (480.000 para ajuda ao reequilíbrio das contas públicas e aos trafulhas que por lá andam). > > A PT cobra comissão de quase 20 % num acto de solidariedade!!! > > O Estado faz incidir IVA sobre um produto da mais pura generosidade!!!
> > ISTO É UMA TOTAL FALTA DE VERGONHA, SOB A CAPA DA SOLIDARIEDADE. É BOM QUE O POVO SAIBA QUE ATÉ NA CONFIANÇA SOMOS ROUBADOS.
> > ISTO É UM TRISTE ESBULHO À BOLSA E AO ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE DO POVO PORTUGUÊS!!!
> > Pelo menos. DENUNCIA!
> > "O que me preocupa não é o grito dos maus`. É o silêncio dos bons."
Pouco se fala da Maria da Fonte e do papel revolucionário que o povo desempenhou no séc. XIX em Portugal.
“Viva a Maria da Fonte A cavalo e sem cair Com a corneta na boca A tocar a reunir
Eia avante, portugueses Eia avante, não temer Pela santa liberdade Triunfar ou perecer!(refrão)
Lá raiou a liberdade Que a nação há-de aditar Glória ao Minho, que primeiro O seu grito fez soar!
Essa mulher lá do Minho Que da foice fez espada Há-de ter na lusa história Uma página dourada!”
— Hino da Maria da Fonte
O Hino da Maria da Fonte é hoje sempre tocado em jeito de saudação frente aos ministros portugueses. O Hino Nacional é a saudação para o Presidente da República.
O episódio da história portuguesa que foi protagonizado pelo povo e pelas mulheres deste país é pouco ou nada comentado, discutido, vendo-se nele elementos muito semelhantes à da realidade actual, e por isso deveria ser mais ponderado.
Na base da revolução da Maria da Fonte esta também o IMI da época, convém lembrar. Basta ler este artigo da WIKI.
Pela sua importância, trasncrevo aqui um excerto do artigo da Wikipedia:
Esse carácter popular do movimento da Maria da Fonte é atestado pelo principal visado, Costa Cabral, que a 20 de Abril de 1846, no auge da revolta, proferiu na Câmara dos Deputados uma intervenção onde, apesar de afirmar que 'há uma conspiração permanente contra as instituições actuais, contra a ordem estabelecida, e mãos ocultas que manejam estas conspirações', reconhece que a sublevação em curso no Minho é uma revolução diferente de todas as outras, que até hoje têm aparecido, porque todas as outras revoluções têm tido por bandeira um princípio político, mais ou menos, mas esta revolução é feita por homens de saco ao ombro e de foice roçadora na mão, para destruir fazendas, assassinar, incendiar a propriedade, roubar os habitantes das terras que percorrem e lançar fogo aos cartórios, reduzindo a cinzas os arquivos!. E Costa Cabral continua, reconhecendo que é um revolta sem chefe, na qual pontifica a mais ínfima classe da sociedade, executada por um bando de duas mil e quatrocentas a três mil pessoas, armadas com foices roçadoras, alavancas, chuços, espingardas, com tudo quanto eles podem apanhar.
Era pois o povo que estava em armas, na verdadeira acepção daquelas palavras. Contudo, rapidamente, a revolta popular foi cavalgada pelos movimentos políticos organizados e a ela se associaram todas as forças anti-cartistas e, por uma vez, convergiram numa luta comum todas as forças mais radicais do espectro político, incluindo obviamente a miguelista. Pretendiam o derrube dos Cabrais e mesmo o da Rainha, mas muitos, ainda que sem o afirmarem com clareza, pretendiam também o fim do regime liberal.
Pois é, era o povo a defender os seus interesses, tal como já o fizera na primeira revolução europeia, na Crise de 1385...A fome era tanta...que se lançou o país à descoberta do mundo. E agora? O que fazer? Nova revolução, parece-me...