sábado, 14 de abril de 2012

Estúdios Tóbis c/acervo da Guerra do Ultramar, tudo "vendido" ao MPLA

Assunto: Estúdios Tóbis c/acervo da Guerra do Ultramar, tudo "vendido" ao MPLA
Será possível uma canalhice deste quilate?Vendam lá os estúdios a quem quiserem mas os arquivos fazem parte duma herança que não pode,nem deve,ser alienada.Há que barrar este autêntico crime.Vamos repassar para toda a gente e pedir a maior divulgação.
Na SIC, jornalistas do programa "O Eixo do Mal" afirmaram que, Miguel Relvas vendeu os Estúdios da Tóbis aos angolanos.
Nos Estúdios da Tobis, está todo o espólio da Guerra do Ultramar...
Àquele maçon e demais camarilha, não lhes chega acabar com o Feriado Nacional de 10 de Junho, como agora vão oferecer este valioso e insubstituível espólio... ao MPLA!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Exijamos a restrição da acção da ASAE, o "braço-armado" do "governo"!

Caros concidadãos,

Já não sei mais o que fazer, não tenho poder algum isoladamente, só posso alertar consciências (as poucas que ainda há activas), tudo o resto está nas "mãos dos deuses". Estamos a empobrecer, porque nos querem ver pobres. A história da humanidade sempre foi um movimento ascencional, não há lugar para recuos, de outro modo voltamos a viver debaixo das pontes, e depois dentro de grutas ou ao relento...A economia deve potenciar o desenvolvimento, quando os ditos "governos" (que hoje mais não são do que usurpadores do aparelho de Estado, de gandulagem ao servido da Banca e Alta Finança), ao cortar a capacidade humana de reinventar o futuro, só podemos esperar miséria, moral e espiritual.

Pois estamos ficando pobres, graças à incompetência, estados mentais regressivos dos "governantes", economistas prenhes de cartilhas comprovadamente erradas (porque manifestamente não compreendem o que se passa, a origem, as causas da tragédia que se abate sobre os povos e que se deve maioritariamente à falta de princípios morais, axiomáticos, da sociedade), devemos todos reclamar, EXIGIR o campo de acção da ASAE.
Porque a ASAE, mais não é do que o braço armado do "governo" no seu desespero para obter financiamento para os seus sócios e mentores.
Num período da nossa história em que tanta gente se vê em sérias dificuldades económicas, em que as famílias se começam a desagregar, em que a pouco indústria colapsa (uma trintena diariamente), em que os pequenos e médios empresários entram em falência (porque a Banca não está para ajudar as PME, nem coisa nenhuma, têm a sua própria agenda, os casinos da alta finança), devemos exigir que a acção da ASAE seja consideravelmente reduzida (porque não se restringe à caça à contrafação e pouco mais?). Se algum agricultor quiser criar cabras ou qualquer outra coisa que o valha, numa tentativa saudável para melhorar a sua situação, lá está a ASAE, "braço-armado do governo", pedindo este imposto, mais aquele, enfim, pedindo tudo o que vier à cabeça daquela espécie de gente... Se algum cidadão, levantando os braços para o trabalho quiser montar uma pequena tasca, lá está, não pode! Lá está a ASAE para fechar a loja. Falando com muita gente em aflição, gente do campo meus vizinhos aqui do Norte, compreende-se o desejo enorme da população querer tomar iniciativas, muito delas de um alcance considerável, a maioria para o sustento familiar. Não pode! Lá está a ASAE para proibir! Meus amigos, o que queremos para o futuro? Se o Brasil, a India, ou qualquer outro país com uma legião de pobres, se o fizesse, seria mais uma tragédia de grandes proporções, viria a ONU, a UNESCO, todas as instituições que os homens inventaram para fazer coisa nenhuma.
Por todos estes motivos, e outros que todos minimamente interessados pela vida sobejamente conhecem, venho aqui

EXIGIR A ACÇÃO DA ASAE, DE MODO A PERMITIR AO POVO SOBREVIVER, TRABALHAR, CONSTRUIR UMA ACTIVIDADE ECONÓMICA QUE DÊ SUSTENTO ÀS SUAS FAMÍLIAS E DINAMIZE A ECONOMIA NACIONAL. VAMOS TODOS EXIGIR A RSTRIÇÃO DA ACÇÃO DA ASAE!!

E porque foi criada a ASAE? Bom, não sei ao certo, seguramente a estupidez dos nossos "governantes", mas talvez haja outro motivos e este video que vos deixo embaixo possa esclarecer um pouco mais. Parabéns ao nosso "governo", parabéns para aqueles que foram e aqueles que ficaram, pois são os mesmos...Como a História de Portugal os julgará? Ah, somos muito "disciplinados" e "ordeiros". Terão direito pela certa a uma medalha por altos serviços prestados à Pátria! Pois que não se ouve alma de historiador, nem sociólogo, clamando por justiça, pensando peloa sua própria cabeça, como bem viu Fernando Pessoa, todos pensam em grupo...Ouve-se apenas aquele vozear de "comentadores" (com muita lábia e boa memória para reter conteúdos de "dossiers") e "governantes" (os tais ao serviço "do que não tem nome"), vozear melodioso e hipnótico, tal qual se diz quando se descobre algum "serial killer". Matam e ninguém dá por eles. Afinal até são bons vizinhos...
AZ.

A Doença da Disciplina

[Hoje, que tanto se enaltece a "disciplina" do povo português, que cumprimos as directivas da Tróica com sentido de responsabilidade (claro, como lhes é tão conveniente...), quando se diz que somos um povo muito trabalhador quando "vamos lá para fora",..., quando de modo tão convenientemente se diz que o povo é tão "ordeiro",...convido o leitor a ler este texto de alguém que disse "tudo vale a pena, quando a alma não é pequena". AZ]

A Doença da Disciplina - Um texto de Fernando Pessoa

Das feições de alma que caracterizam o povo português, a mais irritante é, sem dúvida, o seu excesso de disciplina. Somos o povo disciplinado por excelência. Levamos a disciplina social àquele ponto de excesso em que cousa nenhuma, por boa que seja — e eu não creio que a disciplina seja boa — por força que há-de ser prejudicial.
Tão regrada, regular e organizada é a vida social portuguesa que mais parece que somos um exército de que uma nação de gente com existências individuais. Nunca o português tem uma acção sua, quebrando com o meio, virando as costas aos vizinhos. Age sempre em grupo, sente sempre em grupo, pensa sempre em grupo. Está sempre à espera dos outros para tudo. E quando, por um milagre de desnacionalização temporária, pratica a traição à Pátria de ter um gesto, um pensamento, ou um sentimento independente, a sua audácia nunca é completa, porque não tira os olhos dos outros, nem a sua atenção da sua crítica.


Parecemo-nos muito com os alemães. Como eles, agimos sempre em grupo, e cada um do grupo porque os outros agem.
Por isso aqui, como na Alemanha, nunca é possível determinar responsabilidades; elas são sempre da sexta pessoa num caso onde só agiram cinco. Como os alemães, nós esperamos sempre pela voz de comando. Como eles, sofremos da doença da Autoridade — acatar criaturas que ninguém sabe porque são acatadas, citar nomes que nenhuma valorização objectiva autêntica como citáveis seguir chefes que nenhum gesto de competência nomeou para as responsabilidades da acção. Como os alemães, nós compensamos a nossa rígida disciplina fundamental por uma indisciplina superficial, de crianças que brincam à vida. Refilamos só de palavras. Dizemos mal só às escondidas. E somos invejosos, grosseiros e bárbaros, de nosso verdadeiro feitio, porque tais são as qualidades de toda a criatura que a disciplina moeu, em quem a individualidade se atrofiou.
Diferimos dos alemães, é certo, em certos pontos evidentes das realizações da vida. Mas a diferença é apenas aparente. Eles elevaram a disciplina social, temperamentalmente neles como em nós, a um sistema de estado e de governo; ao passo que nós, mais rigidamente disciplinados e coerentes, nunca infligimos a nossa rude disciplina social, especializando-a para um estado ou uma administração. Deixamo-la coerentemente entregue ao próprio vulto integral da sociedade. De aí a nossa decadência!
Somos incapazes de revolta e de agitação. Quando fizemos uma "revolução" foi para implantar uma coisa igual ao que já estava. Manchamos essa revolução com a brandura com que tratamos os vencidos. E não nos resultou uma guerra civil, que nos despertasse; não nos resultou uma anarquia, uma perturbação das consciências. Ficamos miserandamente os mesmos disciplinados que éramos. Foi um gesto infantil, de superfície e fingimento.
Portugal precisa dum indisciplinador. Todos os indisciplinadores que temos tido, ou que temos querido ter, nos têm falhado. Como não acontecer assim, se é da nossa raça que eles saem? As poucas figuras que de vez em quando têm surgido na nossa vida política com aproveitáveis qualidades de perturbadores fracassam logo, traem logo a sua missão. Qual é a primeira coisa que fazem? Organizam um partido.. . Caem na disciplina por uma fatalidade ancestral.
Trabalhemos ao menos — nós, os novos — por perturbar as almas, por desorientar os espíritos. Cultivemos, em nós próprios, a desintegração mental como uma flor de preço. Construamos uma anarquia portuguesa. Escrupulizemos no doentio e no dissolvente. E a nossa missão, a par de ser a mais civilizada e a mais moderna, será também a mais moral e a mais patriótica.
Fernando Pessoa
in "Oganizem-se!A Gestão segundo Fernando Pessoa", Ed. Filipe S. Fernandes (Oficina do Livro, Cruz Quebrada, 2007)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Exigimos menos Estado!


[Corre nas redes sociais. AZ]
Governo Português


3 governos (um no continente e dois nas ilhas)
333 total de deputados no continente e ilhas
308 càmaras
4259 freguesias
1770 vereadores
30000 carros
4000 fundações e associações
50 assessores em Belém
1284 serviços e institutos públicos

Para a Assembleia da República Portuguesa ter um número de deputados equivalentes à Alemanha, teria de reduzir mais de 50%


O POVO PORTUGUÊS NÃO TEM CAPACIDADE PARA CRIAR RIQUEZA SUFICIENTE, PARA ALIMENTAR ESTA CORJA!


Joana d' Arc e o momento histórico actual

Joana d' Arc e o momento histórico actual.

A França já viveu momentos históricos com semelhanças com a actualidade. Houve uma mulher formidável que uniu um país dilacerado por guerras internas, e invadido pelo exército de Inglaterra.
Joana d' Arc dizia-se animada por forças do Além, mas, em minha opinião, a sua força, era uma força moral. O que hoje nós precisamos todos, em Portugal (terra de bandidagem desde há séculos , e por isso empobrecemos e vivemos à sombra do que fomos) e no mundo, é de gente animada por princípios morais, éticos, e um grande amor pelo seu país. Ela chegou a Orleans montada num cavalo branco, com um estandarte branco com a inscrição "Jesus-Maria". E enviou este ultimato aos britânicos:

"Jesus, Maria! King of England and you Duke of Bedford, you call yourself regent of the Kingdom of France; you, William de la Pole, Sir Talbot, and you, Sir Thomas Skills, who call yourself lieutenant of the aforesaid Duke of Bedford; render your count to the King of Heaven. Surrender to the Maid who was sent from God, the King of Heaven, the keys to all the good cities you have taken and violated in France. She has come here from God to proclaim the blood royal. She is entirely ready to make peace if you are willing to settle accounts with her, provided that you give up France and pay for having occupied her. If you do not do so, I am commander of the armies and in whatever place I shall meet your French allies, I shall make them leave it. Whether they wish it or not. And if they will not obey, I shall have them all killed. I am sent from God, the King of Heaven, to test you out of all friends, body for body. And if they wish to obey, I shall have mercy on them. And believe firmly, that the King of Heaven will send the Maid more force than you will ever know how to achieve with all of your souls on her and on her good men-at-arms. And in the exchange of blows we shall see who has the better right from the King of Heaven."

Ela pediu às suas tropas a palavra de honra de que ela, única mulher num exército de homens, fosse respsitada, que todos fossem respeitados, até o inimigo. Princípios morais que devem animar um exército. A batalha foi tão horrível, dramática, Joana ficou ferida, ao terceiro dia os dois exércitos destroçados, Joana de pé, de ambos os lados as tropas se fitavam, horrorizados, até que o exército britânico se retirou, como que por um efeito cósmico. Joana assim ganhou. A vitória moral, que todos necessitamos, procurando mudar as nossas consciências e clamando por um mundo novo, limpo desta gente corrupta e amoral que governa e lidera o mundo. que faz do mundo um lugar imundo, um esterco moral e espiritual. Princípios morais, nova atitude mental.
AZ

terça-feira, 10 de abril de 2012

Brinde do Ministério das Finanças...

[Momento Zen. AZ]
NOTA: Caso não receba em casa, reclame o seu brinde numa Repartição das Finanças perto de si...
 O Ministério das Finanças, acaba de anunciar que vai enviar um brinde especial a todos os contribuintes que
pagarem os seus impostos dentro do prazo.
O brinde, um exclusivo apara-lápis de design único, poderá ser colocado na mesa de trabalho para servir de lembrete constante dos serviços a que os impostos do país nos dão direito.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Guerra às petrolíferas!

Caros concidadãos!
As grandes companhias petrolíferas continuam a sua despudorada acção contra o cidadão. Embora o petróleo abunde por tudo quanto é país, só falta haver poços de exploração off-shores ao largo de Portugal e debaixo do Convento de Mafra, elas continuam  a aumentar os preços dos combustíveis (e, com eles, todos os outros produtos). Tal como já se faz em França, aqui vos proponho o seguinte esquema de defesa da população:
ATÉ AO FINAL DO ANO, NÃO COMPREM COMBUSTÍVEIS NA BP E NA GALP!
Estas petrolíferas ver-se-ão na obrigação de baixar os seus preços, incitando a uma verdadeira concurrência.

Caros concidadãos, há que começar a agir em uníssono. Passem esta mensagem aos vossos amigos e vocês próprios sigam esta regra a preceito.

AZ