quarta-feira, 11 de abril de 2012

Joana d' Arc e o momento histórico actual

Joana d' Arc e o momento histórico actual.

A França já viveu momentos históricos com semelhanças com a actualidade. Houve uma mulher formidável que uniu um país dilacerado por guerras internas, e invadido pelo exército de Inglaterra.
Joana d' Arc dizia-se animada por forças do Além, mas, em minha opinião, a sua força, era uma força moral. O que hoje nós precisamos todos, em Portugal (terra de bandidagem desde há séculos , e por isso empobrecemos e vivemos à sombra do que fomos) e no mundo, é de gente animada por princípios morais, éticos, e um grande amor pelo seu país. Ela chegou a Orleans montada num cavalo branco, com um estandarte branco com a inscrição "Jesus-Maria". E enviou este ultimato aos britânicos:

"Jesus, Maria! King of England and you Duke of Bedford, you call yourself regent of the Kingdom of France; you, William de la Pole, Sir Talbot, and you, Sir Thomas Skills, who call yourself lieutenant of the aforesaid Duke of Bedford; render your count to the King of Heaven. Surrender to the Maid who was sent from God, the King of Heaven, the keys to all the good cities you have taken and violated in France. She has come here from God to proclaim the blood royal. She is entirely ready to make peace if you are willing to settle accounts with her, provided that you give up France and pay for having occupied her. If you do not do so, I am commander of the armies and in whatever place I shall meet your French allies, I shall make them leave it. Whether they wish it or not. And if they will not obey, I shall have them all killed. I am sent from God, the King of Heaven, to test you out of all friends, body for body. And if they wish to obey, I shall have mercy on them. And believe firmly, that the King of Heaven will send the Maid more force than you will ever know how to achieve with all of your souls on her and on her good men-at-arms. And in the exchange of blows we shall see who has the better right from the King of Heaven."

Ela pediu às suas tropas a palavra de honra de que ela, única mulher num exército de homens, fosse respsitada, que todos fossem respeitados, até o inimigo. Princípios morais que devem animar um exército. A batalha foi tão horrível, dramática, Joana ficou ferida, ao terceiro dia os dois exércitos destroçados, Joana de pé, de ambos os lados as tropas se fitavam, horrorizados, até que o exército britânico se retirou, como que por um efeito cósmico. Joana assim ganhou. A vitória moral, que todos necessitamos, procurando mudar as nossas consciências e clamando por um mundo novo, limpo desta gente corrupta e amoral que governa e lidera o mundo. que faz do mundo um lugar imundo, um esterco moral e espiritual. Princípios morais, nova atitude mental.
AZ

terça-feira, 10 de abril de 2012

Brinde do Ministério das Finanças...

[Momento Zen. AZ]
NOTA: Caso não receba em casa, reclame o seu brinde numa Repartição das Finanças perto de si...
 O Ministério das Finanças, acaba de anunciar que vai enviar um brinde especial a todos os contribuintes que
pagarem os seus impostos dentro do prazo.
O brinde, um exclusivo apara-lápis de design único, poderá ser colocado na mesa de trabalho para servir de lembrete constante dos serviços a que os impostos do país nos dão direito.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Guerra às petrolíferas!

Caros concidadãos!
As grandes companhias petrolíferas continuam a sua despudorada acção contra o cidadão. Embora o petróleo abunde por tudo quanto é país, só falta haver poços de exploração off-shores ao largo de Portugal e debaixo do Convento de Mafra, elas continuam  a aumentar os preços dos combustíveis (e, com eles, todos os outros produtos). Tal como já se faz em França, aqui vos proponho o seguinte esquema de defesa da população:
ATÉ AO FINAL DO ANO, NÃO COMPREM COMBUSTÍVEIS NA BP E NA GALP!
Estas petrolíferas ver-se-ão na obrigação de baixar os seus preços, incitando a uma verdadeira concurrência.

Caros concidadãos, há que começar a agir em uníssono. Passem esta mensagem aos vossos amigos e vocês próprios sigam esta regra a preceito.

AZ 

25 de Abril...Portugal morreu

[Circula nas redes sociais e dá para reflectir...AZ] 
- terroristas ávidos de sangue e chamaram-lhe descolonização...exemplar!
- Mataram Portugal, hipotecando a soberania do País a Bruxelas e chamaram-lhe desenvolvimento...
- Mataram o orgulho de se ser português, levando o País à banca rota, hipotecando-o ao FMI e chamaram-lhe investimento...
- Mataram a classe politica digna desse nome, dando lugar a corruptos e mentirosos e chamaram-lhe democracia parlamentar...
- 37 anos de ditadura democrática conseguiram destruir 800 anos de história e matar o nosso País.
Muito obrigado, 25 de Abril !!!
MAS CHEGOU A HORA DE DIZER BASTA......
Sei que os tais ditos socialistas e pseudo intelectuais me vão chamar, pelo menos PARVO, mas se tens ainda vergonha na cara passa e faz andar este e-mail.

sábado, 7 de abril de 2012

Consultas gratuitas de clínica geral

Consultas gratuitas de clínica geral

Exmo(a). Senhor(a),

A União Humanitária dos Doentes com Cancro presta consultas de clínica geral gratuitas e abertas a toda a população, todas as quartas-feiras.

Conscientes de que o êxito desta valência depende unicamente da sua divulgação, de modo a que todos os doentes tenham conhecimento e assim oportunidade de beneficiar deste apoio, face aos nossos escassos meios (pois todos os apoios que a União presta são inteiramente gratuitos), vimos pelo presente apelar à sua solidariedade e, desde já, muito agradecer:
· A divulgação desta notícia por todas as pessoas do seu conhecimento, familiares e amigos.
· O reenvio deste e-mail para todos os seus contactos pessoais, com o objectivo de que, mediante uma grande rede de solidariedade na Internet, esta notícia chegue ao conhecimento de toda a população.
Para um completo conhecimento da União Humanitária dos Doentes com Cancro, muito agradecemos a visita ao nosso site, em
www.doentescomcancro.org <http://www.doentescomcancro.org/>, um site completo e interactivo, com toda a informação sobre os apoios
gratuitos a doentes com cancro e seus familiares, o cancro, a legislação, o tabagismo e as últimas notícias de âmbito oncológico.

Colabore com a União nesta nobre causa.
O cancro, pela sua dimensão - a segunda causa de morte no nosso país e a primeira no grupo etário entre os 35 e os 64 anos - é uma doença e uma problemática que a todos diz respeito e que só poderá ser vencido com a mobilização de toda a sociedade.
Gratos pela sua solidariedade, subscrevemo-nos com estima e elevada consideração,

Luís Filipe Soares

*União Humanitária dos Doentes com Cancro*

Presidente da Direcção

Tel.: 213940302

Camisa Vermelha

[Momento Zen. Corre nas redes sociais. AZ]

 CAMISA VERMELHA

 NAPOLEãO BONAPARTE, DURANTE SUAS BATALHAS USAVA SEMPRE UMA CAMISA DE
 COR VERMELHA.

 PARA ELE ERA IMPORTANTE PORQUE, SE FOSSE FERIDO, NA SUA CAMISA
 VERMELHA NãO SE NOTARIA O SANGUE E OS SEUS SOLDADOS NãO SE
 PREOCUPARIAM E TAMBéM NãO DEIXARIAM DE LUTAR.

 TODA UMA PROVA DE HONRA E VALOR.


 CENTENAS DE ANOS MAIS TARDE, CAVACO SILVA USA SEMPRE CALçAS CASTANHAS.

Texto de Isabel do Carmo

[Eis um texto escrito por alguém que alerta para o mesmo problema, a falta de um mínimo de decência na "classe política nacional", filhos do estado-novo...AZ]

Texto de Isabel do Carmo.

O primeiro-ministro anunciou que íamos empobrecer, com aquele desígnio de falar "verdade", que consiste na banalização do mal, para que nos resignemos mais suavemente. Ao lado, uma espécie de contabilista a nível nacional diz-nos, como é hábito nos contabilistas, que as contas são difíceis de perceber, mas que os números são crus. Os agiotas batem à porta e eles afinal até são amigos dos agiotas. Que não tivéssemos caído na asneira de empenhar os brincos, os anéis e as pulseiras para comprar a máquina de lavar alemã. E agora as jóias não valem nada. Mas o vendedor prometeu-nos que... Não interessa.

Vamos empobrecer. Já vivi num país assim. Um país onde os "remediados" só compravam fruta para as crianças e os pomares estavam rodeados de muros encimados por vidros de garrafa partidos, onde as crianças mais pobres se espetavam, se tentassem ir às árvores. Um país onde se ia ao talho comprar um bife que se pedia "mais tenrinho" para os mais pequenos, onde convinha que o peixe não cheirasse "a fénico". Não, não era a "alimentação mediterrânica", nos meios industriais e no interior isolado, era a sobrevivência.

Na terra onde nasci, os operários corticeiros, quando adoeciam ou deixavam de trabalhar vinham para a rua pedir esmola (como é que vão fazer agora os desempregados de "longa" duração, ou seja, ao fim de um ano e meio?). Nessa mesma terra deambulavam também pela rua os operários e operárias que o sempre branqueado Alfredo da Silva e seus descendentes punham na rua nos "balões" ("Olha, hoje houve um ' balão' na Cuf, coitados!"). Nesse país, os pobres espreitavam pelos portões da quinta dos Patiño e de outros, para ver "como é que elas iam vestidas".

Nesse país morriam muitos recém-nascidos e muitas mães durante o parto e após o parto. Mas havia a "obra das Mães" e fazia-se anualmente "o berço" nos liceus femininos onde se colocavam camisinhas, casaquinhos e demais enxoval, com laçarotes, tules e rendas e o mais premiado e os outros eram entregues a famílias pobres bem - comportadas (o que incluía, é óbvio, casamento pela Igreja).

Na terra onde nasci e vivi, o hospital estava entregue à Misericórdia. Nesse, como em todos os das Misericórdias, o provedor decidia em absoluto os desígnios do hospital. Era um senhor rural e arcaico, vestido de samarra, evidentemente não médico, que escolhia no catálogo os aparelhos de fisioterapia, contratava as religiosas e os médicos, atendia os pedidos dos administrativos ("Ó senhor provedor, preciso de comprar sapatos para o meu filho"). As pessoas iam à "Caixa", que dependia do regime de trabalho (ainda hoje quase 40 anos depois muitos pensam que é assim), iam aos hospitais e pagavam de acordo com o escalão. E tudo dependia da Assistência. O nome diz tudo. Andavam desdentadas, os abcessos dentários transformavam-se em grandes massas destinadas a operação e a serem focos de septicemia, as listas de cirurgia eram arbitrárias. As enfermarias dos hospitais estavam cheias de doentes com cirroses provocadas por muito vinho e pouca proteína. E generalizadamente o vinho era barato e uma "boa zurrapa".

E todos por todo o lado pediam "um jeitinho", "um empenhozinho", "um padrinho", "depois dou-lhe qualquer coisinha", "olhe que no Natal não me esqueço de si" e procuravam "conhecer lá alguém".

Na província, alguns, poucos, tinham acesso às primeiras letras (e últimas) através de regentes escolares, que elas próprias só tinham a quarta classe. Também na província não havia livrarias (abençoadas bibliotecas itinerantes da Gulbenkian), nem teatro, nem cinema.

Aos meninos e meninas dos poucos liceus (aquilo é que eram elites!) era recomendado não se darem com os das escolas técnicas. E a uma rapariga do liceu caía muito mal namorar alguém dessa outra casta. Para tratar uma mulher havia um léxico hierárquico: você, ó; tiazinha; senhora (Maria); dona; senhora dona e... supremo desígnio - Madame.

Os funcionários públicos eram tratados depreciativamente por "mangas-de-alpaca" porque usavam duas meias mangas com elásticos no punho e no cotovelo a proteger as mangas do casaco.

Eu vivi nesse país e não gostei. E com tudo isto, só falei de pobreza, não falei de ditadura. É que uma casa bem com a outra. A pobreza generalizada e prolongada necessita de ditadura. Seja em África, seja na América Latina dos