terça-feira, 10 de abril de 2012

Brinde do Ministério das Finanças...

[Momento Zen. AZ]
NOTA: Caso não receba em casa, reclame o seu brinde numa Repartição das Finanças perto de si...
 O Ministério das Finanças, acaba de anunciar que vai enviar um brinde especial a todos os contribuintes que
pagarem os seus impostos dentro do prazo.
O brinde, um exclusivo apara-lápis de design único, poderá ser colocado na mesa de trabalho para servir de lembrete constante dos serviços a que os impostos do país nos dão direito.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Guerra às petrolíferas!

Caros concidadãos!
As grandes companhias petrolíferas continuam a sua despudorada acção contra o cidadão. Embora o petróleo abunde por tudo quanto é país, só falta haver poços de exploração off-shores ao largo de Portugal e debaixo do Convento de Mafra, elas continuam  a aumentar os preços dos combustíveis (e, com eles, todos os outros produtos). Tal como já se faz em França, aqui vos proponho o seguinte esquema de defesa da população:
ATÉ AO FINAL DO ANO, NÃO COMPREM COMBUSTÍVEIS NA BP E NA GALP!
Estas petrolíferas ver-se-ão na obrigação de baixar os seus preços, incitando a uma verdadeira concurrência.

Caros concidadãos, há que começar a agir em uníssono. Passem esta mensagem aos vossos amigos e vocês próprios sigam esta regra a preceito.

AZ 

25 de Abril...Portugal morreu

[Circula nas redes sociais e dá para reflectir...AZ] 
- terroristas ávidos de sangue e chamaram-lhe descolonização...exemplar!
- Mataram Portugal, hipotecando a soberania do País a Bruxelas e chamaram-lhe desenvolvimento...
- Mataram o orgulho de se ser português, levando o País à banca rota, hipotecando-o ao FMI e chamaram-lhe investimento...
- Mataram a classe politica digna desse nome, dando lugar a corruptos e mentirosos e chamaram-lhe democracia parlamentar...
- 37 anos de ditadura democrática conseguiram destruir 800 anos de história e matar o nosso País.
Muito obrigado, 25 de Abril !!!
MAS CHEGOU A HORA DE DIZER BASTA......
Sei que os tais ditos socialistas e pseudo intelectuais me vão chamar, pelo menos PARVO, mas se tens ainda vergonha na cara passa e faz andar este e-mail.

sábado, 7 de abril de 2012

Consultas gratuitas de clínica geral

Consultas gratuitas de clínica geral

Exmo(a). Senhor(a),

A União Humanitária dos Doentes com Cancro presta consultas de clínica geral gratuitas e abertas a toda a população, todas as quartas-feiras.

Conscientes de que o êxito desta valência depende unicamente da sua divulgação, de modo a que todos os doentes tenham conhecimento e assim oportunidade de beneficiar deste apoio, face aos nossos escassos meios (pois todos os apoios que a União presta são inteiramente gratuitos), vimos pelo presente apelar à sua solidariedade e, desde já, muito agradecer:
· A divulgação desta notícia por todas as pessoas do seu conhecimento, familiares e amigos.
· O reenvio deste e-mail para todos os seus contactos pessoais, com o objectivo de que, mediante uma grande rede de solidariedade na Internet, esta notícia chegue ao conhecimento de toda a população.
Para um completo conhecimento da União Humanitária dos Doentes com Cancro, muito agradecemos a visita ao nosso site, em
www.doentescomcancro.org <http://www.doentescomcancro.org/>, um site completo e interactivo, com toda a informação sobre os apoios
gratuitos a doentes com cancro e seus familiares, o cancro, a legislação, o tabagismo e as últimas notícias de âmbito oncológico.

Colabore com a União nesta nobre causa.
O cancro, pela sua dimensão - a segunda causa de morte no nosso país e a primeira no grupo etário entre os 35 e os 64 anos - é uma doença e uma problemática que a todos diz respeito e que só poderá ser vencido com a mobilização de toda a sociedade.
Gratos pela sua solidariedade, subscrevemo-nos com estima e elevada consideração,

Luís Filipe Soares

*União Humanitária dos Doentes com Cancro*

Presidente da Direcção

Tel.: 213940302

Camisa Vermelha

[Momento Zen. Corre nas redes sociais. AZ]

 CAMISA VERMELHA

 NAPOLEãO BONAPARTE, DURANTE SUAS BATALHAS USAVA SEMPRE UMA CAMISA DE
 COR VERMELHA.

 PARA ELE ERA IMPORTANTE PORQUE, SE FOSSE FERIDO, NA SUA CAMISA
 VERMELHA NãO SE NOTARIA O SANGUE E OS SEUS SOLDADOS NãO SE
 PREOCUPARIAM E TAMBéM NãO DEIXARIAM DE LUTAR.

 TODA UMA PROVA DE HONRA E VALOR.


 CENTENAS DE ANOS MAIS TARDE, CAVACO SILVA USA SEMPRE CALçAS CASTANHAS.

Texto de Isabel do Carmo

[Eis um texto escrito por alguém que alerta para o mesmo problema, a falta de um mínimo de decência na "classe política nacional", filhos do estado-novo...AZ]

Texto de Isabel do Carmo.

O primeiro-ministro anunciou que íamos empobrecer, com aquele desígnio de falar "verdade", que consiste na banalização do mal, para que nos resignemos mais suavemente. Ao lado, uma espécie de contabilista a nível nacional diz-nos, como é hábito nos contabilistas, que as contas são difíceis de perceber, mas que os números são crus. Os agiotas batem à porta e eles afinal até são amigos dos agiotas. Que não tivéssemos caído na asneira de empenhar os brincos, os anéis e as pulseiras para comprar a máquina de lavar alemã. E agora as jóias não valem nada. Mas o vendedor prometeu-nos que... Não interessa.

Vamos empobrecer. Já vivi num país assim. Um país onde os "remediados" só compravam fruta para as crianças e os pomares estavam rodeados de muros encimados por vidros de garrafa partidos, onde as crianças mais pobres se espetavam, se tentassem ir às árvores. Um país onde se ia ao talho comprar um bife que se pedia "mais tenrinho" para os mais pequenos, onde convinha que o peixe não cheirasse "a fénico". Não, não era a "alimentação mediterrânica", nos meios industriais e no interior isolado, era a sobrevivência.

Na terra onde nasci, os operários corticeiros, quando adoeciam ou deixavam de trabalhar vinham para a rua pedir esmola (como é que vão fazer agora os desempregados de "longa" duração, ou seja, ao fim de um ano e meio?). Nessa mesma terra deambulavam também pela rua os operários e operárias que o sempre branqueado Alfredo da Silva e seus descendentes punham na rua nos "balões" ("Olha, hoje houve um ' balão' na Cuf, coitados!"). Nesse país, os pobres espreitavam pelos portões da quinta dos Patiño e de outros, para ver "como é que elas iam vestidas".

Nesse país morriam muitos recém-nascidos e muitas mães durante o parto e após o parto. Mas havia a "obra das Mães" e fazia-se anualmente "o berço" nos liceus femininos onde se colocavam camisinhas, casaquinhos e demais enxoval, com laçarotes, tules e rendas e o mais premiado e os outros eram entregues a famílias pobres bem - comportadas (o que incluía, é óbvio, casamento pela Igreja).

Na terra onde nasci e vivi, o hospital estava entregue à Misericórdia. Nesse, como em todos os das Misericórdias, o provedor decidia em absoluto os desígnios do hospital. Era um senhor rural e arcaico, vestido de samarra, evidentemente não médico, que escolhia no catálogo os aparelhos de fisioterapia, contratava as religiosas e os médicos, atendia os pedidos dos administrativos ("Ó senhor provedor, preciso de comprar sapatos para o meu filho"). As pessoas iam à "Caixa", que dependia do regime de trabalho (ainda hoje quase 40 anos depois muitos pensam que é assim), iam aos hospitais e pagavam de acordo com o escalão. E tudo dependia da Assistência. O nome diz tudo. Andavam desdentadas, os abcessos dentários transformavam-se em grandes massas destinadas a operação e a serem focos de septicemia, as listas de cirurgia eram arbitrárias. As enfermarias dos hospitais estavam cheias de doentes com cirroses provocadas por muito vinho e pouca proteína. E generalizadamente o vinho era barato e uma "boa zurrapa".

E todos por todo o lado pediam "um jeitinho", "um empenhozinho", "um padrinho", "depois dou-lhe qualquer coisinha", "olhe que no Natal não me esqueço de si" e procuravam "conhecer lá alguém".

Na província, alguns, poucos, tinham acesso às primeiras letras (e últimas) através de regentes escolares, que elas próprias só tinham a quarta classe. Também na província não havia livrarias (abençoadas bibliotecas itinerantes da Gulbenkian), nem teatro, nem cinema.

Aos meninos e meninas dos poucos liceus (aquilo é que eram elites!) era recomendado não se darem com os das escolas técnicas. E a uma rapariga do liceu caía muito mal namorar alguém dessa outra casta. Para tratar uma mulher havia um léxico hierárquico: você, ó; tiazinha; senhora (Maria); dona; senhora dona e... supremo desígnio - Madame.

Os funcionários públicos eram tratados depreciativamente por "mangas-de-alpaca" porque usavam duas meias mangas com elásticos no punho e no cotovelo a proteger as mangas do casaco.

Eu vivi nesse país e não gostei. E com tudo isto, só falei de pobreza, não falei de ditadura. É que uma casa bem com a outra. A pobreza generalizada e prolongada necessita de ditadura. Seja em África, seja na América Latina dos

quinta-feira, 5 de abril de 2012

O Horror do Regime Neo-fascista vigente em Portugal


Não posso deixar de vos recordar, caros concidadãos num Estado usurpado por gente reles, pedante, ignorante, mau carácter, sem formação alguma, que há que reflectir, repensar uma alternativa a este modo de vida que nos querem impôr. Um modo de vida em que há os que usurparam o aparelho de Estado, clamando falsamente legimitidade, pois têm ganho as eleições à custa do controlo e manipulação dos "meios de informação" (isto é,  dos meios de propaganda neo-fascista). Há que perdermos a ilusão, vivemos num Estado Neo-Fascista com uma aparência democrática, democrática apenas à superfície das aparências, aparentemente democrático para um emigrante que vem visitar a sua terra depois de longa ausência, ou de um turista, encantado com as belezas do país e da sua história passada (porque a moderna, é uma verdadeira vergonha, leiam a opinião dos Capitães de Abril sobre a situação actual para entenderem o que vos digo). O teste decisivo vem quando nos nos surge algum problema; aí compreendemos o inferno que  este "jardim à beira-mar plantado" é, na realidade. Posso assegurar-vos que, se não fosse o PCP e os movimentos de libertação coloniais, ainda estaríamos vivendo no "Antigamente", pois na verdade, após todos estes anos volvidos, a "ele" voltámos...

Hoje em dia, o controlo dos meios de propaganda do Regime é feita com tal sapiência, que se torna inútil a existência de uma PIDE-DGS. Dava por demais nas vistas. Basta a inoperância da Justiça, a corrupção do Parlamento, o controlo dos impostos, a precariedade do emprego, e mais todas as "torneiras" que os "governantes" têm à frente para fechar. Sim, porque os nossos "governantes", como pouco sabem da vida (confundem-na com cartões de crédito, importância pessoal, carros velozes, e roubar tudo o que podem), e pouco ou nada estão preparados para as "funções" que desempenham (é mais que evidente, lendo as histórias das suas "vidas", desde o "filósofo", ao transviado do mrpp, aos passos perdidos, aos ânjos sem correia, ao marques mentes, etc, porque são em grande número, embora sempre as mesmas figuras com aparência de conhecedores profundos, quando na verdade, são repetidores daquilo que ouvem e lêem lá fora), são suficientemente mentecaptos para não conseguirem imaginar meios de progresso económico, social, cultural, e, sobretudo, mental.

Agora, num sinal de maior falta de noção das dificuldades imensas que se estão adensando para a classe baixa e média (sustento da "democracia", e que hoje decai), prometem cortar os subsídios à população, já por si sobrecarregada e resvalando, dia após dia, para a indigência. Com carinhas de santos, apresentam-se na "comunicação social" como se fossem gente séria, um tal relvas e haja coelho, mas quando querem, traiçoeiramente, lá cortam mais este "benefício", os subsídios, a possibilidade de reforma, etc. Bravo! Compreendo hoje como "singraram na vida". Só historiadores mentecaptos poderão abonar a vosso favor, no futuro, se houver livros de história relatando o horror que foram "mansamente" capazes de perpetrar! Guardiões da morte! Até uma dona-de-casa orientaria melhor o país, pois o seu bom-senso seguramente ditaria que o pão, o leite, a fruta, a carne e o peixe, o arroz, a habitação, a educação e a saúde, enfim as coisas básicas para a sobrevivência humana não poderiam ser tocadas. Ora esta gente não sabe nada da vida! O passos namorou até ao limite da decência, protelando o final do curso o mais que pôde, enfim, o pai médico de província o sustinha; o "filósofo" foi "estudar filosofia", na verdade, está na boa vida em Paris, tirando Ciências Políticas, a "Sciences Po", curso que todos os que procuram abrigo nas esplanadas parisienses sonham em tirar, pois estudo é pouco e conversa é muita, conversa banal sobre política, sobre isto e aquilo, sobre absolutamente coisa nenhuma...Isto é conhecimento básico para quem estudou em Paris, quem conhece o meio, como é aqui o caso.

Na verdade, vivemos um cansaço enorme com esta "gente" (se) governando com o país, mostram e irão mostrar nos anos vindouros tudo aquilo que não deve ser feito a um país, a um povo, a inutilidade e fraude que são. Incapazes de mudar o "estado mental" em que vivem, estado mental provinciano e estado-novista, a actuação desta "gente" continuará a clamar nas nossas consciências (enfim, quem ainda a tem) a necessiade de mudança, de uma mudança na maneira de pensar, na maneira de actuar, compreendendo que é necessário criar no espaço político português, actual e completamente inútil e apodrecido, espaço para movimentos da sociedade civil, movimento(s) formado(s) por indivíduos competentes, honestos, não comprometidos com o Regime. Movimento, ou movimentos sociais, que repensem o país, que criem um país onde é possível e desejável trabalhar, construir uma sociedade solidária, onde valha a pena viver e conviver, onde o "estado mental" das pessoas seja de esperança, positivo, energizado, pois que compreendem qual o caminho a seguir, o caminho da educação e preparação das suas gentes para enfrentarem um futuro. É para isso que foi inventado o "governo" e as leis, para que se organize a harmonia entre pessoas com várias propensões, para que valha a pena viver em sociedade, para que cada um se ache necessário, peça fundamental de um mecanismo destinado a alcançar as estrelas. Que será só negro se continuar nas mão desta gandulagem, desta gente que vive imersa no seu próprio esterco da ganância e do dinheiro (e apenas isso), que vive da perversão moral e espiritual.

Só se fala de economia, de finanças, de mercados, como num repente tivessemos todos ficados prisioneiros de uma nova classe, os "gestores", os "novos ditadores", tal loucos Neros numa sociedade que perdeu o rumo, confundida até à completa cegueira. Eles bem sabiam, essa gente sem respeito e sem carácter, que "em terra de cegos quem tem olho é rei". A medida tal é inconstitucional? Aquela "torneira" pode trazer-nos mais dinheiro, embora vá acabar por aumentar o sofrimento das famílias, a criminalidade e a mortalidade? "Who cares?!...basta fechar esta também..." Gandulagem impune, intocável, fazem o que querem de nós. Há que dizer basta! Há que agir, antes que seja tarde demais, e o amor à nossa terra, à nossa história, a tudo aquilo que fomos, somos e poderemos um dia vir a ser, tem que ser respeitado!

As pessoas querem mudança, querem outra vida que não esta onde estamos enredados, como prisioneiros de gente manhosa, rude e falsa, os nossos "governantes". Os anos que se avizinham vão ser maus, com o corte de 30% do salário e o aumento constante dos impostos, preços, combustíveis, electricidade, preços dos produtos básicos que vão além das ricas Alemanha e França. Não sei como iremos sobreviver. Porém, eles próprios e acólitos irão viver na prosperidade, venderão tudo o que puderem, energia, terras, mar, ar, águas, o seu próprio povo, mas, imersos na sua podridão só cheiram a putrefação dos seus corpos e mentes, podres de ganância, petulância, maldade e ignorância. A coisa está muito má, não me admira mesmo que haja revoltas violentas nos tempos mais próximos. Por isso, meus concidadãos, aqui vos recordo, o sonho continua...

Um abraço forte deste vosso,
Abrãao M. Zacuto