sábado, 18 de fevereiro de 2012

Manifesto pelo Fim do "Regime Finançocorrupto"

Manifesto pelo Fim do Regime Finançocorrupto instalado no pós-25 de Abril

Ao fim destes últimos trinta anos, o denominador comum que salta à vista, é um país que teve um momento aúreo no pós-25 de Abril, como era inevitável com a chegada de uma enorme força de trabalho das ex-colónias e com os financiamentos laudos proporcionados pela Comunidade Europeia.

Atualmente, o que salta à vista é um Estado presente em todas as actividades das nossas vidas, sobretudo para sacar dinheiro a quem trabalha com impostos sobre impostos sobre impostos, com regulamentos de toda a ordem (agora nem da Asae se ouve falar, imersa que está em escândalos de corrupção), com penalidades de toda a ordem, mas com uma justiça que não funciona (como convém num Estado altamente flagelado pela corrupção, como é o nosso).

Ouve-se falar do Estado a toda a hora, ouve-se e vêem-se nos écrans ou no papel, notícia tal sobre ministro tal, ou secretário de estado tal, ou vem à liça o que disse o secretátio-geral do Ps ou do PSD, ou do CDS, ou do BE, num corropio estonteante, cada um alvitrando uma medida mais assustadora do que o outro, cada um procurando no fundo mais escuro da sua alma doente, uma medida, um decreto, que possa "legitimar" o acto de sacar mais dinheiro ao contribuinte, ao pequeno e médio empresário, ao artista, ao criador, ao trabalhador precário ou sem um tosto no bolso, ou ao idoso que já nem forças tem para se mexer (e que tudo deu enquanto foi força activa da sociedade, e acreditou), tudo aquilo que ainda se vê, que é material, que está do "outro lado" e não nos "cofres", ou melhor, "bolsos" do governo.

Onde estão os honestos teóricos de menos Estado, melhor Estado? Eu sou a favor de menos Estado, muito menos Estado. Eu não quero ouvir falar do Estado e seus "agentes" quando por algum motivo abro a TV, ou a rádio, ou pego num jornal ou revista. Estou francamente saturado, e sei que não o único a olhar o céu...
Exigo menos deputados, menor ministérios, a liberalização da rádio, jornais, e canais de televisão. Dêem a voz a quem discorda e pensa, a quem tem alternativas e sabe criticar o que mal está. Dêem a voz a quem não é ouvido, porque incómodo. Parem de difundir notícias lúgubres até à exaustão. Falem do futuro, do que se pode fazer, do que temos de bom e de mau. E escolham escorraçar o mal desta sociedade doente. O novo Regime deverá criar um novo homem português, autêntico, livre, com mentes preparadas, desejando o progresso. O novo Regime deve aplicar as suas forças na Educação, na Saúde, deve deixar livre o cidadão para trabalhar, para pensar, para criar e construir. É claro que assim o Estado deixará de ter a "importância" que tem nas nossas vidas, pois na verdade não é um Estado na acepção primeira que a história lhe conferiu. O Estado é um cão de guarda da Banca e Corporações multi-bilionárias. É um cão tinhoso que não nos larga as pernas, que nos persegue por todos os cantos, raivoso e perseguidor. É este o Estado que tem que acabar.

É de mais, há que criar alternativas que ponham um ponto final a este "Regime", a esta vilanagem com características nacionais, mas que corroem o que de melhor Portugal cria, produz. Alternativas com gente capaz, competente, com mentes que não sejam nos "moldes" do que vemos por todo o lado. A minha dúvida é esta: haverá gente para tal?
Enquanto trabalhador e contribuinte depauperado, eu quero menos Estado!
AZ

O Bloco de Esquerda fascizou-se...

Alguém, porventura, tem dado atenção às intervenções do Bloco de Esquerda? Parece-me que a maioria de nós, povo, não o tem feito, porque a nossa intuição sobre o fenómeno político agudizou-se com as dificuldades e os perigos.

Já compreendemos que, à medida que este regime caminha para o seu fim - não sem antes destruir o resto de bom que ainda temos - dele ou de gente ligado a ele, (com ideias inovadoras, indivíduos com estatura moral e ética, competências apuradas e visão global do mundo hodierno), nada de bom poderemos esperar.

É certo que os Regimes caiem, há pouco mais de 30 anos caíu o Regime Salazarista, agora aproxima-se a inevitabilidade da queda deste regime. Para bem de todos nós e deste maltratado país.

Ora, o bloco de Esquerda, esperança vã (mais uma!), com os seus meninos/as "queques" já deu o que tinha a dar. E este facto, triste, empobrece ainda mais o Regime...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O Aborto Ortográfico...


E enquanto em Portugal tanto iluminado quer mandar prender o Graça Moura, no Brasil há quem ponha os pontos nos iis no negócio do Acordo
Tantas Páginas: O que acha do acordo ortográfico? Acha mesmo que, como dizem os editores portugueses (e muitos intelectuais), o acordo foi uma gigantesca maquinação brasileira para permitir que os livros brasileiros entrem livremente no mercado português e no africano, acabando com a indústria portuguesa do livro?
Paulo Franchetti: O acordo ortográfico é um aleijão. Linguisticamente malfeito, politicamente mal pensado, socialmente mal justificado e finalmente mal implementado.
Foi conduzido, aqui no Brasil, de modo palaciano: a universidade não foi consultada, nem teve participação nos debates (se é que houve debates além dos que talvez ocorram durante o chá da tarde na Academia Brasileira de Letras), e o governo apressadamente o impôs como lei, fazendo com que um acordo para unificar a ortografia vigorasse apenas aqui, antes de vigorar em Portugal.
O resultado foi uma norma cheia de buracos e defeitos, de eficácia duvidosa. Não sei a quem o acordo interessa de fato. A ortografia brasileira não será igual à portuguesa.
Nem mesmo, agora, a ortografia em cada um dos países será unificada, pois a possibilidade de grafias duplas permite inclusive a construção de híbridos. E se os livros brasileiros não entram em Portugal (e vice-versa) não é por conta da ortografia, mas de barreiras burocráticas e problemas de câmbio que tornam os livros ainda mais caros do que já são no país de origem. E duvido que a ortografia seja uma barreira comercial maior do que a sintaxe e o ai-meu-deus da colocação pronominal.
Mas o acordo interessa, é claro, a gente poderosa. Ou não teria sido implementado contra tudo e todos.
No Brasil, creio que sobretudo interessa às grandes editoras que publicam dicionários e livros de referência, bem como didáticos.
Se cada casa brasileira que tem um exemplar do Houaiss, por exemplo, adquirir um novo, dada a obsolescência do que possui, não há dúvida que haverá benefícios comerciais para a editora e para a Fundação Houaiss – Antonio Houaiss, como se sabe, foi um dos idealizadores e o maior negociador do acordo.
O mesmo vale para os autores de gramáticas e livros didáticos – entre os quais se encontram também outros entusiastas da nova ortografia.
E não é de espantar que tenham sido justamente esses – e não os linguistas e filólogos vinculados à universidade – os que elaboraram o texto e os termos do acordo.
Nem vale a pena referir mais uma vez o custo social de tal negócio: treinamento de docentes, obsolescência súbita de material didático adquirido pelas famílias, adequação de programas de computador, cursos necessários para aprender as abstrusas regras do hífen e outras miuçalhas.
De meu ponto de vista, o acordo só interessa a uns poucos e nada à nação brasileira, como um todo.
Já Portugal deu uma prova inequívoca de fraqueza ao se submeter ao interesse localista brasileiro, apesar da oposição muito forte de notáveis intelectuais, que, muito mais do que aqui, argumentaram com brilho contra o texto e os objetivos (ou falta de objetivos legítimos) do acordo.
(do editorial de 09 de Fevereiro do Jornal de Angola, um dos países que não subscreveu o AO):
«O português falado em Angola tem características específicas e varia de província para província. Tem uma beleza única e uma riqueza inestimável para os angolanos mas também para todos os falantes. Tal como o português que é falado no Alentejo, em Salvador da Baía ou em Inhambane tem características únicas. Todos devemos preservar essas diferenças e dá-las a conhecer no espaço da CPLP. A escrita é “contaminada” pela linguagem coloquial, mas as regras gramaticais, não. Se o étimo latino impõe uma grafia, não é aceitável que através de um qualquer acordo ela seja simplesmente ignorada. Nada o justifica. Se queremos que o português seja uma língua de trabalho na ONU, devemos, antes do mais, respeitar a sua matriz e não pô-la a reboque do difícil comércio das palavras.»


Paulo Franchetti é professor titular do Departamento de Teoria Literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
É mestre em Teoria Literária pela Unicamp (1981), doutor em Letras pela Universidade de São Paulo (1992) e Livre-Docente pela Unicamp (1999). Desde 2004 é Professor Titular.
Atua na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, Literatura Brasileira dos séculos XIX e XX e Literatura Portuguesa do século XIX.
Desde 2002, dirige a Editora da Unicamp, cujo Conselho Editorial preside.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

A história recente da Grécia repete-se...

[Corre nas redes sociais.AZ]

por Ferreira Fernandes

A agência de rating Moody's baixa a nota da Grécia; as taxas de juro explodem; o país declara falência; a população revolta-se; o exército toma o poder, declara-se o estado de urgência e um general é entronizado ditador; a Moody's, arrependida pelas consequências, pede desculpa... "Alto!", grita-me um leitor, que prossegue: "Então, você começa por dizer que vai recapitular e, depois de duas patacoadas que todos conhecemos, lança-se para um futuro de ficção científica?!" Perdão, volto a escrever: então, recapitulemos. Só estou a falar de passado e vou repetir-me, agora com pormenores. A Moody's, fundada em 1909, não viu chegar a crise bolsista de 1929. Admoestada pelo Tesouro americano por essa falta de atenção, decidiu mostrar serviço e deu nota negativa à Grécia, em 1931. A moeda nacional (dracma) desfez-se, os capitais fugiram, as taxas de juros subiram em flecha, o povo, com a corda na garganta, saiu à rua, o Governo de Elefthérios Venizelos (nada a ver com o Venizelos, atual ministro das Finanças) caiu, a República, também, o país tornou-se ingovernável e, em 1936, o general Metaxas fechou o Parlamento e declarou um Estado fascista. Perante a sua linda obra, a Moody's declarou, nesse ano, que ia deixar de dar nota às dívidas públicas. Mais tarde voltou a dar, mas eu hoje só vim aqui para dizer que nem sempre as tragédias se repetem em farsa, como dizia o outro. Às vezes, repetem-se simplesmente.


Ex-directores bancários foram detidos na Islândia...que continua a dar exemplos...

Dois ex-directores do banco islandês Kaupthing, nacionalizado de urgência em 2008, foram detidos, anteontem, informou, através de comunicado, o procurador que chefia o inquérito sobre a implosão do sistema bancário da Islândia.

Hreidar Mar Sigurdsson, ex-director do Kaupthing, e Magnus Gudmunsson, ex-director da sucursal do Banco no Luxemburgo, foram, ontem, colocados em prisão preventiva durante sete e 12 dias, respectivamente, anunciou à rádio pública islandesa RUV o procurador encarregado do caso, Olafur Hauksson. A decisão foi tomada ao fim da manhã de ontem por um juiz do Tribunal de Reykjavik.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a 10 vezes o Produto Interno Bruto (PIB) do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita.
Os proprietários dos três bancos islandeses - Kaupthing, Landsbanki e Glitnir -, nacionalizados de urgência para evitar uma falência generalizada do país, são acusados, num relatório parlamentar, de terem abusado das suas posições, ao assumirem empréstimos "desapropriados". Sigurdsson e Gudmundsson são os primeiros dirigentes de um dos três bancos a serem detidos.
O procurador investiga entre outros "factos de criminalidade económica, infracção de leis sobre a segurança social, incluindo abusos de mercado, e violações à lei sobre as sociedades".
Sigurdsson, nascido em 1970, dirigiu o Kaupthing de 2003 até à sua implosão e nacionalização, em Outubro de 2008. Com outros responsáveis do Kaupthing, foi acusado de ter emprestado demasiado dinheiro aos principais accionistas do banco, bem como aos seus dirigentes.
Sigurdsson e vivem actualmente no Luxemburgo, onde trabalham como consultores de uma sociedade, a Consolium, que criaram com antigos colegas do Kaupthing.
A casa de Sigurdsson em Reiquiavique foi atacada com tinta vermelha por várias vezes.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Clube de Bildeberg e a destruição da economia mundial!...

Daneil Estulin, autor de um livro intitulado "O Clube de Bildeberg", diz que o livro foi censurado e retirado do mercado nacional. Seria o primeiro país a censurar este livro. Não me admira. Estamos com muitos "funcionários" ao seu serviço. Ouçam com atenção este jornalista. Não é nada que nos surpreenda.
Agora, Daniel desmonta a Wikileaks, procurando mostrar que não é mais do que um esquema montado pela CIA para fechar a internet.
Nunca imaginei que chegássemos a este ponto!

Insiro aqui uma pequena nota biográgica sobre Estulin, extraída da Wikipedia, que ajudará o leitor a pensar por si próprio.

Daniel Estulin (nascido na Rússia) é um autor especializado sobre o Clube de Bilderberg, uma conferência anual à qual só assistem os convidados das elites nos campos dos negócios, finanças, midia e política. Ele é conhecido pelos seus extensos trabalhos sobre este grupo e os seus livros sobre técnicas de comunicação.
Em uma entrevista, Estulin descreve o seu passado, que o levou à sua profissão:
"Eu sou um ex-patriota russo que foi expulso pela União Soviética em 1980. O meu pai foi um dissidente que lutou pela liberdade de expressão que foi encarcerado, torturado pela KGB. Sofreu duas mortes políticas. Quando essa gente cansou de nós expulsou-nos. Emigramos ao Canadá e há 12 anos cheguei à Espanha. O meu avô era coronel na KGB e a contra-inteligência em 1950s, por isso é que eu sou privilegiado para obter uma cheia de informação do serviço secreto que era a nossa melhor fonte de informação. Nem só a gente da KGB, mas a gente do MI6, a CIA. Porque a maioria das pessoas que trabalham para o serviço secreto como você sabe provavelmente são patriotas e amam o seu país e eles estão fazendo isso para o bem da nação e são os primeiros absolutamente aterrorizados com os planos dos membros de Bilderberg". [1]
Estulin escreveu A Verdadeira História do Clube de Bilderberg (título original: La Verdadera Historia Del Club Bilderberg),[2][3] supostamente um relatório sobre a natureza e as reuniões de pessoas mais poderosas do mundo. Segundo o livro de Estulin, o secreto Clube de Bilderberg têm feito importantes decisões políticas, económicas e sociais desde a sua primeira reunião em 1954.
Estulin publicou um segundo livro, Los secretos del club Bilderberg (Os secretos do Clube de Bilderberg), lançado em setembro de 2006.
Henry Kissinger, um membro permanente de Bilderberg, terá dito o seguinte sobre António Durão Barroso: é “indiscutivelmente o pior primeiro-ministro na recente história política. Mas será o nosso homem na Europa”.
Em dezembro de 2007, Estulin apareceu no Alex Jones Show, e alegou que ele tinha "recebido informações de fontes dentro da comunidade de inteligência que sugere que as pessoas dos mais altos escalões do governo dos EUA estão considerando um atentado contra o deputado Ron Paul porque eles são ameaçados pela sua popularidade crescente" [4] [5] como um candidato presidencial. Estulin trabalhou com o jornalista norte-americano Big Jim Tucker que tem um interesse semelhante nas actividades do Grupo de Bilderberg. [5]

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A "SEITA" é revelada...

EURO, qual EURO. Crise...

[Corre nas redes sociais e contém dados que é preciso não esquecer, pois revelam a origem da crise "financeira" que atravessamos. E nós aqui em Portugal, governados pelos que aproveitaram o 25 de Abril para auto-promoção... AZ]

Sabem quem é Papademos Lucas (actual líder grego após a renúncia de Papandreou)

Sabem quem é  Mariano Monti (agora à frente do governo italiano)?

Sabem quem é Mario Draghi (actual presidente do Banco Central Europeu)?

Sabem o que é Goldman Sachs?

Goldman Sachs: é um dos maiores bancos de investimento mundial e
co-responsável directo, com outras entidades (como a agência de
notação financeira Moody?s), pela actual crise e um dos seus maiores
beneficiários. Como exemplo, em 2007,a G.S. ganhou 4 bilhões de
dólares em transacções que resultaram directamente do actual desastre
da economia do EUA. O EUA ainda não recuperaram das percas infligidas
pelo sector especulativo e financeiro dos EUA.

Papademos: actual primeiro-ministro grego  na sequência da demissão de
Papandreou. Atenção não foi eleito pelo povo.
- Ex-governador do Federal Reserve Bank de Boston, entre 1993 e 1994.
- Vice-Presidente do Banco Central Europeu  2002-2010.
- Membro da Comissão Trilateral desde 1998, lobby neo-liberal fundado
por Rockefeller, (dedicam-se a comprar políticos em troca de
subornos).
- Ex-Governador do Banco Central da Grécia entre 1994 e 2002.  Falseou
as contas do défice público do país com  o apoio activo da Goldman
Sachs, o que levou, em grande parte à actual crise no país.


Mariano Monti: actual primeiro-ministro da Itália após a renúncia de
Berlusconi. Atenção não foi eleito pelo povo.
- O ex-director europeu da Comissão Trilateral mencionada acima.
- Ex-membro da equipe directiva do grupo Bilderberg.
- Conselheiro do Goldman Sachs durante o período em que esta ajudou a
esconder o défice orçamental grego.


Mario Draghi: actual presidente do Banco Central Europeu para
substituir Jean-Claude Trichet.
- O ex-director executivo do Banco Mundial entre 1985 e 1990.
- Vice-Presidente para a Europa do Goldman Sachs de 2002 a 2006,
período durante o qual ocorreu o falseamento acima mencionado.

Vejam tantas pessoas que trabalhavam para o Goldman Sachs ....

Bem, que coincidência, todos do lado do Goldman Sachs. Aqueles que
criaram a crise são agora apresentados como a única opção viável para
sair dela, no que a imprensa americana está começando a chamar de "O
governo da Goldman Sachs na Europa."

Como é que eles fizeram?

Eu explico:

Encorajaram Investidores  a investir em produtos secundários que
sabiam ser " lixo ", ao mesmo tempo dedicaram-se a apostar em bolsa o
seu fracasso. Isto é apenas a ponta do iceberg, e está bem
documentado, podem investigar. Agora enquanto lêem este e-mail estão
esperando na base da especulação sobre a dívida soberana italiana e
seguidamente será a espanhola.

Tende-se a querer-nos fazer pensar que a crise foi uma espécie de
deslizamento, mas a realidade sugere que por trás dela há uma vontade
perfeitamente orquestrada de tomar o poder directo no nosso
continente, num movimento sem precedentes na Europa do século XXI.

A estratégia dos grandes bancos de investimento e agências de rating é
uma variante de outras realizadas anteriormente noutros continentes,
tem vindo a desenvolver-se desde o início da crise e é, do meu ponto
de vista, como se segue:

1. Afundar o país mediante especulação na bolsa de valores / mercado.
Pomo-los loucos com medo do que dirão os mercados, que nós controlamos
dia a dia.

2. Forçá-los a pedir dinheiro emprestado para, manter o Status-Quo ou
simplesmente salvá-los da Banca Rota. Estes empréstimos são
rigorosamente calculados para que os países não os possam pagar, como
é o caso da Grécia que não poderia cobrir a sua dívida, mesmo que o
governo vendesse todo o país, e não é metáfora, é matemática,
aritmética.

3. Exigimos cortes sociais e privatizações, à custa dos cidadãos, sob
a ameaça de que se os governos não as levam a cabo, os investidores
irão retirar-se por medo de não serem capazes de recuperar o dinheiro
investido na dívida desses países e noutros investimentos.

4. Cria-se um alto nível de descontentamento social, adequado para que
o povo, já ouvido, aceite qualquer coisa para sair da situação.

5. Colocamos os nossos homens, onde mais nos convenha.

Se acham que é ficção científica, informem-se: estas estratégias estão
bem documentadas e têm sido usadas com diferentes variações ao longo
do século XX e XXI  noutros países, nomeadamente na América Latina
pelos Estados Unidos, quando se dedicavam, e continuam a dedicar-se na
medida do possível, a asfixiar economicamente mediante a dívida
externa por exemplo a países da América Central, criando instabilidade
e descontentamento social usando isso para colocar no poder os líderes
"simpáticos" aos seus interesses. Portanto nada disto tem a ver com o
EURO. O EURO é uma moeda Forte, porque os investidores vêm ai carne
para desossar, se não houvesse o Euro o ataque acontecia na mesma, só
que se calhar os primeiros a cair não seriam os PIGS, mas a própria
Alemanha, a Inglaterra etc. Não são o Governo dos EUA, que deferem
estes golpes, mas sim pela indústria financeira internacional,
principalmente sediada em Wall Street(New York) e na City (Londres), é
que, o que está acontecendo sob o olhar impotente e / ou cúmplice dos
nossos governos é o maior assalto de sempre na história da humanidade
à escala global, são autênticos golpes de estado e violações
flagrantes da soberania dos Estados e seus povos.

É fácil divulgar isto na internet.
Digam aos vossos amigos, para passar o e-mail para qualquer um que
possa estar interessado.

Se nos estão comendo vivos ... As pessoas precisam saber. Estamos a
sofrer uma anexação pela via financeira, e esta é a realidade.