sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Mulher de coragem!


[Circula e deve-se divulgar esta carta de uma médica, mais uma testemunha do nosso colapso civilizacional...Tanto no Brasil, como cá, mesma mentalidade, mesmas atitudes no que se refere à canalhice dos políticos...AZ]

------------------------- R E P A S S A N D O - O ALERTA SERVE PARA TODO O BRASIL ... Esta é uma mulher de coragem! Nunca li algo desta forma, a ponto da mesma ter a coragem de colocar os telefones e endereços. Está certíssima e tem de se rebelar mesmo, pois o que é pago aos médicos, professores, bombeiros, policiais e outras classes realmente é um absurdo! Mulher de coragem. Está de parabéns e tem o meu total apoio. Vamos repassar! Obrigada .

CARTA ABERTA AO GOV. DO RJ. UMA MÉDICA DE CORAGEM E CONVICÇÃO  
CARTA DA DRA. DRA. MARIA ISABEL LEPSCH AO GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO, SERGIO CABRAL.

LEIA E DIVULGUE
Sabe governador, somos contemporâneos, quase da mesma idade, mas vivemos em mundos bem diferentes. Sou classe média, bem média, médica, pediatra, deprimida e indignada com as canalhices que estão acontecendo.Não conheço bem a sua história pessoal e certamente o senhor não sabe nada da minha também. Fiz um vestibular bastante disputado e com grande empenho tive a oportunidade de freqüentar a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, hoje esquartejada pela omissão e politiquices do poder público estadual. Fiz treinamento no Hospital Pedro Ernesto, hoje vivendo de esmolas emergenciais em troca de leitos da dengue. Parece-me que o senhor desconhece esta realidade. O seu terceiro grau não foi tão suado assim, em universidade sem muito prestígio, curso na época pouco disputado, turma de meninos Zona Sul ...Aprendi medicina em hospital de pobre, trabalhei muito sem remuneração em troca de aprendizado. Ao final do curso, nova seleção, agora, para residência. Mais trabalho com pouco dinheiro e pacientes pobres, o povo.. Sempre fui doutrinada a fazer o máximo com o mínimo. Muitas noites sem dormir, e lhe garanto que não foram em salinhas refrigeradas costurando coligações e acordos para o povo que o senhor nem conhece o cheiro ou choro em momento de dor.. No início da década de noventa fui aprovada num concurso para ser médica da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro'. A melhor decisão da minha vida, da qual hoje mais do que nunca não me arrependo, foi abandonar este cargo. Não se pode querer ser Dom Quixote, herói ou justiceiro. Dói assistir a morte por falta de recursos. Dói, como mãe de quatro filhos, ver outros filhos de outras mães não serem salvos por falta de condições de trabalho. Fingir que trabalha, fingir que é médico, estar cara-a-cara com o paciente como representante de um sistema de saúde ridículo, ter a possibilidade de se contaminar e se acostumar com uma pseudo-medicina é doloroso, aviltante e uma enorme frustração. Aprendi em muitas daquelas noites insones tudo o que sei fazer e gosto muito do que eu faço. Sou médica porque gosto. Sou pediatra por opção e com convicção. Não me arrependo. Prometi a mim mesma fazer o melhor de mim. É um deboche numa cidade como o Rio de Janeiro, num estado como o nosso assistir políticos como o senhor discursarem com a cara mais lavada que este é o momento de deixar de lenga-lenga para salvar vidas. Que vidas, senhor governador ? Nas UPAS? tudo de fachada para engabelar o povão!!!! Por amor ao povo o senhor trabalharia pelo que o senhor paga ao médico ? Os médicos não criaram os mosquitos. Os hospitais não estão com problema somente agora. Não faltam especialistas. O que falta é quem queira se sujeitar a triste realidade do médico da SES para tentar resolver emergencialmente a omissão de anos. A mídia planta terrorismo no coração das mães que desesperadas correm a qualquer sintoma inespecífico para as urgências... Não há pediatra neste momento que não esteja sobrecarregado. Mesmo na medicina privada há uma grande dificuldade em administrar uma demanda absurda de atendimentos em clínicas, consultórios ou telefones. Todos em pânico. E aí vem o senhor com a história do lenga-lenga. Acorde governador ! Hoje o senhor é poder executivo. Esqueça um pouco das fotos com o presidente e com a mãe do PAC, esqueça a escolha do prefeito, esqueça a carinha de bom moço consternado na televisão. Faça a mudança. Execute. "Lenga-lenga" é não mudar os hospitais e os salários. Quem sabe o senhor poderia trabalhar como voluntário também. Chame a sua família. Venha sentir o stress de uma mãe, não daquelas de pracinha com babá, que o senhor bem conhece, mas daquelas que nem podem faltar ao trabalho para cuidar de um filho doente. Venha preparado porque as pessoas estão armadas, com pouca tolerância, em pânico. Quem sabe entra no seu nariz o cheiro do pobre, do povo e o senhor tenta virar o jogo. A responsabilidade é sua, governador. Afinal, quem é, ou são, os vagabundos, Governador ?
Dra. Ma. Isabel Lepsch

ICARAÍ Rua Miguel de Frias 51 sala 303 Tel: 2704-4104/9986- 2514 NITERÓI Av. Amaral Peixoto 60 sala 316 Tel: 2613-2248/2704- 410 4/9982- 8995 SÃO GONÇALO Rua Dr. Francisco Portela 2385 Parada 40 Tel: 2605-0193/3713- 0879

Através da Divulgação é que podemos tentar ajudar a diminuir a DESASISTÊNCIA TOTAL DO GOVERNO AOS HOSPITAIS PÚBLICOS DO BRASIL

'O QUE MAIS PREOCUPA NÃO É O GRITO DOS VIOLENTOS, DOS CORRUPTOS, DOS DESONESTOS, DOS SEM-CARÁTER, DOS SEM-ÉTICA. O QUE MAIS PREOCUPA É O SILÊNCIO DOS BONS" - MARTIN LUTHER KING

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Paga povo que o teu bolso não tem fundo...

[Ainda não obtive a fonte deste texto. AZ]

Até já lhe chamam o Tomás .............................

Paga povo que o teu bolso não tem fundo ....!


S/comentários
Noticia em discreta, sem foto, no canto inferior esquerdo de uma página de jornal: Cavaco Silva foi aos Açores por 5 dias com a sua mulher e mais 30 pessoas
(pelo menos é com este número oficial dado a conhecer aos jornalistas, ou seja, que se quer passar aos portugueses). Gostava que o senhor presidente
explicasse a gente ignorante como eu porque precisa levar consigo 12 agentes de segurança (que risco corre nas Ilhas portuguesas e pacatíssimas como são
as dos Açores?). o chefe da casa civil (mais a mulher), quatro assessores, dois consultores, o médico pessoal, uma enfermeira e- cúmulo do ridículo do supérfulo, do
exagero e do fútil dois bagageiros, 2 fotógrafos oficiais e um mordomo como no Açores não houvesse ninguém para os muito bem receber.
Disse Cavaco à chegada ao arquipélago (Ninguém está imune aos sacrifícios) E esta hein?.
Podemos concluir então que, em tempo de vacas gordas a comitiva seria de dimensões mais provocadoras.....Na primeira página do jornal eu poria esta noticia
Para não passar despercebida a nenhum membro da ditosa comitiva e principalmente da pessoa que encabeça.

A Alemanha, rainha das dívidas!...

[Vejam a entrevista original no Der Spiegel, publicado em 21 de Junho de 2011. AZ]



Alemanha "rainha das dívidas"


publicado 14:37 21 Junho 2011


O historiador Albrecht Ritschl evoca hoje em entrevista ao site de Der Spiegel vários momentos na História do século XX em que a Alemanha equilibrou as suas contas à custa de generosas injecções de capital norte-americano ou do cancelamento de dívidas astronómicas, suportadas por grandes e pequenos países credores.

Ritschl começa por lembrar que a República de Weimar viveu entre 1924 e 1929 a pagar com empréstimos norte-americanos as reparações de guerra a que ficara condenada pelo Tratado de Versalhes, após a derrota sofrida na Primeira Grande Guerra. Como a crise de 1931, decorrente do crash bolsista de 1929, impediu o pagamento desses empréstimos, foram os EUA a arcar com os custos das reparações.

A Guerra Fria cancela a dívida alemã

Depois da Segunda Guerra Mundial, os EUA anteciparam-se e impediram que fossem exigidas à Alemanha reparações de guerra tão avultadas como o foram em Versalhes. Quase tudo ficou adiado até ao dia de uma eventual reunificação alemã. E, lembra Ritschl, isso significou que os trabalhadores escravizados pelo nazismo não foram compensados e que a maioria dos países europeus se viu obrigada a renunciar às indemnizações que lhe correspondiam devido à ocupação alemã.

No caso da Grécia, essa renúncia foi imposta por uma sangrenta guerra civil, ganha pelas forças pró-ocidentais já no contexto da Guerra Fria. Por muito que a Alemanha de Konrad Adenauer e Ludwig Ehrard tivesse recusado pagar indemnizações à Grécia, teria sempre à perna a reivindicação desse pagamento se não fosse por a esquerda grega ficar silenciada na sequência da guerra civil.

À pergunta do entrevistador, pressupondo a importância da primeira ajuda à Grécia, no valor de 110 mil milhões de euros, e da segunda, em valor semelhante, contrapõe Ritschl a perspectiva histórica: essas somas são peanuts ao lado do incumprimento alemão dos anos 30, apenas comparável aos custos que teve para os EUA a crise do subprime em 2008. A gravidade da crise grega, acrescenta o especialista em História económica, não reside tanto no volume da ajuda requerida pelo pequeno país, como no risco de contágio a outros países europeus..

Tiram-nos tudo - "até a camisa"

Ritschl lembra também que em 1953 os próprios EUA cancelaram uma parte substancial da dívida alemã - um haircut, segundo a moderna expressão, que reduziu a abundante cabeleira "afro" da potência devedora a uma reluzente careca. E o resultado paradoxal foi exonerar a Alemanha dos custos da guerra que tinha causado, e deixá-los aos países vítimas da ocupação.

E, finalmente, também em 1990 a Alemanha passou um calote aos seus credores, quando o chanceler Helmut Kohl decidiu ignorar o tal acordo que remetia para o dia da reunificação alemã os pagamentos devidos pela guerra. É que isso era fácil de prometer enquanto a reunificação parecia música de um futuro distante, mas difícil de cumprir quando chegasse o dia. E tinha chegado.

Ritschl conclui aconselhando os bancos alemães credores da Grécia a moderarem a sua sofreguidão cobradora, não só porque a Alemanha vive de exportações e uma crise contagiosa a arrastaria igualmente para a ruína, mas também porque o calote da Segunda Guerra Mundial, afirma, vive na memória colectiva do povo grego. Uma atitude de cobrança implacável das dívidas actuais não deixaria, segundo o historiador, de reanimar em retaliação as velhas reivindicações congeladas, da Grécia e doutros países e, nesse caso, "despojar-nos-ão de tudo, até da camisa".

terça-feira, 4 de outubro de 2011

E depois da Primavera Árabe começou a Revolução Norte-Americana....

Não é de espantar que na maior potência do mundo comece a ganhar corpo uma revolução pacífica. Devemos todos clamar "Basta" ! Começou em Wall Street, e agora espalha-se por outras cidades dos Estados Unidos. O mecanismo desta máquina letal que é o aparelho de Estado na actualidade, refém das corporações e dos seus brutais guardiões, é mais do que claro. Compete à Sociedade Civil iniciar o necessário processo de consciencialização e de ação, tornando-se agente de transformação do aparelho de Estado e colocando ao serviço das populações, ou só nos resta a doença, a desgraça, a pobreza própria dos escravos. Os partidos não poderão ter a importância desmedida que actualmente têm. Deverão ser pequenos parceiros junto com representantes independentes da Sociedade Civil, experiência por que passa actualmente a Islândia.
VEJAM ESTAS NOTÍCIAS, JÁ QUE OS MÍDIA OCULTAM O QUE SE ESTÁ PASSANDO PELO MUNDO. Humanidade, ergue-te !



AZ

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Ladrões encartados...

http://pontedosor.blogspot.com/2011/08/ladroes-encartados.html

Leiam o texto que consta no site acima indicado. Vale a pena. Não tenhamos ilusões. Estas evidências tornam possível fenómenos como a "primavera árabe" e agora o "outono norte-americano".

Duarte Lima e os nossos políticos profissionais...

[Este texto é a opinião de Eduardo Pitta que consta no seu site , clique em cima. Reproduzo para que se conheça melhor com quem lidamos todos nós. AZ]

A revista Sábado que ontem chegou às bancas dedica oito páginas a
Duarte Lima, desde o tempo em que, órfão de pai aos 11 anos, ajudava a
mãe a vender peixe em Miranda do Douro. À beira de completar 56 anos
(Novembro), Duarte Lima tornou-se um homem imensamente rico. A
investigação de António José Vilela e Maria Henrique Espada está
recheada de detalhes picantes. Na sua casa da Av Visconde de Valmor, em
Lisboa, Duarte Lima dava jantares impressionantes, confeccionados in
situ por Luís Suspiro; no fim do ágape, o chef vinha à sala explicar aos
convidados  —  entre outros, Manuel Maria Carrilho, Ricardo Salgado,
João Rendeiro, Horácio Roque, Adriano Moreira e José Sócrates  —  a
génese das suas criações. Ângelo Correia, que o lançou na política em
1981, nunca foi convidado para esses jantares. O andar da Visconde de
Valmor foi decorado por Graça Viterbo: a decoradora cobrou 705 mil
euros. Quando entrou para a Universidade Católica, graças a uma bolsa
que o isentou das propinas, foi ignorado pelos colegas: era pobre,
vestia-se mal e vinha da província. Só Margarida Marante se aproximou
dele. Duarte Lima oferecia-lhe alheiras confeccionadas pela mãe. Em 1980
já era maestro do coro da Católica. Pacheco Pereira e Santana Lopes
assistiam embevecidos aos seus concertos de órgão. O estágio de
advocacia foi feito no escritório do socialista José Lamego, então
casado com Assunção Esteves, actual presidenta da AR. O primeiro
casamento (1982) foi celebrado pelo bispo de Bragança. Em 1983 chegou a
deputado e, em 1991, a líder parlamentar e vice-presidente do PSD. Nos
anos 1980-90 era das poucas pessoas a quem Cavaco atendia o telefone a
qualquer hora. Até que, em 1994, o Indy, então dirigido por Paulo
Portas, obrigou o Ministério Público a investigar as suas contas.
Demitiu-se de cargos políticos e aguardou a conclusão do processo. Com o
assunto arrumado, candidatou-se em 1998 à Distrital de Lisboa do PSD.
Ganhou, derrotanto Passos Coelho e Pacheco Pereira. A leucemia afastou-o
do cargo. Volta ao Parlamento por dois mandatos: 1999-2002 e 2005-2009.
Segundo a revista, Duarte Lima depositou nas suas contas, entre 1986 e
1994, mais de cinco milhões de euros, parte considerável (25%) em cash.
É membro da Comissão de Ética do Instituto de Oncologia de Lisboa e
fundou a Associação Portuguesa Contra a Leucemia. Agora é o principal
suspeito do assassinato de Rosalina Ribeiro.

Nada disto me impressiona, excepto o facto de Duarte Lima ter obtido do
BPN, em 2008, pouco antes da nacionalização do banco, um empréstimo de
6,6 milhões de euros, «contraído sem a apresentação de qualquer
garantia». O affaire Duarte Lima é um caso de polícia. Mas o affaire
BPN, sendo também um caso de polícia, é sobretudo um assunto de Estado.
E nenhum jornal ou revista investiu ainda o bastante para o dilucidar.


http://daliteratura.blogspot.com/2011/09/isto-dava-um-filme.html

domingo, 2 de outubro de 2011

Ler Ayn Rand...II

Ler Ayn Rand nos dias de hoje, no limiar do colapso de uma civilização, é imensamente enriquecedor, e é meu desejo popularizar mais as suas ideias junto de quem me lê (sem que abdiquemos em pensar pela nossa própria cabeça...). Ayn Rand é autora de novelas de grande sucesso, tais como Atlas Shrugged (literalemente significa "Atlas encolheu os ombros") esta novela que se encontra entre as mais longas escritas por algum escritor, foi também a última novela escrita por Ayn Rand antes de se dedicar em pleno à filosofia. Esta obra retrata a luta entre duas escolas de pensamento opostas
  • razão-individualismo-capitalismo
  • misticismo-altruismo-coletivismo.
Ayn Rand

No pensamento de Ayn Rand, as sociedades actuais encontram-se reféns do pensamento místico e coletivista, herdados das políticas nazistas e estalinistas que, embora aparentemente derrotadas no desfecho da Segunda Guerra Mundial, são na verdade as ideologias dominantes. As ideologias que foram apoderadas pelos vencedores, por melhor se ajustarem aos seus desígnios de domínio. Estas ideologias coletivistas absorveram o que melhor se sabia sobre o funcionamento da mente humana, descobrindo mecanismos muito simples para o controlo das massas. Descobriu-se que a "propaganda", poderia ser subsituída de outra roupagem, a chamada publicidade, o marketing, a televisão e a rádio, os comentadores oficialmente eleitos pelos regimes para alardearem as suas "opiniões" sobre o estado da nação.



Os ideólogos desses sistemas coletivistas rapidamente se aperceberam quanto fácil é tornar refém de uma corporação todo um país e uma população tratada como "gado humano", que pode ser sacrificada como se fossem animais, ou abaixo de animais, porque o que desde tempos primordiais se mais exalta é o sacrifício a deuses com forma animal. A "corporação" que controla o aparelho de Estado, é constituída por empresários e políticos que não aceitam as regras do jogo económico livre, em que o mais dotado e o que mais trabalha é que ganha. Não, eles têm que viciar as regras do jogo, manipulando o aparelho do Estado para benefício próprio, e nesse "jogo" arrastam todos os demais empresários, que sendo perdedores, passam a ser pequenos e médios empresários, actualmente no limite da insolvência. É impossível a longo-termo manter economias sãs, fortes, e ao serviço do bem-estar das populações.
Sacrifício humano no antigo Egipto.

É difícil não compreender este mecanismo simples, mas que por ser tão simples, acaba por não passar pela cabeça de muita gente que sistematicamente continua apoiando os partidos que são os "guardiões brutais" deste sistema corporativista, herdeiro do nazismo e do estalinismo, por mais estranho que tal pareça...
Ora, Ayn Rand compreendeu perfeitamente todo este mecanismo e, numa entrevista datada de 1959(!) perguntaram-lhe, "A senhora prevê uma ditadura e o colapso económico dos Estados Unidos" e ela respondeu que sim, que seguindo o caminho que se seguia, não se pode esperar outra coisa. Veja a entrevista aqui.
Para finalizar, e em jeito de desafio para os meus leitores, aqui deixo uma reflexão da Ayn Rand:
"



Everybody seems to agree that civilization is facing a crisis, but nobody

cares to define its nature, to discover its cause and to assume the

responsibility of formulating a solution. In times of danger, a morally

healthy culture rallies its values, its self-esteem and its crusading spirit to

fight for its moral ideals with full, righteous confidence. But this is not what

we see today. If we ask our intellectual leaders what

are the ideals we should




fight for, their answer is such a sticky puddle of stale syrup—of benevolent

bromides and apologetic generalities about brother love, global progress and
universal prosperity at America’s expense—that a fly would not die

for it or in it.
".

Agora, ouçam o que Ayn Rand tem a dizer sobre o propósito da vida (clique aqui), sobre a pornografia e a opressão dos mais fracos (clique aqui), sobre os monopólios (aqui).

Como referi no princípio do texto, não se trata de seguir cegamente o pensamento dos outros. O que é fundamental é compreendermos que temos de aprender a pensar com lógica com a nossa própria inteligência e coração...Continuarei a falar dela em futuros textos.
AZ