terça-feira, 4 de outubro de 2011

E depois da Primavera Árabe começou a Revolução Norte-Americana....

Não é de espantar que na maior potência do mundo comece a ganhar corpo uma revolução pacífica. Devemos todos clamar "Basta" ! Começou em Wall Street, e agora espalha-se por outras cidades dos Estados Unidos. O mecanismo desta máquina letal que é o aparelho de Estado na actualidade, refém das corporações e dos seus brutais guardiões, é mais do que claro. Compete à Sociedade Civil iniciar o necessário processo de consciencialização e de ação, tornando-se agente de transformação do aparelho de Estado e colocando ao serviço das populações, ou só nos resta a doença, a desgraça, a pobreza própria dos escravos. Os partidos não poderão ter a importância desmedida que actualmente têm. Deverão ser pequenos parceiros junto com representantes independentes da Sociedade Civil, experiência por que passa actualmente a Islândia.
VEJAM ESTAS NOTÍCIAS, JÁ QUE OS MÍDIA OCULTAM O QUE SE ESTÁ PASSANDO PELO MUNDO. Humanidade, ergue-te !



AZ

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Ladrões encartados...

http://pontedosor.blogspot.com/2011/08/ladroes-encartados.html

Leiam o texto que consta no site acima indicado. Vale a pena. Não tenhamos ilusões. Estas evidências tornam possível fenómenos como a "primavera árabe" e agora o "outono norte-americano".

Duarte Lima e os nossos políticos profissionais...

[Este texto é a opinião de Eduardo Pitta que consta no seu site , clique em cima. Reproduzo para que se conheça melhor com quem lidamos todos nós. AZ]

A revista Sábado que ontem chegou às bancas dedica oito páginas a
Duarte Lima, desde o tempo em que, órfão de pai aos 11 anos, ajudava a
mãe a vender peixe em Miranda do Douro. À beira de completar 56 anos
(Novembro), Duarte Lima tornou-se um homem imensamente rico. A
investigação de António José Vilela e Maria Henrique Espada está
recheada de detalhes picantes. Na sua casa da Av Visconde de Valmor, em
Lisboa, Duarte Lima dava jantares impressionantes, confeccionados in
situ por Luís Suspiro; no fim do ágape, o chef vinha à sala explicar aos
convidados  —  entre outros, Manuel Maria Carrilho, Ricardo Salgado,
João Rendeiro, Horácio Roque, Adriano Moreira e José Sócrates  —  a
génese das suas criações. Ângelo Correia, que o lançou na política em
1981, nunca foi convidado para esses jantares. O andar da Visconde de
Valmor foi decorado por Graça Viterbo: a decoradora cobrou 705 mil
euros. Quando entrou para a Universidade Católica, graças a uma bolsa
que o isentou das propinas, foi ignorado pelos colegas: era pobre,
vestia-se mal e vinha da província. Só Margarida Marante se aproximou
dele. Duarte Lima oferecia-lhe alheiras confeccionadas pela mãe. Em 1980
já era maestro do coro da Católica. Pacheco Pereira e Santana Lopes
assistiam embevecidos aos seus concertos de órgão. O estágio de
advocacia foi feito no escritório do socialista José Lamego, então
casado com Assunção Esteves, actual presidenta da AR. O primeiro
casamento (1982) foi celebrado pelo bispo de Bragança. Em 1983 chegou a
deputado e, em 1991, a líder parlamentar e vice-presidente do PSD. Nos
anos 1980-90 era das poucas pessoas a quem Cavaco atendia o telefone a
qualquer hora. Até que, em 1994, o Indy, então dirigido por Paulo
Portas, obrigou o Ministério Público a investigar as suas contas.
Demitiu-se de cargos políticos e aguardou a conclusão do processo. Com o
assunto arrumado, candidatou-se em 1998 à Distrital de Lisboa do PSD.
Ganhou, derrotanto Passos Coelho e Pacheco Pereira. A leucemia afastou-o
do cargo. Volta ao Parlamento por dois mandatos: 1999-2002 e 2005-2009.
Segundo a revista, Duarte Lima depositou nas suas contas, entre 1986 e
1994, mais de cinco milhões de euros, parte considerável (25%) em cash.
É membro da Comissão de Ética do Instituto de Oncologia de Lisboa e
fundou a Associação Portuguesa Contra a Leucemia. Agora é o principal
suspeito do assassinato de Rosalina Ribeiro.

Nada disto me impressiona, excepto o facto de Duarte Lima ter obtido do
BPN, em 2008, pouco antes da nacionalização do banco, um empréstimo de
6,6 milhões de euros, «contraído sem a apresentação de qualquer
garantia». O affaire Duarte Lima é um caso de polícia. Mas o affaire
BPN, sendo também um caso de polícia, é sobretudo um assunto de Estado.
E nenhum jornal ou revista investiu ainda o bastante para o dilucidar.


http://daliteratura.blogspot.com/2011/09/isto-dava-um-filme.html

domingo, 2 de outubro de 2011

Ler Ayn Rand...II

Ler Ayn Rand nos dias de hoje, no limiar do colapso de uma civilização, é imensamente enriquecedor, e é meu desejo popularizar mais as suas ideias junto de quem me lê (sem que abdiquemos em pensar pela nossa própria cabeça...). Ayn Rand é autora de novelas de grande sucesso, tais como Atlas Shrugged (literalemente significa "Atlas encolheu os ombros") esta novela que se encontra entre as mais longas escritas por algum escritor, foi também a última novela escrita por Ayn Rand antes de se dedicar em pleno à filosofia. Esta obra retrata a luta entre duas escolas de pensamento opostas
  • razão-individualismo-capitalismo
  • misticismo-altruismo-coletivismo.
Ayn Rand

No pensamento de Ayn Rand, as sociedades actuais encontram-se reféns do pensamento místico e coletivista, herdados das políticas nazistas e estalinistas que, embora aparentemente derrotadas no desfecho da Segunda Guerra Mundial, são na verdade as ideologias dominantes. As ideologias que foram apoderadas pelos vencedores, por melhor se ajustarem aos seus desígnios de domínio. Estas ideologias coletivistas absorveram o que melhor se sabia sobre o funcionamento da mente humana, descobrindo mecanismos muito simples para o controlo das massas. Descobriu-se que a "propaganda", poderia ser subsituída de outra roupagem, a chamada publicidade, o marketing, a televisão e a rádio, os comentadores oficialmente eleitos pelos regimes para alardearem as suas "opiniões" sobre o estado da nação.



Os ideólogos desses sistemas coletivistas rapidamente se aperceberam quanto fácil é tornar refém de uma corporação todo um país e uma população tratada como "gado humano", que pode ser sacrificada como se fossem animais, ou abaixo de animais, porque o que desde tempos primordiais se mais exalta é o sacrifício a deuses com forma animal. A "corporação" que controla o aparelho de Estado, é constituída por empresários e políticos que não aceitam as regras do jogo económico livre, em que o mais dotado e o que mais trabalha é que ganha. Não, eles têm que viciar as regras do jogo, manipulando o aparelho do Estado para benefício próprio, e nesse "jogo" arrastam todos os demais empresários, que sendo perdedores, passam a ser pequenos e médios empresários, actualmente no limite da insolvência. É impossível a longo-termo manter economias sãs, fortes, e ao serviço do bem-estar das populações.
Sacrifício humano no antigo Egipto.

É difícil não compreender este mecanismo simples, mas que por ser tão simples, acaba por não passar pela cabeça de muita gente que sistematicamente continua apoiando os partidos que são os "guardiões brutais" deste sistema corporativista, herdeiro do nazismo e do estalinismo, por mais estranho que tal pareça...
Ora, Ayn Rand compreendeu perfeitamente todo este mecanismo e, numa entrevista datada de 1959(!) perguntaram-lhe, "A senhora prevê uma ditadura e o colapso económico dos Estados Unidos" e ela respondeu que sim, que seguindo o caminho que se seguia, não se pode esperar outra coisa. Veja a entrevista aqui.
Para finalizar, e em jeito de desafio para os meus leitores, aqui deixo uma reflexão da Ayn Rand:
"



Everybody seems to agree that civilization is facing a crisis, but nobody

cares to define its nature, to discover its cause and to assume the

responsibility of formulating a solution. In times of danger, a morally

healthy culture rallies its values, its self-esteem and its crusading spirit to

fight for its moral ideals with full, righteous confidence. But this is not what

we see today. If we ask our intellectual leaders what

are the ideals we should




fight for, their answer is such a sticky puddle of stale syrup—of benevolent

bromides and apologetic generalities about brother love, global progress and
universal prosperity at America’s expense—that a fly would not die

for it or in it.
".

Agora, ouçam o que Ayn Rand tem a dizer sobre o propósito da vida (clique aqui), sobre a pornografia e a opressão dos mais fracos (clique aqui), sobre os monopólios (aqui).

Como referi no princípio do texto, não se trata de seguir cegamente o pensamento dos outros. O que é fundamental é compreendermos que temos de aprender a pensar com lógica com a nossa própria inteligência e coração...Continuarei a falar dela em futuros textos.
AZ

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Recordação de uma aula de Zeca Afonso

[Esta é uma recordação de uma aula do Zeca Afonso, registada por um dos seus alunos. Está no sítio da Associação José Afonso. AZ]


Memórias de uma aula no Liceu de Setúbal
Barreiro, 4 de Outubro de 1967
(Quarta-feira)

Segundo dia de aulas. Continua o desassossego, com o pessoal a trocar beijos, abraços e confidências, depois desta longa separação que foram 3 meses e meio de férias. Estávamos todos fartos do verão, com saudades uns dos outros. A sala é a mesma do ano passado, no 1º andar e cheirava a nova, tudo encerado e polido, apesar do material já ser mais do que velho. Somos o 7.º A e como não chumbou nem veio ninguém de novo, a pauta é exactamente igual à do ano passado. Eu sou o n.º 34, e fico sentada na segunda fila, do lado da janela, cá atrás, que é o lugar dos mais altos.

Hoje tivemos, pela primeira vez, Organização Política e apareceu-nos um professor novo, acho que é a primeira vez que dá aulas em Setúbal, dizem que veio corrido de um liceu de Coimbra, por causa da política. Já ontem se falava à boca cheia dele, havia malta muito excitada e contente porque dizem que ele é um fadista afamado. Tenho realmente uma vaga ideia de ouvir o meu tio Diamantino falar dele, mas já não sei se foi por causa da cantoria se por causa da política. A Inês contou que ouviu o pai comentar, em casa, que o homem é todo revolucionário, arranja sarilhos por todo o lado onde passa. Ela diz que ele já esteve preso por causa da política, é capaz de ser comunista. Diferente dos outros professores, é de certeza. Quando entrou na sala, já tinha dado o segundo toque, estava quase no limite da falta. Entrou por ali a dentro, todo despenteado, com uma gabardine na mão e enquanto a atirava para cima da secretária, perguntou-nos:
- Vocês são o 7.º A, não são? Desculpem o atraso mas enganei-me e fui parar a outra sala. Não faz mal. Se vocês chegarem atrasados também não vos vou chatear
Tinha um ar simpático, ligeiro, um visual que não se enquadrava nada com a imagem de todos os outros professores. Deu para perceber que as primeiras palavras, aliadas à postura solta e descontraída, começavam a cativar toda a gente. A Carolina virou-se para trás e disse-me que já o tinha visto na televisão, a cantar Fado de Coimbra. Realmente o rosto não me era estranho. É alto, feições correctas, embora os dentes não sejam um modelo de perfeição e é bem parecido, digamos que um homem interessante para se olhar. O Artur soprou-me que ele deve ter uns 36 anos e acho que sim, nota-se que já é velho. Depois das primeiras palavras, sentou-se na secretária, abriu o livro de ponto, rabiscou o que tinha a escrever e ficou uns cinco minutos, em silêncio, a olhar o pátio vazio, através das janelas da sala, impecavelmente limpas.

Enquanto ele estava nesta espécie de marasmo nós começámos a bichanar uns com os outros, cada um emitindo a sua opinião, fazendo conjecturas. Às tantas, o bichanar foi subindo de tom e já era uma algazarra tão grande que parece tê-lo acordado. Outro qualquer professor já nos teria pregado um raspanete, coberto de ameaças, mas ele não disse nada, como se não tivesse ouvido ou, melhor, não se importasse. Aliás, aposto que nem nos ouviu. O ar dele, enquanto esteve ausente, era tão distante que mais parecia ter-se, efectivamente, evadido da sala. Quando recomeçou a falar connosco, em
pé, em cima do estrado, já tinha ganho o primeiro round de simpatia.
Depois, veio o mais surpreendente:

- Bem, eu sou o vosso novo professor de Organização Política, mas devo dizer-vos que não percebo nada disto. Vocês já deram isto o ano passado, não foi? Então sabem, de certeza, mais que eu.
Gargalhada geral.
- Podem rir porque é verdade. Eu não percebo nada disto, as minhas disciplinas, aquelas em que me formei, são História e Filosofia, não tenho culpa que me tivessem posto aqui, tipo castigo, para dar uma matéria que não conheço, nem me interessa. Podia estudar para vir aqui desbobinar, tipo papagaio, mas não estou para isso. Não entro em palhaçadas.
Voltámos a rir, numa sonora gargalhada, tipo coro afinado, mas ele ficou impávido e sereno. Continuava a mostrar um semblante discreto, calmo, simpático.

- Pois é, não vou sobrecarregar a minha massa cinzenta com coisas absolutamente inúteis e falsas. Tudo isto é uma fantochada sem interesse. Não vou perder um minuto do meu estudo com esta porcaria.
Começámos a olhar uns para outros, espantados; nunca na vida nos tinha passado pela frente um professor com tamanha ousadia.

- Eu estudaria, isso sim, uma Organização Política que funcionasse, como noutros países acontece, não é esta fantochada que não passa de pura teoria. Na prática não existe, é uma Constituição carregada de falsidade. Portugal vive numa democracia de fachada, este regime que nos governa é uma ditadura desumana e cruel.

Não se ouvia uma mosca na sala. Os rostos tinham deixado cair o sorriso e estavam agora absolutamente atónitos, vidrados no rosto e nas palavras daquele homem ímpar. O que ele nos estava a dizer é o que ouvimos comentar, todos os dias, aos nossos pais, mas sempre com as devidas recomendações para não o repetirmos na rua porque nunca se sabe quem ouve. A Pide persegue toda a gente como uma nuvem de fumo branco, que se sente mas não se apalpa.

- Repito: eu não percebo nada desta disciplina que vos venho leccionar, nem quero perceber. Estou-me nas tintas para esta porcaria.
Mas, atenção, vocês é outra coisa. Vocês vão ter que estudar porque, no final do ano, vão ter que fazer exame para concluírem o vosso 7.º ano e poderem entrar na Faculdade. Isso, vocês tem que fazer. Estudar.
Para serem homens e mulheres cultos para poderem combater, cada um onde estiver, esta ditadura infame que está a destruir a vossa pátria e a dos vossos filhos. Vocês são o amanhã e são vocês que têm que lutar por um novo país.

Não vão precisar de mim para estudar esta materiazinha de chacha, basta estudarem umas horas e empinam isto num instante. Isto não vale nada. Eu venho dar aulas, preciso de vir, preciso de ganhar a vida, mas as minhas aulas vão ser aulas de cultura e política geral. Vão ficar a saber que há países onde existem regimes diferentes deste, que nos oprime, países onde há liberdade de pensamento e de expressão, educação para todos, cuidados de saúde que não são apenas para os privilegiados, enfim, outras coisas que a seu tempo vos ensinarei.
Percebem? Nós temos que aprender a não ser autómatos, a pensar pela nossa cabeça. O Salazar quer fazer de vocês, a juventude deste país, carneiros, mas eu não vou deixar que os meus alunos o sejam. Vou abrir-lhes a porta do conhecimento, da cultura e da verdade. Vou ensinar-lhes que, além fronteiras, há outros mundos e outras hipóteses de vida, que não se configuram a esta ditadura de miséria social e cultural.

Outra coisa: vou ter que vos dar um ponto por período porque vocês têm que ter notas para ir a exame. O ponto que farei será com perguntas do vosso livro que terão que ter a paciência de estudar. A matéria é uma falsidade do princípio ao fim, mas não há volta a dar, para atingirem os vossos mais altos objectivos. Têm que estudar. Se quiserem copiar é com vocês, não vou andar, feita toupeira, a fiscalizá-los, se quiserem trazer o livro e copiar, é uma decisão vossa, no entanto acho que devem começar a endireitar este país no sentido da honestidade, sim porque o nosso país é um país de bufos, de corruptos e de vigaristas.
Não falo de vocês, jovens, falo dos homens da minha idade e mais velhos, em qualquer quadrante da sociedade. Nós temos sempre que mostrar o que somos, temos que ser dignos connosco para sermos dignos com os outros. Por isso, acho que não devem copiar. Há que criar princípios de honestidade e isso começa em vocês, os futuros homens e mulheres de Portugal. Não concordam?

Bem, por hoje é tudo, podem sair. Vemo-nos na próxima aula.
Espantoso. Quando ele terminou estava tudo lívido, sem palavras. Que fenómeno é este que aterrou em Setúbal?
Já me esquecia de escrever. Esta ave rara, o nosso professor de Organização Política, chamava-se José Afonso.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Ler Ayn Rand

Ayn Rand foi uma escritora, filósofa, ensaísta norte-americana de origem judaico-russa. As suas ideias inspiraram a criação do Partido Libertário Americano. Alan Greenspan, ex-presidente da Reserva Federal americana, foi seu discípulo (aparente contra-senso...). Deixo aqui uma reflexão sua:

"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negoceia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada".

Prémio Nobel da Física em 2012...Governo promete

[Mais um momento Zen...Rindo um pouco de toda esta loucura em que procuram enredar-nos...Também corre nas redes sociais. AZ]

Prémio Nobel da Física
Ao que consta, este ano Portugal será um forte candidato ao prémio da Nobel da Física…
Depois da descoberta do átomo, do neutrão, do protão e do electrão, acabou de ser descoberto o “pelintrão”.
E como se caracteriza o “pelintrão”?
Sempre o humor crítico de Rafael
Bordalo Pinheiro
O “pelintrão” é um tuga, sem massa e sem energia, mas que suporta qualquer carga!