sexta-feira, 15 de julho de 2011

José António Saraiva revela-se !...

Este artigo de opinião de José António Saraiva atinge o limite da indecência. Imperdoável, a não ser que JAS esteja confuso sobre quem é quem, porque só numa classe económica nuito elevada se poderia seguir as suas muito sábias sugestões...Caro José A. Saraiva, francamente, conviva mais com o povo, e não só com os seus requintados amigos, medite um pouco mais sobre o poder da escrita, repare que quem o lê não são apenas alguns leitores, mas largos milhares, senão milhões, que todos os dias contam os tostões para os legumes, peixe, talvez carne pão e fruta. Se, por desgraça, algum gestor ou governante, procurando abrilhantar uma "carreira", o lê, é bem capaz de "querer impôr" que todos nós vivamos com metade do que temos. Não que acredito que tal façanha seja impossível, bem antes pelo contrário, mas num país onde o governo (não o confundamos com o Estado) exista para garantir a justiça e o desenvolvimento social, económico, cultural. Para lamento meu, continuamos longe dessa justa situação. Porque, se o governo se propõe privatizar rapidamente empresas estatais tão importantes (TAP, EDP,águas,...) é porque sabiamente e com rapidez quererá baixar os "impostos em sede de IRS" para todos nós, pois segundo logicamente me parece, não teremos mais que sustentar estas empresas. Logo não teremos que tanto desembolsar...

Governos ao serviço de grandes corporações: a luta começou na Europa e Médio Oriente

Nesta entrevista John Perkins confessa tudo o que sabe e aprendeu para ser um "Sicário Económico". Vejam atentamente, pois desvenda os mecanismos que o Império teceu para transformar-nos a todos em escravos. Segundo Perkins, a conscienciaização desse processo está avançada na Europa e Médio Oriente, e a luta já aí terá começado para impedir tanta loucura.

Tao Te King para Gestores

Na verdade a nova classe de gestores ou os seus paladinos, faltando-lhes o sentido da realidade, estando neles ausente qualquer sentido de profundidade, deveriam ler e compreender o que foi escrito ao longo dos milénios. Lao Tse (que significa em Chinês velho Mestre) terá escrito o Tao Te King (o Livro da Via e da Virtude) em cerca do ano VI a.C, e é considerada a mais antiga obra de cunho filosófico escrita na China. Mao Zedong destruiu grande parte desta sabedoria que permeava o tecido social chinês, e as consequências das aventuras revolucionárias encetadas por ele começam a estar à vista (vide artigo publicado neste Blog), embora concerteza houvesse que lutar pela dignidade do povo chinês. Este aspecto é nuclear: como modificar as condições de vida de um povo sem passar pela roleta russa das ditas revoluções? É que numa revolução todo o tipo de chico-espertismo leva ao poder toda a espécie de bandidagem, defraudando-se o espírito da própria revolução e nós sabemos do que falamos, pois passámos pela "Revolução dos Cravos" e sem saber como estamos, transportados por uma insidiosa Time-Machine encontramo-nos de novo em finais de 1939...
Pois o que Lao Tse diz, e deve servir de conselho para os gestores (que para nossa infelicidade nada intuiem dos pérfidos desígnios de forças superiores) é o seguinte:

"Poderá a tua alma abarcar a unidade
 sem nunca se desprender
Poderás concentrar a tua respiração
até chegares à leveza de um recém-nascido?
Poderás purificar a tua visão original
até a tornar imaculada?
Poderás amar o povo e governar o estado pelo não-agir?

Poderás abrir e fechar os celestes batentes
desempenhando o papel feminino?
Poderás tudo ver e tudo conhecer
sem usar a inteligência?

Produzir e fazer crescer,
produzir sem se apropriar,
agir sem nada esperar,
guiar sem constranger,
é a virtude suprema."

Poderemos esperar isto do Estado, governantes e gestores?

[Esta é a tradução do Chinês publicada pela Editorial Estampa, 1989]

terça-feira, 12 de julho de 2011

No, We Can't? Or Won't?

[Este é um artigo que segue no rasto do outro que coloquei faz pouco, mostrando que a crise é uma estória criada por criancinhas mal formadas, os tais "jovens" da Rating Agencies and &, e pela bandidagem que descobriu que o Estado é um excelente veículo de riqueza para quem lá está perto, proporcionando uma vida bem mais fácil do que ser obrigado a andar pela estrada a fazer explodir com botijas de gás as pequenas máquinas ATM...O capitalismo só funciona com uma ética exigente, é uma lição a não esquecer...Paul Krugman é um recente Prémio Nobel da Economia, merece que se leia com atenção.]

No, We Can’t? Or Won’t?

By
Published: July 10, 2011

If you were shocked by Friday’s job report, if you thought we were doing well and were taken aback by the bad news, you haven’t been paying attention. The fact is, the United States economy has been stuck in a rut for a year and a half.
Fred R. Conrad/The New York Times
Yet a destructive passivity has overtaken our discourse. Turn on your TV and you’ll see some self-satisfied pundit declaring that nothing much can be done about the economy’s short-run problems (reminder: this “short run” is now in its fourth year), that we should focus on the long run instead.

This gets things exactly wrong. The truth is that creating jobs in a depressed economy is something government could and should be doing. Yes, there are huge political obstacles to action — notably, the fact that the House is controlled by a party that benefits from the economy’s weakness. But political gridlock should not be conflated with economic reality.
Our failure to create jobs is a choice, not a necessity — a choice rationalized by an ever-shifting set of excuses.
Excuse No. 1: Just around the corner, there’s a rainbow in the sky.
Remember “green shoots”? Remember the “summer of recovery”? Policy makers keep declaring that the economy is on the mend — and Lucy keeps snatching the football away. Yet these delusions of recovery have been an excuse for doing nothing as the jobs crisis festers.
Excuse No. 2: Fear the bond market.
Two years ago The Wall Street Journal declared that interest rates on United States debt would soon soar unless Washington stopped trying to fight the economic slump. Ever since, warnings about the imminent attack of the “bond vigilantes” have been used to attack any spending on job creation.
But basic economics said that rates would stay low as long as the economy was depressed — and basic economics was right. The interest rate on 10-year bonds was 3.7 percent when The Wall Street Journal issued that warning; at the end of last week it was 3.03 percent.
How have the usual suspects responded? By inventing their own reality. Last week, Representative Paul Ryan, the man behind the G.O.P. plan to dismantle Medicare, declared that we must slash government spending to “take pressure off the interest rates” — the same pressure, I suppose, that has pushed those rates to near-record lows.
Excuse No. 3: It’s the workers’ fault.
Unemployment soared during the financial crisis and its aftermath. So it seems bizarre to argue that the real problem lies with the workers — that the millions of Americans who were working four years ago but aren’t working now somehow lack the skills the economy needs.
Yet that’s what you hear from many pundits these days: high unemployment is “structural,” they say, and requires long-term solutions (which means, in practice, doing nothing).
Well, if there really was a mismatch between the workers we have and the workers we need, workers who do have the right skills, and are therefore able to find jobs, should be getting big wage increases. They aren’t. In fact, average wages actually fell last month.
Excuse No. 4: We tried to stimulate the economy, and it didn’t work.
Everybody knows that President Obama tried to stimulate the economy with a huge increase in government spending, and that it didn’t work. But what everyone knows is wrong.
Think about it: Where are the big public works projects? Where are the armies of government workers? There are actually half a million fewer government employees now than there were when Mr. Obama took office.
So what happened to the stimulus? Much of it consisted of tax cuts, not spending. Most of the rest consisted either of aid to distressed families or aid to hard-pressed state and local governments. This aid may have mitigated the slump, but it wasn’t the kind of job-creation program we could and should have had. This isn’t 20-20 hindsight: some of us warned from the beginning that tax cuts would be ineffective and that the proposed spending was woefully inadequate. And so it proved.
It’s also worth noting that in another area where government could make a big difference — help for troubled homeowners — almost nothing has been done. The Obama administration’s program of mortgage relief has gone nowhere: of $46 billion allotted to help families stay in their homes, less than $2 billion has actually been spent.
So let’s summarize: The economy isn’t fixing itself. Nor are there real obstacles to government action: both the bond vigilantes and structural unemployment exist only in the imaginations of pundits. And if stimulus seems to have failed, it’s because it was never actually tried.
Listening to what supposedly serious people say about the economy, you’d think the problem was “no, we can’t.” But the reality is “no, we won’t.” And every pundit who reinforces that destructive passivity is part of the problem.

A CRISE - em como um conto infantil transmite a moral da história.

[Não fui capaz de descobrir a FONTE desta história, mas ela transmite o essencial das causas da crise: essa nova "classe social" denominada "gestores"...da crise...]

A crise

Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros-quentes.

Não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e
vendia os melhores cachorros-quentes da região.

Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela
estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e
gostava.

As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão
e as melhores salsichas.

Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande
quantidade de fregueses.

O negócio prosperava...

Os seus cachorros-quentes eram os melhores!

Com o dinheiro que ganhou conseguiu pagar uma boa escola ao filho.

O miúdo cresceu e foi estudar Economia numa das melhores
Faculdades do país.

Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai
continuava com a vida de sempre, vendendo cachorros-quentes feitos com
os melhores ingredientes e gastando dinheiro em cartazes, e teve uma
séria conversa com o pai:

- Pai, não ouve rádio? Não vê televisão? Não lê os jornais? Há uma
grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Há que
economizar!

Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: Bem,
se o meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais,
vê televisão e internet, e acha isto, então só pode ter razão!

Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e,
é claro, pior).

Começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores).

Para economizar, deixou de mandar fazer cartazes para colocar na
estrada.

Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz
alta.

Tomadas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram
caindo, caindo até chegarem a níveis insuportáveis.

O negócio de cachorros-quentes do homem, que antes gerava
recursos... faliu.

O pai, triste, disse ao filho: - Estavas certo filho, nós estamos no
meio de uma grande crise.

E comentou com os amigos, orgulhoso: - 'Bendita a hora em que pus o
meu filho a estudar economia, ele é que me avisou da crise...'



VIVEMOS NUM MUNDO CONTAMINADO DE MáS NOTíCIAS E SE NãO TOMARMOS O
DEVIDO CUIDADO, ESSAS MáS NOTICIAS INFLUENCIAR-NOS-ãO AO PONTO DE NOS
ROUBAREM A PROSPERIDADE.

O texto original foi publicado em 24 de Fevereiro de 1958 num
anúncio da Quaker State Metals Co.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Major General da United states Army levanta dúvidas sobre o 9/11

Suspeitas do Major General Albert "Bert" N. Stubblebine III, agora retirado, da United States Army. Este homem foi a mais alta patente da  United States Army Intelligence and Security Command de 1981 to 1984, tendo-se reformado então. Nestas entrevistas levanta sérias dúvidas sobre o 9/11. Mais dados desconcertantes (que na Europa nunca duvidámos...)

Link aqui: http://youtu.be/daNr_TrBw6E
e aqui: http://world911truth.org/major-general-albert-stubblebine-towers-fell-down-because-of-explosives/

Confissões de um Assassino Económico

Portugal é uma pequena nação dramaticamente corrompida. Soma-se a este defeito endémico todas as estratégias modernas do Capitalismo sem ética. Vejam este documentário sobre um "assassino económico", certamente contribuirá para esclarecer melhor o que se passa no nosso conturbado tempo.
Link aqui: http://youtu.be/dFtijO8qM6A