segunda-feira, 16 de maio de 2011

Poema de agradecimento à corja

               *Poema de agradecimento à corja **

Obrigado, excelências.
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade
de vivermos felizes e em paz.
Obrigado
pelo exemplo que se esforçam em nos dar
de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem
dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada. ***

*Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar
as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias
um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade
e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer,
o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente
quem temos de rejeitar.
*
*Joaquim Pessoa*
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[image: http://pt.netlogstatic.com/p/oo/018/191/18191593.jpg]

*Joaquim Pessoa nasceu no Barreiro em 1948.
Iniciou a sua carreira no Suplemento Literário Juvenil do Diário de Lisboa.
O primeiro livro de Joaquim Pessoa foi editado em 1975 e, até hoje, publicou
mais de vinte obras incluindo duas antologias. Foram lhe atribuídos os
prémios literários da Associação Portuguesa de Escritores e da Secretaria de
Estado da Cultura (Prémio de Poesia de 1981), o Prémio de Literatura António
Nobre e o Prémio Cidade de Almada.
Poeta, publicitário e pintor, é uma das vozes mais destacadas da poesia
portuguesa do pós 25 de Abril, sendo considerado um "renovador" nesta área.
O amor e a denúncia social são uma constante nas suas obras, e segundo David
Mourão Ferreira, é um dos poetas progressistas de hoje mais naturalmente de
capazes de comunicar com um vasto público.
Bibliografia: "O Pássaro no Espelho", "A Morte Absoluta", "Poemas de
Perfil", "Amor Combate", "Canções de Ex cravo e Malviver", "Português
Suave", "Os Olhos de Isa", "Os Dias da Serpente", "O Livro da Noite", "O
Amor Infinito", "Fly", "Sonetos Perversos", "Os Herdeiros do Vento",
"Caderno de Exorcismos", "Peixe Náufrago", "Mas.", "Por Outras Palavras", "À
Mesa do Amor", "Vou me Embora de Mim".*

Medidas para salvar Portugal

Quer que aconteça um milagre económico no nosso país?


*Então deixe-se de seguir dissertações de economistas ao serviço de interesses,
que não os nossos! *

*Não se deixe mais manipular pelo marketing!
Faça aquilo que os políticos, por razões óbvias, não lhe podem recomendar
sequer, mas que individualmente você pode fazer: torne-se PROTECCIONISTA da
nossa economia!

Para isso:

1. Experimente comprar preferencialmente produtos fabricados em Portugal.
Experimente começar pelas idas ao supermercado (carnes, peixe, legumes,
bebidas, conservas, preferencialmente, nacionais). Experimente trocar,
temporariamente, a McDonald's, ou outra qualquer cadeia de fast food, pela
tradicional tasca portuguesa. Experimente trocar a Coca Cola à refeição, por
uma água, um refrigerante, ou uma cerveja sem álcool, fabricada em Portugal.
Beba apenas vinho Português!

2. Adie por 6 meses a 1 ano todas as compras de produtos estrangeiros, que
tenha planeado fazer, tais como automóveis, TV e outros electrodomésticos,
produtos de luxo, telemóveis, roupa e calçado de marcas importadas, férias
fora do país, etc., etc..

Leia com atenção e reencaminhe para que sejamos muitos a ter esta atitude!

Portugal afundou, somos enxovalhados diariamente por considerações e
comentários
mais ou menos jocosos vindos de várias paragens, mas em particular dos
países mais ricos.*

*Olham-nos como um fardo pesado incapaz de recuperar e de traçar um rumo de
desenvolvimento.

Agora, mais do que lamentar a situação, cabe-nos dar a resposta ao mundo
mostrando de que fibra somos feitos para podermos recuperar a nossa
auto-estima e o nosso orgulho. Nós seremos capazes de ultrapassar esta
situação difícil. Vamos certamente dar o nosso melhor para dar a volta por
cima, mas há atitudes simples que podem fazer a diferença.

O desafio é durante seis meses a um ano evitar comprar produtos fabricados
fora de Portugal. Fazer o esforço, em cada acto de compra, de verificar as
etiquetas de origem e rejeitar comprar o que não tenha sido produzido em
Portugal, sempre que existir alternativa.

Desta forma, estaremos a substituir as importações que nos estão a arrastar
para o fundo e apresentaremos resultados surpreendentes a nível de
indicadores de crescimento económico e consequentemente de redução de
desemprego. Há quem afirme que bastaria que, cada português, substituísse em
somente 100 ¤ mensais as compras de produtos importados, por produtos
fabricados no país, para que o nosso problema de falta de crescimento
económico ficasse resolvido.
Representaria para a nossa indústria, só por si, um acréscimo superior a
12.000.000.000 de euros por ano, ou seja uma verba equivalente à da construção
de um novo aeroporto de Lisboa e respectivas acessibilidades, a cada 3
meses!!!

Este comportamento deve ser assumido como um acto de cidadania, como um acto
de mobilização colectiva, por nós, e, como resposta aos povos do mundo que
nos acham uns coitadinhos incapazes.*

*Os nossos vizinhos Espanhóis há muitos anos que fazem isso. Quem já viajou
com Espanhóis sabe que eles, começam logo por reservar e comprar as
passagens, ou pacote, em agencia Espanhola, depois, se viajam de avião,
fazem-no na Ibéria, pernoitam em hotéis de cadeias exclusivamente Espanholas
(Meliá, Riu, Sana ou outras), desde que uma delas exista, e se encontrarem
uma marca espanhola dum produto que precisem, é essa mesma que compram, sem
sequer comparar o preço (por exemplo em Portugal só abastecem combustíveis
Repsol, ou Cepsa). Mas, até mesmo as empresas se comportam de forma
semelhante! As multinacionais Espanholas a operar em Portugal, com poucas
excepções, obrigam os seus funcionários que se deslocam ao estrangeiro a
seguir estas preferências e contratam preferencialmente outras
empresas espanholas,
quer sejam de segurança, transportes, montagens industrias e duma forma
geral de tudo o que precisem, que possam cá chegar com produto, ou serviço,
a preço competitivo, vindo do outro lado da fronteira. São super
proteccionistas da sua economia! Dão sempre a preferência a uma empresa ou
produto Espanhol! Imitemo-los nós no futuro!

Passe este texto para todos os seus endereços para chegarmos a todos os
portugueses.
Quando a onda pegar, vamos safar-nos.

Será um primeiro passo na direcção certa!
Viva Portugal. *

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Claro que Diogo Leite Campos não é aldrabão

*Ainda não está no governo ...*

O senhor Diogo Leite Campos quer acabar com os subsídios - subsídio de renda
ou abono de família - sem saber onde realmente gastam os beneficiários o
dinheiro. Não deixa de ser um raciocínio económico estranho, já que a
despesa - os filhos ou a casa - estão lá. Para resolver o problema, quer
fazer como se faz com os mendigos: dá-se-lhes uma sandes em vez do dinheiro.
Através de um cartão de débito e recorrendo a instituições de caridade, como
"albergues" ou a "sopa dos pobres". A leitura de Oliver Twist, de Charles
Dickens, pode ajudar a perceber o modelo social de Leite Campo.



Num excelente almoço organizado pela Câmara do Comércio e Indústria Luso
Francesa, onde perorou sobre a pobreza, Leite Campos explicou que "quem
recebe os benefícios sociais são os mais espertos e os aldrabões e não quem
mais precisa".



Seria impensável eu dizer que o senhor Leite Campos é um "aldrabão". Longe
de mim pôr em causa a honorabilidade de tão distinta figura. Os insultos, já
se sabe, são coisa que deixamos para os miseráveis. O direito ao bom nome
vem com o cartão de crédito e quem não o traz na carteira só pode deixar de
ser suspeito se lhe derem um cartão de débito. Os pobres são, até prova em
contrário, mentirosos. Como não insulto o senhor, fica apenas este facto:
estando ainda a trabalhar, já recebe uma reforma do Banco de Portugal.
Quando se retirar da Universidade de Coimbra, juntará o que recebe já hoje
ao que receberá dali. Acumulará duas reformas vindas do Estado.



Seria um argumento "ad hominem" atacar o professor Leite Campos, competente
fiscalista, por causa das suas duas reformas. Dizer que ele é "esperto" e
que gasta recursos do Estado que podiam ir "para quem mais precisa".
Espertos são os pobres que ficam com os trocos. Quem consegue acumular
reformas por pouco trabalho é inteligente. Os pobres enganam o Estado, os
outros têm direitos. Os pobres roubam o contribuinte, os outros têm
carreiras. Fico-me por isso pelos factos: a reforma que o senhor Leite
Campos recebe do Banco de Portugal resulta de apenas seis anos de trabalho
naquela instituição.



Cheira-me que se a generalidade dos portugueses recebesse reformas, estando
ainda no ativo, por seis anos de trabalho e as pudesse acumular com outras
dispensaria bem o abono de família e até o cartão de débito para ir à sopa
dos pobres.



Aquilo que realmente está esgotar o crédito da minha paciência é ver tanto
"esperto" que vive pendurado nas mordomias do Estado a dar lições de ética
aos "aldrabões" que recebem subsídios miseráveis. É mais ou menos como dizia
o outro. Já chega. Não gosto de tanto cinismo. É uma coisa que me chateia,
pá.



Sobre os subsídios, Leite Campos disse: "O dinheiro não é do Estado, é
nosso. Quem paga somos nós. Nós, contribuintes, temos direito a ter a
certeza que o nosso dinheiro é bem entregue. Eu estou disposto a pagar 95
por cento do que ganho para subvencionar os outros, mas quero ter a certeza
que é bem empregue, e que não vai parar ao bolso de aldrabões". Sobre as
escandalosas reformas do Banco de Portugal, faço minhas as palavras do
vice-presidente do PSD

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Atenção ao Powerline

--- Mensagem original ---

O Prof. Augusto Albuquerque que eu conheço e que assina o texto abaixo, foi meu

professor de Telecomunicações no IST e é uma pessoa de grande idoneidade e de

muito conhecimento na matéria, está na União Europeia já lá vão muitos anos, sendo

Director do IST na Área de Projectos para a Sociedade de Informação.

[ ] s.../
Ricardo Vidigal da Silva

A SER VERDADE (E PARECE QUE O É), SERÁ MAIS UM ATENTADO À

SAÚDE DE TODOS NÓS!!!

(Penso que isto deverá ser objecto de estudo dos especialistas na

matéria...)

- Mais uma desgraça para a humanidade!

POWERLINE é um novo sistema de distribuição de Internet e

telefone digital, através da rede eléctrica. Em Portugal a ONI está a

desenvolver este sistema em algumas zonas de Lisboa, mas ainda

em fase experimental.

O POWERLINE funciona da seguinte maneira:

Nos postos de transformação da EDP são instalados os servidores

de Internet e telefone digital, estes servidores transmitem o sinal

em altas-frequências (HF) com potência suficiente para percorrer a

rede eléctrica até chegar às casas dos consumidores.

Nas casas dos consumidores são instalados modems próprios para

POWERLINE, estes modems são ligados a uma tomada de

electricidade para emitirem também para a rede da EDP sinais de

altas-frequências (HF) com potência suficiente para conseguirem

chegar aos servidores instalados nos postos de transformação da

EDP.

Portanto os sinais de POWERLINE passam a circular pelos cabos

da EDP, cabos esses que não têm qualquer blindagem (não são

cabos coaxiais), então os sinais de alta-frequência saem dos cabos e

são irradiados para o ar passando a estar presentes em toda a

parte.

Estes sinais são em altas-frequências em banda larga, entre os 8000

KHz e os 30000 KHz. Diz-se que os cabos eléctricos que

transportam electricidade a 50 Hz já fazem mal à nossa saúde, há

quem proteste por ter as suas casas debaixo de cabos de alta tensão

que mais uma vez chamo à vossa atenção, são cabos que

transportam 50 Hz, agora imaginem com o POWERLINE passam

a circular altas-frequências de 8000 KHz aos 30000 KHz por toda a

parte, porque estas frequências por serem muito elevadas saem dos

cabos e vão para o ar atingindo-nos a todos nós !!! Este sistema é

altamente perigoso para os humanos, assim como para todos os

outros animais, ou seja este sistema provoca o CÂNCRO.

A leucemia tornar-se-á uma doença muito comum em grande parte

da população das grandes cidades onde o POWERLINE estará em

funcionamento!

Mas não ficamos por aqui, além de ser muitíssimo perigoso para a

nossa saúde, também trará muitos outros problemas, como

interferências nas nossas televisões, mesmo para quem tem TV

Cabo, interferências enormes nos nossos receptores de rádio,

telefones, intercomunicadores, walkie-talkies, etc...

Estas interferências poderão mesmo acabar com a escuta de rádio

por completo.

Para os cibernautas: não queiram a Internet por este sistema, além

de ter todas as desvantagens que já mencionei, é um serviço de

Internet péssimo, cheio de falhas e muito instável, devido às muitas

interferências que circulam por toda a rede eléctrica, interferências

de electrodomésticos, lâmpadas fluorescentes, todo o tipo de

motores, fábricas, etc...

Se querem Internet com qualidade, usem os serviços de ADSL que

são os melhores em todos os aspectos.

O POWERLINE foi proibido na Alemanha, Itália, Japão e outros

países
.

Perante tal ameaça, vamos ficar de braços cruzados à espera que a

ONI e EDP, com o consentimento da ANACOM, avancem com este

projecto monstruoso e absurdo, para que a ONI e a EDP

enriqueçam ainda mais à custa da nossa desgraça?

NÃO, TEMOS QUE PROTESTAR ! Mandem e-mails para a

ANACOM, para o governo, para a assembleia da república, etc...

E NÃO QUEIRAM O POWERLINE NAS VOSSAS CASAS.

DIGA NÃO AO POWERLINE!

Eng. Augusto Albuquerque

Divulguem este texto o mais possível

Pequeno tratado do decrescimento sereno...


Para meditar. Às vezes esquecemos...










Se achas que tens um salário baixo...

Se achas que não tens muitos amigos...

Se pensas em desistir...

Se pensas que sofres na vida...

Se reclamas dos transportes e vias de acesso...

Se achas que a sociedade é injusta para ti...