Este vídeo "levanta" a moral dos portugueses, mas não elimina os nossos problemas acumulados e não resolvidos ao longo dos últimos 200-300 anos.
Contribuições para um Portugal com futuro: A nossa abordagem não deve ser lutar contra essas pessoas, porque elas são poderosas, têm exércitos, têm dinheiro, têm tudo. Não podemos lutar contra elas, usando as suas armas: a mentira e a violência. Seríamos destruídos. O caminho mais seguro reside em começarmos a desenvolver silenciosamente a nossa própria consciência, e sobretudo a dos nossos jovens, o que nenhuma força pode impedir. Este blog discorda ortograficamente.
sábado, 7 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Atenção ao Powerline
--- Mensagem original ---
O Prof. Augusto Albuquerque que eu conheço e que assina o texto abaixo, foi meu
professor de Telecomunicações no IST e é uma pessoa de grande idoneidade e de
muito conhecimento na matéria, está na União Europeia já lá vão muitos anos, sendo
Director do IST na Área de Projectos para a Sociedade de Informação.
[ ] s.../
Ricardo Vidigal da Silva
A SER VERDADE (E PARECE QUE O É), SERÁ MAIS UM ATENTADO À
SAÚDE DE TODOS NÓS!!!
(Penso que isto deverá ser objecto de estudo dos especialistas na
matéria...)
- Mais uma desgraça para a humanidade!
POWERLINE é um novo sistema de distribuição de Internet e
telefone digital, através da rede eléctrica. Em Portugal a ONI está a
desenvolver este sistema em algumas zonas de Lisboa, mas ainda
em fase experimental.
O POWERLINE funciona da seguinte maneira:
Nos postos de transformação da EDP são instalados os servidores
de Internet e telefone digital, estes servidores transmitem o sinal
em altas-frequências (HF) com potência suficiente para percorrer a
rede eléctrica até chegar às casas dos consumidores.
Nas casas dos consumidores são instalados modems próprios para
POWERLINE, estes modems são ligados a uma tomada de
electricidade para emitirem também para a rede da EDP sinais de
altas-frequências (HF) com potência suficiente para conseguirem
chegar aos servidores instalados nos postos de transformação da
EDP.
Portanto os sinais de POWERLINE passam a circular pelos cabos
da EDP, cabos esses que não têm qualquer blindagem (não são
cabos coaxiais), então os sinais de alta-frequência saem dos cabos e
são irradiados para o ar passando a estar presentes em toda a
parte.
Estes sinais são em altas-frequências em banda larga, entre os 8000
KHz e os 30000 KHz. Diz-se que os cabos eléctricos que
transportam electricidade a 50 Hz já fazem mal à nossa saúde, há
quem proteste por ter as suas casas debaixo de cabos de alta tensão
que mais uma vez chamo à vossa atenção, são cabos que
transportam 50 Hz, agora imaginem com o POWERLINE passam
a circular altas-frequências de 8000 KHz aos 30000 KHz por toda a
parte, porque estas frequências por serem muito elevadas saem dos
cabos e vão para o ar atingindo-nos a todos nós !!! Este sistema é
altamente perigoso para os humanos, assim como para todos os
outros animais, ou seja este sistema provoca o CÂNCRO.
A leucemia tornar-se-á uma doença muito comum em grande parte
da população das grandes cidades onde o POWERLINE estará em
funcionamento!
Mas não ficamos por aqui, além de ser muitíssimo perigoso para a
nossa saúde, também trará muitos outros problemas, como
interferências nas nossas televisões, mesmo para quem tem TV
Cabo, interferências enormes nos nossos receptores de rádio,
telefones, intercomunicadores, walkie-talkies, etc...
Estas interferências poderão mesmo acabar com a escuta de rádio
por completo.
Para os cibernautas: não queiram a Internet por este sistema, além
de ter todas as desvantagens que já mencionei, é um serviço de
Internet péssimo, cheio de falhas e muito instável, devido às muitas
interferências que circulam por toda a rede eléctrica, interferências
de electrodomésticos, lâmpadas fluorescentes, todo o tipo de
motores, fábricas, etc...
Se querem Internet com qualidade, usem os serviços de ADSL que
são os melhores em todos os aspectos.
O POWERLINE foi proibido na Alemanha, Itália, Japão e outros
países
.
Perante tal ameaça, vamos ficar de braços cruzados à espera que a
ONI e EDP, com o consentimento da ANACOM, avancem com este
projecto monstruoso e absurdo, para que a ONI e a EDP
enriqueçam ainda mais à custa da nossa desgraça?
NÃO, TEMOS QUE PROTESTAR ! Mandem e-mails para a
ANACOM, para o governo, para a assembleia da república, etc...
E NÃO QUEIRAM O POWERLINE NAS VOSSAS CASAS.
DIGA NÃO AO POWERLINE!
Eng. Augusto Albuquerque
Divulguem este texto o mais possível
Pequeno tratado do decrescimento sereno...
Para meditar. Às vezes esquecemos...
Se achas que tens um salário baixo...

Se achas que não tens muitos amigos...
Se pensas em desistir...

Se pensas que sofres na vida...

Se reclamas dos transportes e vias de acesso...

Se achas que a sociedade é injusta para ti...











Se achas que não tens muitos amigos...
Se pensas em desistir...
Se pensas que sofres na vida...
Se reclamas dos transportes e vias de acesso...
Se achas que a sociedade é injusta para ti...
Carta ao Dr. Jorge Coelho
Caro Dr. Jorge Coelho, como sabe, V. Exa. enviou-me uma carta, com conhecimento para a direcção deste jornal. Aqui fica a minha resposta.
Em 'O Governo e a Mota-Engil' (crónica do sítio do Expresso), eu apontei para um facto que estava no Orçamento do Estado (OE): a Ascendi, empresa da Mota-Engil, iria receber 587 milhões de euros. Olhando para este pornográfico número, e seguindo o economista Álvaro Santos Pereira, constatei o óbvio: no mínimo, esta transferência de 587 milhões seria escandalosa (este valor representa mais de metade da receita que resultará do aumento do IVA). Eu escrevi este texto às nove da manhã. À tarde, quando o meu texto já circulava pela internet, a Ascendi apontou para um "lapso" do OE: afinal, a empresa só tem direito a 150 milhões, e não a 587 milhões. Durante a tarde, o sítio do Expresso fez uma notícia sobre esse lapso, à qual foi anexada o meu texto. À noite, a SIC falou sobre o assunto. Ora, perante isto, V. Exa. fez uma carta a pedir que eu me retractasse. Mas, meu caro amigo, o lapso não é meu. O lapso é de Teixeira dos Santos e de Sócrates. A sua carta parece que parte do pressuposto de que os 587 milhões saíram da minha pérfida imaginação. Meu caro, quando eu escrevi o texto, o 'lapso' era um 'facto' consagrado no OE. V. Exa. quer explicações? Peça-as ao ministro das Finanças. Mas não deixo de registar o seguinte: V. Exa. quer que um Zé Ninguém peça desculpas por um erro cometido pelos dois homens mais poderosos do país. Isto até parece brincadeirinha.
Depois, V. Exa. não gostou de ler este meu desejo utópico: "quando é que Jorge Coelho e a Mota-Engil desaparecem do centro da nossa vida política?". A isto, V. Exa. respondeu com um excelso "servi a Causa Pública durante mais de 20 anos". Bravo. Mas eu também sirvo a causa pública. Além de registar os "lapsos" de 500 milhões, o meu serviço à causa pública passa por dizer aquilo que penso e sinto. E, neste momento, estou farto das PPP de betão, estou farto das estradas que ninguém usa, e estou farto das construtoras que fizeram esse mar de betão e alcatrão. No fundo, eu estou farto do actual modelo económico assente numa espécie de new deal entre políticos e as construtoras. Porque este modelo fez muito mal a Portugal, meu caro Jorge Coelho. O modelo económico que enriqueceu a sua empresa é o modelo económico que empobreceu Portugal. Não, não comece a abanar a cabeça, porque eu não estou a falar em teorias da conspiração. Não estou a dizer que Sócrates governou com o objectivo de enriquecer as construtoras. Nunca lhe faria esse favor, meu caro. Estou apenas a dizer que esse modelo foi uma escolha política desastrosa para o país. A culpa não é sua, mas sim dos partidos, sobretudo do PS. Mas, se não se importa, eu tenho o direito a estar farto de ver os construtores no centro da vida colectiva do meu país. Foi este excesso de construção que arruinou Portugal, foi este excesso de investimento em bens não-transaccionáveis que destruiu o meu futuro próximo. No dia em que V. Exa. inventar a obra pública exportável, venho aqui retractar-me com uma simples frase: "eu estava errado, o dr. Jorge Coelho é um visionário e as construtoras civis devem ser o Alfa e o Ómega da nossa economia". Até lá, se não se importa, tenho direito a estar farto deste new deal entre políticos e construtores.
Em 'O Governo e a Mota-Engil' (crónica do sítio do Expresso), eu apontei para um facto que estava no Orçamento do Estado (OE): a Ascendi, empresa da Mota-Engil, iria receber 587 milhões de euros. Olhando para este pornográfico número, e seguindo o economista Álvaro Santos Pereira, constatei o óbvio: no mínimo, esta transferência de 587 milhões seria escandalosa (este valor representa mais de metade da receita que resultará do aumento do IVA). Eu escrevi este texto às nove da manhã. À tarde, quando o meu texto já circulava pela internet, a Ascendi apontou para um "lapso" do OE: afinal, a empresa só tem direito a 150 milhões, e não a 587 milhões. Durante a tarde, o sítio do Expresso fez uma notícia sobre esse lapso, à qual foi anexada o meu texto. À noite, a SIC falou sobre o assunto. Ora, perante isto, V. Exa. fez uma carta a pedir que eu me retractasse. Mas, meu caro amigo, o lapso não é meu. O lapso é de Teixeira dos Santos e de Sócrates. A sua carta parece que parte do pressuposto de que os 587 milhões saíram da minha pérfida imaginação. Meu caro, quando eu escrevi o texto, o 'lapso' era um 'facto' consagrado no OE. V. Exa. quer explicações? Peça-as ao ministro das Finanças. Mas não deixo de registar o seguinte: V. Exa. quer que um Zé Ninguém peça desculpas por um erro cometido pelos dois homens mais poderosos do país. Isto até parece brincadeirinha.
Depois, V. Exa. não gostou de ler este meu desejo utópico: "quando é que Jorge Coelho e a Mota-Engil desaparecem do centro da nossa vida política?". A isto, V. Exa. respondeu com um excelso "servi a Causa Pública durante mais de 20 anos". Bravo. Mas eu também sirvo a causa pública. Além de registar os "lapsos" de 500 milhões, o meu serviço à causa pública passa por dizer aquilo que penso e sinto. E, neste momento, estou farto das PPP de betão, estou farto das estradas que ninguém usa, e estou farto das construtoras que fizeram esse mar de betão e alcatrão. No fundo, eu estou farto do actual modelo económico assente numa espécie de new deal entre políticos e as construtoras. Porque este modelo fez muito mal a Portugal, meu caro Jorge Coelho. O modelo económico que enriqueceu a sua empresa é o modelo económico que empobreceu Portugal. Não, não comece a abanar a cabeça, porque eu não estou a falar em teorias da conspiração. Não estou a dizer que Sócrates governou com o objectivo de enriquecer as construtoras. Nunca lhe faria esse favor, meu caro. Estou apenas a dizer que esse modelo foi uma escolha política desastrosa para o país. A culpa não é sua, mas sim dos partidos, sobretudo do PS. Mas, se não se importa, eu tenho o direito a estar farto de ver os construtores no centro da vida colectiva do meu país. Foi este excesso de construção que arruinou Portugal, foi este excesso de investimento em bens não-transaccionáveis que destruiu o meu futuro próximo. No dia em que V. Exa. inventar a obra pública exportável, venho aqui retractar-me com uma simples frase: "eu estava errado, o dr. Jorge Coelho é um visionário e as construtoras civis devem ser o Alfa e o Ómega da nossa economia". Até lá, se não se importa, tenho direito a estar farto deste new deal entre políticos e construtores.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Uma versão moderna dos Lusíadas...
"LUSÍADAS" DO SÉC . XXI
I
As sarnas de barões todos inchados
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo aquilo que lhes dá na gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se de quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!
II
E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas.
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!
III
Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano.
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.
IV
E vós, ninfas do Douro onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que já têm no seu gene
A besta horrível do poder perene!
I
As sarnas de barões todos inchados
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo aquilo que lhes dá na gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se de quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!
II
E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas.
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!
III
Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano.
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.
IV
E vós, ninfas do Douro onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que já têm no seu gene
A besta horrível do poder perene!
terça-feira, 26 de abril de 2011
Pagamento de COUVERTS em Portugal pode levar a coima até 35 mil euros
*Pagamento de COUVERTS em Portugal pode levar a coima até 35 mil euros - DIVULGUEM!!!*
Eu já usei esse direito. Um dia,sentei-me no restaurante e consumi um prato de presunto
muito bem apresentado com uma broa deliciosa. No final apresentaram-me a conta, onde o
dito cujo era mais caro que a refeição. Invoquei a lei e foi-me retirado de imediato a
importância da factura.
Homepage AgenciaFinanceira
*Economia*
*Maioria dos consumidores desconhece*
*Pagamento dos aperitivos nos restaurantes não é obrigatório*
*Proprietários que não respeitem Lei incorrem em multa e até pena de prisão
Quando se senta na mesa de um restaurante e começa a consumir os «couverts», também
conhecidos por aperitivos ou entradas disponíveis, saiba que não tem de os pagar*.
*O alerta foi feito esta terça-feira pelo presidente da Associação Portuguesa dos
Direitos do Consumo (APDC), Mário Frota, que, em declarações à Agência Financeira,
assumiu haver «uma ignorância das pessoas a esse respeito», pelo que «a maioria delas
deixa passar, continuando a pagar». *
*O responsável adianta ainda que «o consumidor pode recusar pagar o /couvert/ que
habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes, _sem ser pedido_, mesmo que
seja consumido». *
*Em geral, o «couvert» define-o a Lei, é «todo o conjunto de alimentos e aperitivos
fornecidos antes do início da refeição, propriamente dita». *
*Cobrar «couvert» pode levar a coima até 35 mil euros*
<http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=917642&div_id=1730>
*«Os proprietários dos estabelecimentos estão convencidos que, tratando-se de um uso de
comércio, que esse uso tem força de Lei. Mas o que eles ignoram é que a lei do consumo
destrói essa ideia porque tem normas em contrário», disse Mário Frota à AF. *
*Decreto_lei 24/96 (artº.9º.ponto 4)*
*O facto é que, no particular do direito à protecção dos interesses económicos do
consumidor, a Lei 24/96, de 31 de Julho, ainda em vigor, estabelece imperativamente: «O
consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e
expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato
válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a
responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa.» *
*_Daí que, em rigor, o «couvert» desde que não solicitado, tem de ser entendido como
oferta sem que daí possa resultar a exigência de qualquer preço, antes se concebendo como
uma gentileza da casa, algo de gracioso a que não corresponde eventual pagamento._***
*Num futuro próximo, «pode ser que se assista à inversão do cenário se as pessoas
começarem a reivindicar os seus direitos, caso contrário, pode haver problemas, se os
proprietários negarem os direitos dos consumidores».*
*/_DIVULGUEM !!!_/*
Eu já usei esse direito. Um dia,sentei-me no restaurante e consumi um prato de presunto
muito bem apresentado com uma broa deliciosa. No final apresentaram-me a conta, onde o
dito cujo era mais caro que a refeição. Invoquei a lei e foi-me retirado de imediato a
importância da factura.
Homepage AgenciaFinanceira
*Economia*
*Maioria dos consumidores desconhece*
*Pagamento dos aperitivos nos restaurantes não é obrigatório*
*Proprietários que não respeitem Lei incorrem em multa e até pena de prisão
Quando se senta na mesa de um restaurante e começa a consumir os «couverts», também
conhecidos por aperitivos ou entradas disponíveis, saiba que não tem de os pagar*.
*O alerta foi feito esta terça-feira pelo presidente da Associação Portuguesa dos
Direitos do Consumo (APDC), Mário Frota, que, em declarações à Agência Financeira,
assumiu haver «uma ignorância das pessoas a esse respeito», pelo que «a maioria delas
deixa passar, continuando a pagar». *
*O responsável adianta ainda que «o consumidor pode recusar pagar o /couvert/ que
habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes, _sem ser pedido_, mesmo que
seja consumido». *
*Em geral, o «couvert» define-o a Lei, é «todo o conjunto de alimentos e aperitivos
fornecidos antes do início da refeição, propriamente dita». *
*Cobrar «couvert» pode levar a coima até 35 mil euros*
<http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=917642&div_id=1730>
*«Os proprietários dos estabelecimentos estão convencidos que, tratando-se de um uso de
comércio, que esse uso tem força de Lei. Mas o que eles ignoram é que a lei do consumo
destrói essa ideia porque tem normas em contrário», disse Mário Frota à AF. *
*Decreto_lei 24/96 (artº.9º.ponto 4)*
*O facto é que, no particular do direito à protecção dos interesses económicos do
consumidor, a Lei 24/96, de 31 de Julho, ainda em vigor, estabelece imperativamente: «O
consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e
expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato
válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a
responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa.» *
*_Daí que, em rigor, o «couvert» desde que não solicitado, tem de ser entendido como
oferta sem que daí possa resultar a exigência de qualquer preço, antes se concebendo como
uma gentileza da casa, algo de gracioso a que não corresponde eventual pagamento._***
*Num futuro próximo, «pode ser que se assista à inversão do cenário se as pessoas
começarem a reivindicar os seus direitos, caso contrário, pode haver problemas, se os
proprietários negarem os direitos dos consumidores».*
*/_DIVULGUEM !!!_/*
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